Foram encontradas 115 questões.
A história social nunca pode ser mais uma especialização, como a história econômica ou outras hifenizadas, porque seu tema não pode ser isolado. (...) O historiador das ideias pode (por sua conta e risco) não dar a mínima para a economia, e o historiador econômico não dar a mínima para Shakespeare, mas o historiador social que negligencia um dos dois não irá muito longe.
(Hobsbawm, 1998, p. 87.)
Assinale a alternativa que rechaça o texto de Hobsbawm.
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Em 1831, a segunda renúncia do Imperador buscava apaziguar os ânimos no Brasil. Tal efeito não é difícil de ser compreendido: como herdeiro do trono ficou uma criança – o futuro Dom Pedro II –, que não havia completado os cinco anos de idade. Na prática, portanto, a abdicação significava a transferência do poder para as elites regionais, tendo em vista que o cargo máximo do governo – inicialmente na forma de regência trina (ou seja, composto por três regentes) e, depois, na forma da escolha de um único regente, como foi Diogo Feijó (1835-37) e Araújo Lima (1837-40) –, passou a ser definido via eleição. A descentralização, porém, ao contrário do imaginado, acentuou ainda mais as tendências separatistas. Entre os movimentos separatistas durante o período citado podemos destacar, EXCETO
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Podemos dividir a história do Brasil colonial em três períodos muito desiguais em termos cronológicos: o primeiro vai da chegada de Cabral à instalação do governo geral, em 1549; o segundo se refere a um longo lapso de tempo entre a instalação do governo geral e as últimas décadas do século XVIII; o terceiro vai dessa época à Independência, em 1822. Sobre os três períodos, assinale a afirmativa correta.
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Entre os objetivos gerais de história dos Parâmetros Curriculares Nacionais espera-se que, ao longo do ensino fundamental, os alunos gradativamente possam ampliar a compreensão de sua realidade, especialmente confrontando-a e relacionando-a com outras realidades históricas e, assim, possam fazer suas escolhas e estabelecer critérios para orientar suas ações. Nesse sentido, sobre o que os alunos deverão ser capazes, analise as afirmativas a seguir.
I. Identificar relações sociais no seu próprio grupo de convívio, na localidade, na região e no país, e demais manifestações estabelecidas em outros tempos e espaços.
II. Questionar sua realidade, identificando problemas e possíveis soluções, conhecendo formas político-institucionais e organizações da sociedade civil que possibilitem modos de atuação.
III. Dominar procedimentos de pesquisa escolar e de produção de texto, aprendendo a observar e colher informações de diferentes paisagens e registros escritos, iconográficos, sonoros e materiais.
IV. Valorizar o direito de cidadania dos indivíduos, dos grupos e dos povos como condição de efetivo fortalecimento da democracia, mantendo-se o respeito às diferenças e a luta contra as desigualdades.
Estão corretas as afirmativas
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A eficácia da linguagem cinematográfica parece ser maior quando se trata do emprego de filmes com a finalidade de sugerir ao estudante a possibilidade de pensar em diferentes temporalidades. O filme deixa de ter o papel de fixar determinada imagem de uma época; no entanto, passa a apontar mudanças ou permanências, continuidades ou rupturas. Ao valer-se de filmes (ficção e documentários) sobre a Idade Média, o educador deve estar ciente de que o bom aproveitamento da projeção dependerá de sua atuação. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Deve-se esclarecer a natureza ficcional, os compromissos estéticos e as vinculações ideológicas de determinadas obras.
II. É preciso colocar o conteúdo em discussão, distinguindo o real e o imaginário da época enfocada.
III. É necessária a explanação de que um filme tem mais a dizer sobre a época retratada do que o momento em que foi produzido.
IV. É essencial elucidar aos alunos que, por vezes, a época retratada torna-se apenas um pretexto para se contar uma história contemporânea.
Estão corretas as afirmativas
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O vice-Rei do Brasil mandou dar baixa do posto de capitão-mor a um índio, porque “se mostrara de tão baixos sentimentos que casou com uma preta, manchando seu sangue com esta aliança e tornando-se assim indigno de exercer o referido posto”.
(Fausto, 2008 p. 68.)
Todas as proposições estão corretas, EXCETO:
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O encontro entre o Velho e o Novo Mundo, que a descoberta de Colombo tornou possível, é de um tipo muito particular: é uma guerra, ou melhor, como se dizia então, a conquista. Um mistério continua ligado à conquista; trata-se do resultado do combate. Por que esta vitória fulgurante, se os habitantes da América são tão superiores em número a seus adversários, e lutam em seu próprio solo? Se nos limitarmos à conquista do México, a mais espetacular, já que a civilização mexicana é a mais brilhante do mundo pré-colombiano: como explicar que Cortez, liderando algumas centenas de homens, tenha conseguido tomar o reino de Montezuma, que dispunha de várias centenas de milhares de guerreiros? Ao ler a história do México não podemos evitar a pergunta: por que os índios não resistem mais? Será que não se dão conta das ambições colonizadoras de Cortez? Entre os motivos e estratégias que possibilitaram a dominação espanhola sobre os astecas, é INCORRETO afirmar que:
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É preciso deixar claro que não é proposta do ensino básico a formação de pequenos historiadores. O que importa é que a organização dos conteúdos e a articulação das estratégias levem em conta esses procedimentos para a produção do conhecimento histórico. Com isso, evita-se passar para o educando a falsa sensação de que os conhecimentos históricos existem de forma acabada, e assim são transmitidos. Ao trabalhar os processos históricos com os alunos o professor deve, EXCETO:
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A compreensão do mundo globalizado permite desvendar a natureza das transformações econômicas, sociais e políticas da atualidade. Porém, devemos ter cautela para não usarmos “globalização” como uma palavra mágica que explica tudo e qualquer coisa. Isso porque a globalização interage com as realidades nacionais e locais, alterando a sua forma de relacionamento com o mundo externo, mas sem eliminar as suas características peculiares. Podendo ser entendida a globalização como um processo revolucionário, mas que vem se desenvolvendo de forma lenta e progressiva, com saltos qualitativos em determinados momentos, até alcançar a etapa atual – e que também não é a última – de ampliação das fronteiras do capitalismo para, virtualmente, todas as áreas geográficas. Sobre esse tema, é INCORRETO afirmar que:
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Nas últimas décadas do século XX, a produção historiográfica e educacional acadêmica aumentou sua presença na indústria cultural. Assim, além do Estado, do mercado editorial, a mídia também se fez presente na discussão sobre o que ensinar em história aos milhões de jovens que frequentam as escolas brasileiras. Desta forma, discutir o ensino de história, hoje, é pensar os processos formativos que se desenvolvem nos diversos espaços, é pensar fontes e formas de educar cidadãos, numa sociedade complexa marcada por diferenças e desigualdades. Analisando a história da educação no contexto das mudanças sócio-históricas ocorridas no Brasil pós-1964 podemos afirmar que, EXCETO:
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