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Foram encontradas 50 questões.

2395012 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Qual a melhor opção terapêutica para controle do primeiro episódio de sangramento digestivo por ruptura de varizes esofagianas em um paciente cirrótico?
 

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2394618 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Num paciente com diarreia aguda após ingestão de alimento contaminado com toxina do Staphylococcus aureus, que item não deve ser utilizado?
 

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TEXTO 2
O “papa-figo”
Dizem que, no século XIX, no Recife, o chefe de uma família rica sofreu de uma grave enfermidade. Ficou pálido, recluso e abatido. Os médicos falavam de uma "doença do sangue", só que não conseguiram encontrar uma medicação eficiente. Não havia quem não se assustasse só de olhá-lo. Para uns, mais supersticiosos, ele estava virando um lobisomem.
Até que um negro velho, empregado da família, falou para o senhor que o remédio era "figo" de criança nova, isto é, fígado, no vocabulário do velho homem. O próprio velho saía pelas ruas com um saco nas costas, pegando os meninos: quanto mais gordos e corados, melhor. Quando perguntavam, dizia que levava ossos de boi e de carneiro para refinar açúcar.
Na casa grande, o fígado era retirado, e, com o passar do tempo e com a utilização daquela "medicação", o senhor melhorou.
[...]
Texto disponível no site: http://www.sobrenatural.org/lenda_urbana/detalhar/5956/o_. Acessso em 27/03/2010. Adaptado.
Assinale a alternativa em que as regras da concordância (verbal e nominal) foram obedecidas.
 

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TEXTO 2
O “papa-figo”
Dizem que, no século XIX, no Recife, o chefe de uma família rica sofreu de uma grave enfermidade. Ficou pálido, recluso e abatido. Os médicos falavam de uma "doença do sangue", só que não conseguiram encontrar uma medicação eficiente. Não havia quem não se assustasse só de olhá-lo. Para uns, mais supersticiosos, ele estava virando um lobisomem.
Até que um negro velho, empregado da família, falou para o senhor que o remédio era "figo" de criança nova, isto é, fígado, no vocabulário do velho homem. O próprio velho saía pelas ruas com um saco nas costas, pegando os meninos: quanto mais gordos e corados, melhor. Quando perguntavam, dizia que levava ossos de boi e de carneiro para refinar açúcar.
Na casa grande, o fígado era retirado, e, com o passar do tempo e com a utilização daquela "medicação", o senhor melhorou.
[...]
Texto disponível no site: http://www.sobrenatural.org/lenda_urbana/detalhar/5956/o_. Acessso em 27/03/2010. Adaptado.
O Texto 2 é uma lenda. Dentre as características desse gênero, estão nele expressas as seguintes:
1. ser um texto relacionado a um lugar geograficamente determinado.
2. ser uma narração na qual fatos históricos são recontados pela tradição popular.
3. ser elaborado privilegiadamente com uma linguagem formal, com excesso de rebuscamentos morfossintáticos.
4. ser um texto que tem forte relação com os costumes e tradições de um povo, além de carregado de representações simbólicas.
Estão corretas, apenas:
 

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2394175 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Em qual dos pacientes abaixo descritos não está indicado o uso de estatinas?
 

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2393784 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Um paciente de 30 anos procurou o médico com queixas de tosse seca irritativa, febre baixa e leve dispnéia há 10 dias. Ao exame percebem-se hiperemia na parede posterior da faringe, pequenas adenomegalias cervicais e sibilos à ausculta respiratória. Negava antecedentes de broncoespasmo. O hemograma foi normal. Qual a melhor opção terapêutica para o caso?
 

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2392049 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Um paciente solicita sua opinião acerca de resultados de sorologia para Hepatite B, que demonstraram: HBsAg, anti- HBc e anti-HBe negativos, com anti-HBs positivo. Que orientação deve ser dada a este paciente?
 

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2391919 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Qual das opções abaixo é segura para tratamento de insuficiência cardíaca em um paciente renal crônico em tratamento conservador que evolui com hipercalemia?
 

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TEXTO 1
Superstições e crendices
Foi o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que gerou nos homens crenças supersticiosas(A). As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer, pois não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem, as bruxas, e em feitiços jogados, mau-olhado ou olho gordo. Mas há crendices que não implicam medo ou defesa de algum mal(C), como por exemplo:(D) as sortes tiradas nas festas do ciclo junino; a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo; a criança jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes, dentre outras.
Há também superstições ligadas a fatos da vida humana, como as relacionadas à gravidez e ao parto(B). Elas são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas, havia a crença de que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar no bebê. Entre os índios da Amazônia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo do curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas nem podem comer paca, pois, do contrário, não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas. Abaixo, há alguns exemplos dessas crendices.(E)
• Não deixe uma tesoura aberta por muito tempo. Dá azar.
• Ao acompanhar um enterro, não entre no cemitério antes do caixão.
• Não pise num rabo de gato, pois atrai malefícios.
• Não passe debaixo de escadas ou quebre espelho. Dá azar.
• Deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário.
ALBUQUERQUE, Cristiana et. al. Português. 7° ano. São José dos Campos, SP: Poliedro, 2009, p.20. Adaptado.
Analisando a função de alguns elementos linguísticos do Texto 1, assinale a alternativa correta.
 

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TEXTO 1
Superstições e crendices
Foi o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que gerou nos homens crenças supersticiosas. As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer, pois não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem, as bruxas, e em feitiços jogados, mau-olhado ou olho gordo. Mas há crendices que não implicam medo ou defesa de algum mal, como por exemplo: as sortes tiradas nas festas do ciclo junino; a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo; a criança jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes, dentre outras.
Há também superstições ligadas a fatos da vida humana, como as relacionadas à gravidez e ao parto. Elas são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas, havia a crença de que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar no bebê. Entre os índios da Amazônia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo do curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas nem podem comer paca, pois, do contrário, não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas. Abaixo, há alguns exemplos dessas crendices.
Não deixe uma tesoura aberta por muito tempo. Dá azar.(B)
Ao acompanhar um enterro, não entre no cemitério antes do caixão.(D)
Não pise num rabo de gato, pois atrai malefícios.(C)
Não passe debaixo de escadas ou quebre espelho. Dá azar.(E)
Deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário.(A)
ALBUQUERQUE, Cristiana et. al. Português. 7° ano. São José dos Campos, SP: Poliedro, 2009, p.20. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a relação semântica indicada entre parênteses corresponde àquela que, de fato, se apresenta no enunciado dado.
 

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