Foram encontradas 20 questões.
Um pão francês tem, em média, 50 gramas. Ao comprar
um 1 kg de pão, pode-se afirmar que a quantidade de
pão comprada foi, em média, de:
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Uma oferta de emprego informa que o contratado deve
trabalhar de segunda-feira a sexta-feira, das 14h30min
até 19h. Pode-se afirmar que o tempo de trabalho
semanal nesse emprego é de:
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Ana comprou uma televisão usada de seu amigo,
pagando 50% do valor na entrada e o restante em 2
parcelas de 150 reais. Pode-se afirmar que o valor total
pago pela televisão foi, em reais, de:
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Um equipamento separador de água e óleo consegue
operar a uma vazão de 2500 litros por hora. Devido a um
problema técnico, se a vazão tiver que ser reduzida pela
metade, um serviço que antes durava 6 horas terá que
ser realizado em um tempo, em horas, de:
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Lucas precisa fazer cópia de 5 relatórios, com 163
páginas cada. Considerando que apenas um lado da
folha é usado para fazer as cópias, pode-se afirmar que
o total de folhas necessárias é de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O plástico nos oceanos: uma questão que preocupa
Dos grandes acúmulos de lixo visíveis na superfície ao
leito mais profundo do oceano, o plástico está por toda
parte no ambiente marinho. Estima-se que há acumulado
entre 86 milhões e 150 milhões de toneladas (t) do
material, em seus inúmeros formatos, composições e
tamanhos, que podem demorar séculos para se
decompor. Só o Brasil lança potencialmente no ambiente
3,44 milhões de t de sacolas plásticas, garrafas PET,
canudos, embalagens de xampu e isopor a cada ano,
segundo um recém-divulgado estudo do projeto Blue
Keepers realizado pelo Pacto Global da Organização das
Nações Unidas (ONU) no Brasil. Como seu uso é
relativamente recente, popularizando-se apenas depois
da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e
intensificando-se a partir dos anos 1970, muitos dos
efeitos sobre organismos e ecossistemas ainda são
desconhecidos, em especial os das partículas menores.
Mas um robusto corpo de evidências aponta para
consequências importantes e graves.
Na Conferência do Oceano, promovida pela ONU no fim
de junho em Lisboa, a poluição marinha por plástico
ganhou destaque. Especialistas ressaltaram a sua
ligação com as mudanças climáticas, já que 4,5% das
emissões de carbono estão relacionadas à produção e
ao descarte de material polimérico - por exemplo, como
resultado da lenta decomposição química do lixo
despejado no mar. "Nossos oceanos se encontram em
um estado crítico e numerosas ações são necessárias",
disse o secretário de Estado da Suécia para a Mudança
Climática e o Ambiente, Anders Grönvall, na abertura de
um dos eventos da conferência que buscou tratar de
inovações para combater esse tipo de poluição. "Não
podemos ignorar que os plásticos são a maior parte do
lixo marinho. Oitenta por cento do lixo de plástico
encontrado no oceano tem origem terrestre e a previsão
é de que ele triplique até 2040 se não houver uma ação
significativa".
A ONU declarou o período de 2021 a 2030 como a
Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento
Sustentável - ou a Década do Oceano. Embora a
poluição por plásticos seja a mais preocupante, os
ambientes marinhos também são impactados por outras
fontes, como derramamento de petróleo, despejo de
rejeitos de mineração e lançamento de esgoto doméstico
e industrial sem tratamento.
No primeiro semestre deste ano, a organização não
governamental (ONG) internacional WWF divulgou um
relatório, elaborado pelo Instituto Alfred Wegener -
Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, na
Alemanha, com uma conclusão desalentadora. Mesmo
se toda a poluição por plástico cessasse hoje, o nível de
microplástico, aqueles que não passam de 5 milímetros
(mm) de tamanho, dobraria até 2050 nos oceanos. Isso
ocorreria porque os plásticos já existentes nesse ambiente vão se partindo em fragmentos cada vez
menores, sem ter sua estrutura principal modificada. O
documento faz uma revisão de 2.592 estudos científicos
que tratam do impacto desse tipo de poluição sobre as
espécies, a biodiversidade e os ecossistemas marinhos.
Dezenas de artigos citados têm como autores
pesquisadores brasileiros.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do
que larva de peixe em suspensão na água junto com o
plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que
assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo
relatório. Especialista em ecologia de estuário, Barletta
investiga o ambiente aquático de transição entre o rio
Goiana, na porção norte de Pernambuco, e o mar.
