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Foram encontradas 40 questões.

Resolver as operações abaixo na sequência e assinalar a alternativa que corresponde ao resultado da última operação.

Enunciado 3781514-1
 

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Anne contraiu um empréstimo de R$ 12.000,00 sob uma taxa de juros simples mensal de 9% e pretende quitar sua dívida em 7 meses. Assinalar a alternativa que corresponde ao montante que Anne deverá pagar.
 

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Determinado terreno, de formato retangular, será dividido para a construção de campos esportivos. O terreno tem as medidas apresentadas e será dividido conforme a imagem abaixo. As partes A e B são do mesmo tamanho, e cada uma delas é da metade do tamanho da parte C. A parte D tem o dobro do tamanho da parte C, e a parte E, o dobro da D.

Enunciado 3781512-1

Considerando−se as informações acima, assinalar a alternativa que apresenta, respectivamente, as medidas da área e do perímetro da parte B.
 

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Tatiane viu no aplicativo de música em seu celular a quantidade de tempo que passou ouvindo música em determinada semana. Ao verificar o celular, deparou−se com o seguinte quadro:

Enunciado 3781511-1

Com base nas informações apresentadas, assinalar a média de tempo que Tatiane passou ouvindo música diariamente.
 

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Uma empresa fabrica chapéus e os comercializa por unidade. Após realizar uma análise de custos e lucros, constatou−se que cada chapéu dessa linha é vendido por R$ 60,00. Além disso, o custo total de produção dessa linha é representado pela expressão 800 + 20x. Com base nessas informações, qual alternativa apresenta a equação do lucro?
 

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Marcelo e Juliano estão brincando de jogar bolinhas de papel em uma lata de lixo. Sabendo−se que cada um jogou 20 vezes e que Marcelo acertou 9 vezes e Juliano 13, assinalar a alternativa que apresenta a porcentagem de acertos de cada um, respectivamente.
 

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Se 6 pintores podem pintar uma sala em 9 horas, quantas horas serão necessárias para que 4 pintores realizem o mesmo trabalho?
 

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Qual das palavras abaixo precisa obrigatoriamente ser acentuada?
 

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A Crônica
    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.
    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.
    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.
    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.
    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.
Sergius Gonzaga. Adaptado.
A palavra “irrisório”, no 3º parágrafo, dependendo do contexto, tem como possíveis sinônimos, EXCETO:
 

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A Crônica
    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.
    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.
    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.
    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.
    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.
Sergius Gonzaga. Adaptado.
De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Na crônica, a preocupação com forma está acima da linguagem acessível e clara.
( ) A crônica está diretamente ligada ao cotidiano.
( ) Muitos críticos consideram a crônica um gênero menor.
 

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