Foram encontradas 25 questões.
Considere que Gonçalves está a, aproximadamente, 458 km da capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte. Quantos quilômetros serão percorridos na ida e na volta entre Gonçalves e Belo Horizonte?
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Se, no ano de 2021, o mês de fevereiro teve 28 dias, então, somando todos os dias correspondentes aos meses de janeiro, fevereiro e março, quantos dias desse mesmo ano teremos no total?
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Se o dia 9 de novembro de 2021 ocorreu em uma terça- -feira, então o dia 19 de novembro do ano de 2021 correspondeu a que dia da semana?
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Considerando que a cidade de Gonçalves possuía, no ano de 2020, aproximadamente, 4.220 habitantes, quantos habitantes precisariam mudar para Gonçalves para que a cidade tenha 5.000 habitantes?
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A fundação da cidade de Gonçalves data de 1º de março de 1963. Sendo assim, no ano de 2021, o munícipio completou quantos anos?
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Leia a charge a seguir:

(Disponível em: Brainly.com.br. Acesso em: 31/12/2021.)
De acordo com a charge, é possível observar que o consumismo transforma a sociedade ocasionando:
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Consumismo
A gente sabe que a capacidade de querer e de viabilizar o desejo tem tudo a ver com a sobrevivência da espécie. Não só dos aspectos instintivos como comer, beber e proteger- -se do frio, mas também de outros impulsos, como os sociais. Para que alguém seja capaz de se prover de comida, água e teto, precisa querer com força suficiente para conseguir vencer as naturais dificuldades.
Tornou-se fácil alcançar a comida: estende-se o braço até a prateleira, aponta-se para o balconista ou faz-se uma encomenda por telefone. Bem diferente da obtenção de alimento em sociedades de coletores, pescadores ou caçadores.
Durante os milhares de anos que nos separam deles, manteve-se a necessidade de querer. Agora, que nem dinheiro temos de carregar, o que fazer com essa matriz mental desejosa acoplada ao nosso viver?
Atualmente o que chamamos de consumismo é “ter para ser”, já que o sobreviver mudou tanto. Para uma parcela razoável da humanidade, sobreviver tornou-se fácil demais. Mas continuamos querendo, almejando como antes.
(MAUTNER, Anna Verônica. Consumismo. Equilíbrio. Folha de São Paulo. Adaptado.)
Assinale, a seguir, a única palavra citada no texto que se encontra no masculino:
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Consumismo
A gente sabe que a capacidade de querer e de viabilizar o desejo tem tudo a ver com a sobrevivência da espécie. Não só dos aspectos instintivos como comer, beber e proteger- -se do frio, mas também de outros impulsos, como os sociais. Para que alguém seja capaz de se prover de comida, água e teto, precisa querer com força suficiente para conseguir vencer as naturais dificuldades.
Tornou-se fácil alcançar a comida: estende-se o braço até a prateleira, aponta-se para o balconista ou faz-se uma encomenda por telefone. Bem diferente da obtenção de alimento em sociedades de coletores, pescadores ou caçadores.
Durante os milhares de anos que nos separam deles, manteve-se a necessidade de querer. Agora, que nem dinheiro temos de carregar, o que fazer com essa matriz mental desejosa acoplada ao nosso viver?
Atualmente o que chamamos de consumismo é “ter para ser”, já que o sobreviver mudou tanto. Para uma parcela razoável da humanidade, sobreviver tornou-se fácil demais. Mas continuamos querendo, almejando como antes.
(MAUTNER, Anna Verônica. Consumismo. Equilíbrio. Folha de São Paulo. Adaptado.)
A divisão silábica está INCORRETA em:
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Consumismo
A gente sabe que a capacidade de querer e de viabilizar o desejo tem tudo a ver com a sobrevivência da espécie. Não só dos aspectos instintivos como comer, beber e proteger- -se do frio, mas também de outros impulsos, como os sociais. Para que alguém seja capaz de se prover de comida, água e teto, precisa querer com força suficiente para conseguir vencer as naturais dificuldades.
Tornou-se fácil alcançar a comida: estende-se o braço até a prateleira, aponta-se para o balconista ou faz-se uma encomenda por telefone. Bem diferente da obtenção de alimento em sociedades de coletores, pescadores ou caçadores.
Durante os milhares de anos que nos separam deles, manteve-se a necessidade de querer. Agora, que nem dinheiro temos de carregar, o que fazer com essa matriz mental desejosa acoplada ao nosso viver?
Atualmente o que chamamos de consumismo é “ter para ser”, já que o sobreviver mudou tanto. Para uma parcela razoável da humanidade, sobreviver tornou-se fácil demais. Mas continuamos querendo, almejando como antes.
(MAUTNER, Anna Verônica. Consumismo. Equilíbrio. Folha de São Paulo. Adaptado.)
No fragmento “Agora, que nem dinheiro temos de carregar, o que fazer com essa matriz mental desejosa acoplada ao nosso viver?” (3º§), o ponto de interrogação ( ? ) foi utilizado para:
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Consumismo
A gente sabe que a capacidade de querer e de viabilizar o desejo tem tudo a ver com a sobrevivência da espécie. Não só dos aspectos instintivos como comer, beber e proteger- -se do frio, mas também de outros impulsos, como os sociais. Para que alguém seja capaz de se prover de comida, água e teto, precisa querer com força suficiente para conseguir vencer as naturais dificuldades.
Tornou-se fácil alcançar a comida: estende-se o braço até a prateleira, aponta-se para o balconista ou faz-se uma encomenda por telefone. Bem diferente da obtenção de alimento em sociedades de coletores, pescadores ou caçadores.
Durante os milhares de anos que nos separam deles, manteve-se a necessidade de querer. Agora, que nem dinheiro temos de carregar, o que fazer com essa matriz mental desejosa acoplada ao nosso viver?
Atualmente o que chamamos de consumismo é “ter para ser”, já que o sobreviver mudou tanto. Para uma parcela razoável da humanidade, sobreviver tornou-se fácil demais. Mas continuamos querendo, almejando como antes.
(MAUTNER, Anna Verônica. Consumismo. Equilíbrio. Folha de São Paulo. Adaptado.)
Em “Mas continuamos querendo, almejando como antes.” (4º§), a palavra apontada expressa ideia de:
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