"Tomo esse estuário como referência para explicar o
fenômeno para todos os estuários tropicais. E olha que o
local é muito bem preservado."
Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil lança 3,44 milhões de
toneladas de lixo plástico no mar por ano. Pesquisa FAPESP.
Disponível em: -deelxxoo-paastco-nommmar-po-anno
/brasil-lanca-344-milhoes-de-toneladas-de-lixo-plastico-no-mar-por-ano/
Acesso em: 03 nov., 2022.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do que larva de peixe em suspensão na água junto com o plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo relatório.
Assinale a alternativa que apresenta o correto significado da expressão em destaque do texto:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O plástico nos oceanos: uma questão que preocupa
Dos grandes acúmulos de lixo visíveis na superfície ao
leito mais profundo do oceano, o plástico está por toda
parte no ambiente marinho. Estima-se que há acumulado
entre 86 milhões e 150 milhões de toneladas (t) do
material, em seus inúmeros formatos, composições e
tamanhos, que podem demorar séculos para se
decompor. Só o Brasil lança potencialmente no ambiente
3,44 milhões de t de sacolas plásticas, garrafas PET,
canudos, embalagens de xampu e isopor a cada ano,
segundo um recém-divulgado estudo do projeto Blue
Keepers realizado pelo Pacto Global da Organização das
Nações Unidas (ONU) no Brasil. Como seu uso é
relativamente recente, popularizando-se apenas depois
da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e
intensificando-se a partir dos anos 1970, muitos dos
efeitos sobre organismos e ecossistemas ainda são
desconhecidos, em especial os das partículas menores.
Mas um robusto corpo de evidências aponta para
consequências importantes e graves.
Na Conferência do Oceano, promovida pela ONU no fim
de junho em Lisboa, a poluição marinha por plástico
ganhou destaque. Especialistas ressaltaram a sua
ligação com as mudanças climáticas, já que 4,5% das
emissões de carbono estão relacionadas à produção e
ao descarte de material polimérico - por exemplo, como
resultado da lenta decomposição química do lixo
despejado no mar. "Nossos oceanos se encontram em
um estado crítico e numerosas ações são necessárias",
disse o secretário de Estado da Suécia para a Mudança
Climática e o Ambiente, Anders Grönvall, na abertura de
um dos eventos da conferência que buscou tratar de
inovações para combater esse tipo de poluição. "Não
podemos ignorar que os plásticos são a maior parte do
lixo marinho. Oitenta por cento do lixo de plástico
encontrado no oceano tem origem terrestre e a previsão
é de que ele triplique até 2040 se não houver uma ação
significativa".
A ONU declarou o período de 2021 a 2030 como a
Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento
Sustentável - ou a Década do Oceano. Embora a
poluição por plásticos seja a mais preocupante, os
ambientes marinhos também são impactados por outras
fontes, como derramamento de petróleo, despejo de
rejeitos de mineração e lançamento de esgoto doméstico
e industrial sem tratamento.
No primeiro semestre deste ano, a organização não
governamental (ONG) internacional WWF divulgou um
relatório, elaborado pelo Instituto Alfred Wegener -
Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, na
Alemanha, com uma conclusão desalentadora. Mesmo
se toda a poluição por plástico cessasse hoje, o nível de
microplástico, aqueles que não passam de 5 milímetros
(mm) de tamanho, dobraria até 2050 nos oceanos. Isso
ocorreria porque os plásticos já existentes nesse ambiente vão se partindo em fragmentos cada vez
menores, sem ter sua estrutura principal modificada. O
documento faz uma revisão de 2.592 estudos científicos
que tratam do impacto desse tipo de poluição sobre as
espécies, a biodiversidade e os ecossistemas marinhos.
Dezenas de artigos citados têm como autores
pesquisadores brasileiros.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do
que larva de peixe em suspensão na água junto com o
plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que
assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo
relatório. Especialista em ecologia de estuário, Barletta
investiga o ambiente aquático de transição entre o rio
Goiana, na porção norte de Pernambuco, e o mar.
"Tomo esse estuário como referência para explicar o
fenômeno para todos os estuários tropicais. E olha que o
local é muito bem preservado."
Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil lança 3,44 milhões de
toneladas de lixo plástico no mar por ano. Pesquisa FAPESP.
