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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
O título “Você se Considera um Empreendedor?” tem o objetivo de:
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Avalie as assertivas abaixo:
I. A expectativa de vida da população mundial vem aumentando progressivamente ao longo dos últimos anos e no Brasil hoje já ultrapassa os 70 anos de idade.
II. Contribuem para a elevação da expectativa de vida o controle de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, e dislipidemia.
III. A expectativa de vida de uma população está diretamente associada à seu nível educacional.
IV. Os recentes avanços tecnológicos, com a incorporação da eletrônica à propedêutica médica, foram os grandes responsáveis pelo salto na expectativa de vida da população mundial nos últimos anos.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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Um adolescente de 14 anos de idade iniciou com queixa de desconforto em cólica, difusamente distribuído, mas principalmente em região epigástrica; após 12 horas, a dor localizou-se na fossa ilíaca direita. Apresentava também náusea e teve um episódio de vômito. Ao exame físico, estava com 37,8ºC, dor à palpação em fossa ilíaca direita. Fez um hemograma que mostrava leucócitos de 13.500 cells, sem desvio para esquerda e não havia anemia.
Assinale a alternativa CORRETA sobre este caso:
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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
Releia a seguinte passagem texto:
“Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade...”
O uso do termo “realmente” demonstra uma:
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Um paciente de 70 anos de idade, morador da cidade, apresenta Fibrilação Atrial Crônica devido a valvulopatia reumática e aumento importante do átrio esquerdo.
Qual das alternativas abaixo seria mais apropriada para seu tratamento?
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Das medicações abaixo, qual NÃO deve ser usada no tratamento da Insuficiência Cardíaca Congestiva Descompensada?
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Dos métodos contraceptivos citados, apresenta(m) contraindicação para uma mulher de 28 anos com história recente de embolia pulmonar:
I. Anticoncepcional oral.
II. Dispositivo Intra-uterino (DIU)
III. Diafragma.
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Você foi convidado a fazer uma palestra sobre os riscos do tabagismo e quais a opções para cessar o uso do cigarro.
Qual das opções abaixo NÃO se mostra eficaz nos programas antitabagismo?
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Você se considera um empreendedor?
Ricardo Melo*
Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
Observe o fragmento:
“É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam”.
O verbo “ver”, nesse contexto, obedece à mudança gráfica:
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Muitas pessoas, ao ouvirem essa pergunta, respondem imediatamente que não, pois não são empresários ou comerciantes. Fato curioso essa associação imediata da idéia empreendedora a essas opções profissionais e o esquecimento de como a competência empreendedora está intimamente ligada a muitas outras escolhas e posturas.
O verbo empreender vem do latim emprehendo ou impraehendo e quer dizer – a habilidade de executar uma tarefa. Com o tempo passou a ser sinônimo de ousadia, coragem e visão de futuro. Seja como for, é importante você parar para pensar em como é possível viver essa postura empreendedora.
Quando ouvimos falar de um estudante que vem do interior para a capital, ou de um jovem casal que assume o matrimônio, mesmo sem tantas facilidades materiais, estamos falando de atitudes empreendedoras em relação a vida.
Essa essência é a mesma que leva pessoas arrojadas a abrirem negócios, a se arriscarem em inúmeras situações em que haja ou não ganho material, mas que proporcione um senso de realização. Sendo assim, creio que todo ser humano é um pouco empreendedor, embora poucas pessoas tenham essa consciência e se esforcem por desenvolver essa habilidade.
E em momentos históricos como o nosso, em que se costuma falar de crise, nada melhor que alimentar nossa energia empreendedora e dela tirar substrato para construir uma mentalidade empreendedora. Pensar como um empreendedor é sempre procurar novos caminhos ou novas e melhores formas de caminhar.
É olhar para o horizonte, ver o que todos veem, mas enxergar o que poucos enxergam. É dar-se o direito de sonhar e agir para concretizar o sonho. E, acima de tudo, aliar persistência ao bom senso de se divertir enquanto vai em busca do que tanto deseja.
Utopia? Para algumas pessoas, sim, mas para quem realmente ama a vida e deseja vivê-la com intensidade é apenas mais uma postura mental a ser cultivada, que propiciará a seu portador grandes possibilidades de construir a sua própria história .
Você se considera um empreendedor? Ou, talvez, melhor: o que você pode fazer, a partir de agora para ser uma pessoa com pensamentos e atitudes mais empreendedoras?
(*Ricardo Melo é escritor, consultor e palestrante e especialista em coaching.)
A argumentação fundamentada entre os parágrafos 3 e 4 se dá por meio de
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