Foram encontradas 50 questões.
Observe as figuras a seguir.

Joaquin Torres Garcia. O Norte é o Sul. Desenho, 1943. Disponível em: <https://www.pacodasartes.org.br>.

Emiliano di Cavalcanti. Capa do catálogo da exposição de arte da Semana de
Arte Moderna, organizada por Mário de Andrade e Grupo dos Cinco, 1922.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/>.
Considerando a comemoração do Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, as duas imagens e as ideias que representam convergem em uma perspectiva de produção artística que dá ênfase
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Leia o texto a seguir.
A narrativa transmídia refere-se a uma nova estética que surgiu em resposta à convergência das mídias – uma estética que faz novas exigências aos consumidores e depende da participação ativa de comunidades de conhecimento. A narrativa transmidiática é a arte da criação de um universo. Para viver uma experiência plena num universo ficcional, os consumidores devem assumir o papel de caçadores e coletores, perseguindo pedaços da história pelos diferentes canais, comparando suas observações com as de outros fãs, em grupos de discussão on-line, e colaborando para assegurar que todos os que investiram tempo e energia tenham uma experiência de entretenimento mais rica.
JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2009, p. 47.
Conforme afirma Henry Jenkins, a narrativa transmídia forma uma tríade com os seguintes elementos:
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Um dos principais representantes da arte sacra no Brasil é o escultor Antônio Francisco Lisboa, cuja obra é caracterizada pelo:
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No período colonial no Brasil, e nos demais países da América Latina, o papel atribuído à arte foi de uma ferramenta para
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Observe a figura a seguir para responder às questões de 35 a 36.

Marcel Duchamp. Roda de bicicleta, 1913/réplica 1964. Fonte: The Israel Museum, Jerusalem.
A Roda de bicicleta, de autoria do artista Marcel Duchamp, pode ser classificada como:
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Observe a figura a seguir para responder às questões de 35 a 36.

Marcel Duchamp. Roda de bicicleta, 1913/réplica 1964. Fonte: The Israel Museum, Jerusalem.
A indicação da autoria, análise e interpretação da imagem permite inferir que se trata de uma obra que reflete:
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Leia o texto a seguir.
As abordagens de arte na contemporaneidade pressupõem também um trabalho múltiplo e integrador entre várias áreas de conhecimento. Inclusive as linguagens artísticas, que no passado apresentavam-se de formas bem delimitadas, hoje integram-se em projetos comuns, como a performance, a instalação, a cyber-art, o videoclipe, em que a visualização, construção, som, movimento, dramatização, convergem para um fim único. Além disso, pressupõem articulações com outros conhecimentos como a física, a matemática, a arquitetura, a história, a informática, a ecologia etc.
FERRAZ, Maria Heloisa C.; FUSARI, Maria F. de Resende. Metodologias do Ensino de Arte: fundamentos e proposições. São Paulo : Cortez 2018, p. 65-66.
O fragmento faz referência aos aspectos
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A pesquisadora Rosa Iavelberg (2003) entende que é por meio do desenho curricular que a visão que temos da educação, bem como o papel da escola, pode ser transformada. E para que essa transformação ocorra, faz-se necessário que tenhamos consciência de alguns elementos que compõem nossas intenções educativas, em diálogo com o projeto de currículo com o qual dialogamos. Tais intenções são expostas por meio dos conteúdos escolhidos, cuja natureza permeia as seguintes categorias:
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O Documento Curricular para Goiás (DC-GO) visa a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no contexto goiano e apresenta como objetivo principal:
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Leia o texto a seguir.
No currículo se joga um jogo decisivo. Qual é nossa aposta, qual é nosso lado, nesse jogo? O que vamos produzir no currículo entendido como prática cultural? Os significados e os sentidos dominantes, as representações que os grupos dominantes fazem de si e dos outros, as identidades hegemônicas? Vamos fazer do currículo um campo fechado, impermeável à produção de significados e de identidades alternativas? Será nosso papel o de conter a produtividade das práticas de significação que formam o currículo? Ou vamos fazer do currículo o campo aberto que ele é, um campo de disseminação de sentido, um campo de polissemia, de produção de identidades voltadas para o questionamento e para a crítica? Evidentemente, a resposta é uma decisão moral, ética, política, de cada um/a de nós. Temos de saber, entretanto, que o resultado do jogo depende dessa decisão, da decisão de tomarmos partido. O currículo é, sempre e desde já, um empreendimento ético, um empreendimento político. Não há como evitá-lo.
SILVA, Tomaz Tadeu. O currículo como fetiche: a poética e a política do texto curricular. Belo Horizonte: Autêntica, 2001, p. 29.
Nesse fragmento, o autor discorre sobre o currículo como prática de significação. Sob esse aspecto, o processo de avaliação em Arte-Educação convida a pensar
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