Disponível em: -deelxxoo-paastco-nommmar-po-anno
/brasil-lanca-344-milhoes-de-toneladas-de-lixo-plastico-no-mar-por-ano/
Acesso em: 03 nov., 2022.
I.Na sentença "Os microplásticos são ótimos, vão acabar com a vida nos oceanos", temos uma ironia.
II.Na oração "Gostaria de embarcar em um foguete e encontrar um planeta menos poluído", há a figura de linguagem conhecida como personificação.
III.Na sentença "Sem a poluição, como perceber a pureza?", há a presença de um paradoxo.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O plástico nos oceanos: uma questão que preocupa
Dos grandes acúmulos de lixo visíveis na superfície ao
leito mais profundo do oceano, o plástico está por toda
parte no ambiente marinho. Estima-se que há acumulado
entre 86 milhões e 150 milhões de toneladas (t) do
material, em seus inúmeros formatos, composições e
tamanhos, que podem demorar séculos para se
decompor. Só o Brasil lança potencialmente no ambiente
3,44 milhões de t de sacolas plásticas, garrafas PET,
canudos, embalagens de xampu e isopor a cada ano,
segundo um recém-divulgado estudo do projeto Blue
Keepers realizado pelo Pacto Global da Organização das
Nações Unidas (ONU) no Brasil. Como seu uso é
relativamente recente, popularizando-se apenas depois
da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e
intensificando-se a partir dos anos 1970, muitos dos
efeitos sobre organismos e ecossistemas ainda são
desconhecidos, em especial os das partículas menores.
Mas um robusto corpo de evidências aponta para
consequências importantes e graves.
Na Conferência do Oceano, promovida pela ONU no fim
de junho em Lisboa, a poluição marinha por plástico
ganhou destaque. Especialistas ressaltaram a sua
ligação com as mudanças climáticas, já que 4,5% das
emissões de carbono estão relacionadas à produção e
ao descarte de material polimérico - por exemplo, como
resultado da lenta decomposição química do lixo
despejado no mar. "Nossos oceanos se encontram em
um estado crítico e numerosas ações são necessárias",
disse o secretário de Estado da Suécia para a Mudança
Climática e o Ambiente, Anders Grönvall, na abertura de
um dos eventos da conferência que buscou tratar de
inovações para combater esse tipo de poluição. "Não
podemos ignorar que os plásticos são a maior parte do
lixo marinho. Oitenta por cento do lixo de plástico
encontrado no oceano tem origem terrestre e a previsão
é de que ele triplique até 2040 se não houver uma ação
significativa".
A ONU declarou o período de 2021 a 2030 como a
Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento
Sustentável - ou a Década do Oceano. Embora a
poluição por plásticos seja a mais preocupante, os
ambientes marinhos também são impactados por outras
fontes, como derramamento de petróleo, despejo de
rejeitos de mineração e lançamento de esgoto doméstico
e industrial sem tratamento.
No primeiro semestre deste ano, a organização não
governamental (ONG) internacional WWF divulgou um
relatório, elaborado pelo Instituto Alfred Wegener -
Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, na
Alemanha, com uma conclusão desalentadora. Mesmo
se toda a poluição por plástico cessasse hoje, o nível de
microplástico, aqueles que não passam de 5 milímetros
(mm) de tamanho, dobraria até 2050 nos oceanos. Isso
ocorreria porque os plásticos já existentes nesse ambiente vão se partindo em fragmentos cada vez
menores, sem ter sua estrutura principal modificada. O
documento faz uma revisão de 2.592 estudos científicos
que tratam do impacto desse tipo de poluição sobre as
espécies, a biodiversidade e os ecossistemas marinhos.
Dezenas de artigos citados têm como autores
pesquisadores brasileiros.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do
que larva de peixe em suspensão na água junto com o
plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que
assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo
relatório. Especialista em ecologia de estuário, Barletta
investiga o ambiente aquático de transição entre o rio
Goiana, na porção norte de Pernambuco, e o mar.
"Tomo esse estuário como referência para explicar o
fenômeno para todos os estuários tropicais. E olha que o
local é muito bem preservado."
Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil lança 3,44 milhões de
toneladas de lixo plástico no mar por ano. Pesquisa FAPESP.
