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TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
A autoria, a temática abordada e a disposição organizacional do poema inscrevem-no na produção brasileira
 

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2398982 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 4
Chamem o Samu
O Recife tem um cardápio enorme e variado de opções sobre como morrer mais depressa de enfarte sendo apenas um cidadão submetido às deficiências da cidade. As condições das calçadas: essas já foram eleitas como causa hors concours, mas também podem produzir número razoável de outros problemas como pernas quebradas, por exemplo. Buracos já não deixam motoristas a ponto de cair fulminados – porque, pelo menos, ninguém mais é obrigado a pagar a taxa cobrada a pretexto de dar cabo deles –, porém ainda fazem as doenças de pele provenientes de estresse irromper tão logo o carro despenca em um. Na lista, o lixo continua ocupando lugar de destaque entre os vilões da saúde dos recifenses, pois eles não podem fazer mais do que engolir sapo caladinhos sempre que gente de fora mete o sarrafo na sujeira, garantindo que Bagdá perde feio. Se estrangeiros comparam a iluminação do Recife à de Berlim dos tempos do Holocausto, comichões são inevitáveis, seguidos dos mais diversos tiques nervosos, reações que se repetem quando visitantes torpedeiam a bagunça em que se transformou o comércio informal, no centro. Mais graves são os sintomas de morte súbita a que estão sujeitos aqueles cidadãos preocupados com a cultura e o patrimônio histórico, dois segmentos jogados às traças. Enquanto a cidade não consegue avançar um milímetro no primeiro quesito, no segundo só faz engatar marcha à ré, permitindo que a memória da cidade vire pó para saciar o apetite de grupos econômicos e do segmento imobiliário. A lista de vilões do coração é grande mesmo. Mas, de uns tempos para cá, o que pode dar férias eternas ao baticum no peito de recifenses comuns é a ausência da CTTU em questões básicas de sua alçada. Alguém já experimentou circular por várias ruas de mão dupla, na Zona Sul, onde há carros estacionados de um lado e de outro e o cidadão precisa ter nascido no Tibet para esperar calmamente o que vem lá no começo da rua alcançar o fim dela? Apenas aqueles que se dão ao trabalho de conferir o caos ou não têm como se livrar dele descobrem que essa é uma das maneiras mais eficientes de, no Recife, sofrer um ataque cardíaco. Só falta mesmo a CTTU dizer que quem tiver achando ruim ou com o coração em perigo, chame o Samu.
Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/27/urbana4_0.asp Acesso em 08 de jun. 2010.
A linha argumentativa seguida pela autora anuncia-se desde o título e, no corpo do texto, é mantida através das referências
 

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2398416 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
Em relação à função da linguagem implicada no texto, pode- se afirmar, com correção, que predomina a função
 

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2398127 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
O poema alude a uma concepção de ensino de língua que se opõe àquela em que o erro representa
 

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2397652 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
A polissemia da palavra língua é explorada em:
 

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2397478 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
No texto, há a defesa de um mito bastante divulgado sobre linguagem. O referido “mito” é
 

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Para elaborar sequências didáticas, que tenham por base uma concepção construtivista de aprendizagem e de atenção à diversidade, Zabala (1998) recomenda que o professor contemple atividades que:
1. partam dos conhecimentos prévios de cada aluno acerca dos novos conteúdos de aprendizagem.
2. representem um desafio para os alunos em geral, fazendo-os avançar conceitualmente.
3. contemplem conteúdos significativos e funcionais para os meninos e as meninas.
4. desenvolvam competências de saber fazer, saber ser e saber conviver.
5. partam de itinerários formativos gerais que serão adaptados à realidade de sua turma.
São corretas:
 