Disponível em: -deelxxoo-paastco-nommmar-po-anno
/brasil-lanca-344-milhoes-de-toneladas-de-lixo-plastico-no-mar-por-ano/
Acesso em: 03 nov., 2022.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O plástico nos oceanos: uma questão que preocupa
Dos grandes acúmulos de lixo visíveis na superfície ao
leito mais profundo do oceano, o plástico está por toda
parte no ambiente marinho. Estima-se que há acumulado
entre 86 milhões e 150 milhões de toneladas (t) do
material, em seus inúmeros formatos, composições e
tamanhos, que podem demorar séculos para se
decompor. Só o Brasil lança potencialmente no ambiente
3,44 milhões de t de sacolas plásticas, garrafas PET,
canudos, embalagens de xampu e isopor a cada ano,
segundo um recém-divulgado estudo do projeto Blue
Keepers realizado pelo Pacto Global da Organização das
Nações Unidas (ONU) no Brasil. Como seu uso é
relativamente recente, popularizando-se apenas depois
da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e
intensificando-se a partir dos anos 1970, muitos dos
efeitos sobre organismos e ecossistemas ainda são
desconhecidos, em especial os das partículas menores.
Mas um robusto corpo de evidências aponta para
consequências importantes e graves.
Na Conferência do Oceano, promovida pela ONU no fim
de junho em Lisboa, a poluição marinha por plástico
ganhou destaque. Especialistas ressaltaram a sua
ligação com as mudanças climáticas, já que 4,5% das
emissões de carbono estão relacionadas à produção e
ao descarte de material polimérico - por exemplo, como
resultado da lenta decomposição química do lixo
despejado no mar. "Nossos oceanos se encontram em
um estado crítico e numerosas ações são necessárias",
disse o secretário de Estado da Suécia para a Mudança
Climática e o Ambiente, Anders Grönvall, na abertura de
um dos eventos da conferência que buscou tratar de
inovações para combater esse tipo de poluição. "Não
podemos ignorar que os plásticos são a maior parte do
lixo marinho. Oitenta por cento do lixo de plástico
encontrado no oceano tem origem terrestre e a previsão
é de que ele triplique até 2040 se não houver uma ação
significativa".
A ONU declarou o período de 2021 a 2030 como a
Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento
Sustentável - ou a Década do Oceano. Embora a
poluição por plásticos seja a mais preocupante, os
ambientes marinhos também são impactados por outras
fontes, como derramamento de petróleo, despejo de
rejeitos de mineração e lançamento de esgoto doméstico
e industrial sem tratamento.
No primeiro semestre deste ano, a organização não
governamental (ONG) internacional WWF divulgou um
relatório, elaborado pelo Instituto Alfred Wegener -
Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, na
Alemanha, com uma conclusão desalentadora. Mesmo
se toda a poluição por plástico cessasse hoje, o nível de
microplástico, aqueles que não passam de 5 milímetros
(mm) de tamanho, dobraria até 2050 nos oceanos. Isso
ocorreria porque os plásticos já existentes nesse ambiente vão se partindo em fragmentos cada vez
menores, sem ter sua estrutura principal modificada. O
documento faz uma revisão de 2.592 estudos científicos
que tratam do impacto desse tipo de poluição sobre as
espécies, a biodiversidade e os ecossistemas marinhos.
Dezenas de artigos citados têm como autores
pesquisadores brasileiros.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do
que larva de peixe em suspensão na água junto com o
plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que
assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo
relatório. Especialista em ecologia de estuário, Barletta
investiga o ambiente aquático de transição entre o rio
Goiana, na porção norte de Pernambuco, e o mar.
"Tomo esse estuário como referência para explicar o
fenômeno para todos os estuários tropicais. E olha que o
local é muito bem preservado."
Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil lança 3,44 milhões de
toneladas de lixo plástico no mar por ano. Pesquisa FAPESP.
Disponível em: -deelxxoo-paastco-nommmar-po-anno
/brasil-lanca-344-milhoes-de-toneladas-de-lixo-plastico-no-mar-por-ano/
Acesso em: 03 nov., 2022.
Coluna 1: Classe gramatical
(1)preposição (2)adjetivo (3)substantivo (4)verbo
Coluna 2: Exemplo (em negrito)
(__)"Oitenta por cento do lixo de plástico encontrado no oceano tem origem terrestre..."
(__)"... o local é muito bem preservado"
(__)"A ONU declarou o período..."
(__)"Especialista em ecologia de estuário..."
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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O plástico nos oceanos: uma questão que preocupa
Dos grandes acúmulos de lixo visíveis na superfície ao
leito mais profundo do oceano, o plástico está por toda
parte no ambiente marinho. Estima-se que há acumulado
entre 86 milhões e 150 milhões de toneladas (t) do
material, em seus inúmeros formatos, composições e
tamanhos, que podem demorar séculos para se
decompor. Só o Brasil lança potencialmente no ambiente
3,44 milhões de t de sacolas plásticas, garrafas PET,
canudos, embalagens de xampu e isopor a cada ano,
segundo um recém-divulgado estudo do projeto Blue
Keepers realizado pelo Pacto Global da Organização das
Nações Unidas (ONU) no Brasil. Como seu uso é
relativamente recente, popularizando-se apenas depois
da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e
intensificando-se a partir dos anos 1970, muitos dos
efeitos sobre organismos e ecossistemas ainda são
desconhecidos, em especial os das partículas menores.
Mas um robusto corpo de evidências aponta para
consequências importantes e graves.
Na Conferência do Oceano, promovida pela ONU no fim
de junho em Lisboa, a poluição marinha por plástico
ganhou destaque. Especialistas ressaltaram a sua
ligação com as mudanças climáticas, já que 4,5% das
emissões de carbono estão relacionadas à produção e
ao descarte de material polimérico - por exemplo, como
resultado da lenta decomposição química do lixo
despejado no mar. "Nossos oceanos se encontram em
um estado crítico e numerosas ações são necessárias",
disse o secretário de Estado da Suécia para a Mudança
Climática e o Ambiente, Anders Grönvall, na abertura de
um dos eventos da conferência que buscou tratar de
inovações para combater esse tipo de poluição. "Não
podemos ignorar que os plásticos são a maior parte do
lixo marinho. Oitenta por cento do lixo de plástico
encontrado no oceano tem origem terrestre e a previsão
é de que ele triplique até 2040 se não houver uma ação
significativa".
A ONU declarou o período de 2021 a 2030 como a
Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento
Sustentável - ou a Década do Oceano. Embora a
poluição por plásticos seja a mais preocupante, os
ambientes marinhos também são impactados por outras
fontes, como derramamento de petróleo, despejo de
rejeitos de mineração e lançamento de esgoto doméstico
e industrial sem tratamento.
No primeiro semestre deste ano, a organização não
governamental (ONG) internacional WWF divulgou um
relatório, elaborado pelo Instituto Alfred Wegener -
Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, na
Alemanha, com uma conclusão desalentadora. Mesmo
se toda a poluição por plástico cessasse hoje, o nível de
microplástico, aqueles que não passam de 5 milímetros
(mm) de tamanho, dobraria até 2050 nos oceanos. Isso
ocorreria porque os plásticos já existentes nesse ambiente vão se partindo em fragmentos cada vez
menores, sem ter sua estrutura principal modificada. O
documento faz uma revisão de 2.592 estudos científicos
que tratam do impacto desse tipo de poluição sobre as
espécies, a biodiversidade e os ecossistemas marinhos.
Dezenas de artigos citados têm como autores
pesquisadores brasileiros.
"Em algumas épocas do ano, há mais microplástico do
que larva de peixe em suspensão na água junto com o
plâncton", comenta o ecólogo marinho Mário Barletta, da
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que
assina, pelo menos, 10 trabalhos mencionados pelo
relatório. Especialista em ecologia de estuário, Barletta
investiga o ambiente aquático de transição entre o rio
Goiana, na porção norte de Pernambuco, e o mar.
"Tomo esse estuário como referência para explicar o
fenômeno para todos os estuários tropicais. E olha que o
local é muito bem preservado."
Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil lança 3,44 milhões de
toneladas de lixo plástico no mar por ano. Pesquisa FAPESP.
Disponível em: -deelxxoo-paastco-nommmar-po-anno
/brasil-lanca-344-milhoes-de-toneladas-de-lixo-plastico-no-mar-por-ano/
Acesso em: 03 nov., 2022.
(__)O Brasil lança, em média, 3,44 milhões de toneladas de plástico no ambiente a cada ano.
(__)A Década do Oceano foi promovida pela ONU no fim de junho, em Lisboa.
(__)Os chamados microplásticos são aqueles que não passam de 5 milímetros (mm) de tamanho.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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