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2396362 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 4
Chamem o Samu
O Recife tem um cardápio enorme e variado de opções sobre como morrer mais depressa de enfarte sendo apenas um cidadão submetido às deficiências da cidade. As condições das calçadas: essas já foram eleitas como causa hors concours, mas também podem produzir número razoável de outros problemas como pernas quebradas, por exemplo. Buracos já não deixam motoristas a ponto de cair fulminados – porque, pelo menos, ninguém mais é obrigado a pagar a taxa cobrada a pretexto de dar cabo deles –, porém ainda fazem as doenças de pele provenientes de estresse irromper tão logo o carro despenca em um. Na lista, o lixo continua ocupando lugar de destaque entre os vilões da saúde dos recifenses, pois eles não podem fazer mais do que engolir sapo caladinhos sempre que gente de fora mete o sarrafo na sujeira, garantindo que Bagdá perde feio. Se estrangeiros comparam a iluminação do Recife à de Berlim dos tempos do Holocausto, comichões são inevitáveis, seguidos dos mais diversos tiques nervosos, reações que se repetem quando visitantes torpedeiam a bagunça em que se transformou o comércio informal, no centro. Mais graves são os sintomas de morte súbita a que estão sujeitos aqueles cidadãos preocupados com a cultura e o patrimônio histórico, dois segmentos jogados às traças. Enquanto a cidade não consegue avançar um milímetro no primeiro quesito, no segundo só faz engatar marcha à ré, permitindo que a memória da cidade vire pó para saciar o apetite de grupos econômicos e do segmento imobiliário. A lista de vilões do coração é grande mesmo. Mas, de uns tempos para cá, o que pode dar férias eternas ao baticum no peito de recifenses comuns é a ausência da CTTU em questões básicas de sua alçada. Alguém já experimentou circular por várias ruas de mão dupla, na Zona Sul, onde há carros estacionados de um lado e de outro e o cidadão precisa ter nascido no Tibet para esperar calmamente o que vem lá no começo da rua alcançar o fim dela? Apenas aqueles que se dão ao trabalho de conferir o caos ou não têm como se livrar dele descobrem que essa é uma das maneiras mais eficientes de, no Recife, sofrer um ataque cardíaco. Só falta mesmo a CTTU dizer que quem tiver achando ruim ou com o coração em perigo, chame o Samu.
Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/27/urbana4_0.asp Acesso em 08 de jun. 2010.
Identifique, entre as proposições abaixo, aquela que se filia a uma perspectiva adequada de ensino da linguagem oral na escola.
 

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2396053 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 4
Chamem o Samu
O Recife tem um cardápio enorme e variado de opções sobre como morrer mais depressa de enfarte sendo apenas um cidadão submetido às deficiências da cidade. As condições das calçadas: essas já foram eleitas como causa hors concours, mas também podem produzir número razoável de outros problemas como pernas quebradas, por exemplo. Buracos já não deixam motoristas a ponto de cair fulminados – porque, pelo menos, ninguém mais é obrigado a pagar a taxa cobrada a pretexto de dar cabo deles –, porém ainda fazem as doenças de pele provenientes de estresse irromper tão logo o carro despenca em um. Na lista, o lixo continua ocupando lugar de destaque entre os vilões da saúde dos recifenses, pois eles não podem fazer mais do que engolir sapo caladinhos sempre que gente de fora mete o sarrafo na sujeira, garantindo que Bagdá perde feio. Se estrangeiros comparam a iluminação do Recife à de Berlim dos tempos do Holocausto, comichões são inevitáveis, seguidos dos mais diversos tiques nervosos, reações que se repetem quando visitantes torpedeiam a bagunça em que se transformou o comércio informal, no centro. Mais graves são os sintomas de morte súbita a que estão sujeitos aqueles cidadãos preocupados com a cultura e o patrimônio histórico, dois segmentos jogados às traças. Enquanto a cidade não consegue avançar um milímetro no primeiro quesito, no segundo só faz engatar marcha à ré, permitindo que a memória da cidade vire pó para saciar o apetite de grupos econômicos e do segmento imobiliário. A lista de vilões do coração é grande mesmo. Mas, de uns tempos para cá, o que pode dar férias eternas ao baticum no peito de recifenses comuns é a ausência da CTTU em questões básicas de sua alçada. Alguém já experimentou circular por várias ruas de mão dupla, na Zona Sul, onde há carros estacionados de um lado e de outro e o cidadão precisa ter nascido no Tibet para esperar calmamente o que vem lá no começo da rua alcançar o fim dela? Apenas aqueles que se dão ao trabalho de conferir o caos ou não têm como se livrar dele descobrem que essa é uma das maneiras mais eficientes de, no Recife, sofrer um ataque cardíaco. Só falta mesmo a CTTU dizer que quem tiver achando ruim ou com o coração em perigo, chame o Samu.
Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/27/urbana4_0.asp Acesso em 08 de jun. 2010.
Aponte, entre as alternativas abaixo, aquela que representa uma atividade que tenha por base a perspectiva da análise linguística.
 

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2396041 Ano: 2010
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AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
A linguagem plena de significados com que o poeta alude, especificamente, ao texto escrito está mais evidente em:
 

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