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Analise a função real quadrática abaixo:

\( f(x)=-\dfrac{3}{4}x^2-3x+2 \)

É correto afirmar que o valor máximo dessa função é:

 

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O mapa de um parque foi desenhado na escala de 1 : 25 000 (um para vinte e cinco mil). Considerando que 1 centímetro no mapa equivale a 25 000 centímetros na realidade, uma distância de 8 centímetros no mapa corresponde a:

 

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Feitos para esquecer

Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado no trecho a seguir, retirado do texto, sem causar alterações significativas ao seu sentido:

“Há afastamentos que não nascem de rupturas, mas de circunstâncias”.

 

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Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra na qual o número de letras e de fonemas seja igual.

 

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Feitos para esquecer

Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática da palavra sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto:

“nem todo desprendimento precisa de uma despedida”.

 

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Feitos para esquecer

Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação dos pronomes sublinhados:

“Pode ser que o objeto não tenha valor sentimental algum – e isso basta”.

 

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  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Sobre a classificação da palavra “guarda-chuvas”, é INCORRETO afirmar que trata-se de um substantivo:

 

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Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o sentido conferido aos trechos a seguir pelo uso das palavras ou expressões sublinhadas:

1. “são esquecidos sem alarde” (l. 01).

2. “Talvez porque funcionem bem como ausências” (l. 03).

3. “Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar” (l. 18).

 

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4090409 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
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Conforme o Protocolo de Precauções e Isolamento em Serviços de Saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2025), a correta paramentação e a correta desparamentação são etapas cruciais para garantir a eficácia das medidas de controle de infecção e a proteção dos profissionais durante o atendimento a pacientes. Sendo assim, enumere as etapas de paramentação abaixo conforme a ordem correta segundo a referência supracitada e considerando que será realizada, antes da primeira etapa, a higienização prévia das mãos.

( ) Colocar avental ou capote.

( ) Colocar gorro.

( ) Higienizar as mãos.

( ) Colocar óculos de proteção.

( ) Colocar máscara cirúrgica ou N95, dependendo do tipo de precaução.

( ) Colocar luvas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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4090408 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
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No dia a dia profissional do técnico em enfermagem, muitas siglas e terminologias de Enfermagem são utilizadas. Nesse sentido, conforme as Recomendações para Registros de Enfermagem no Exercício da Profissão (2023), a sigla AESP significa:

 

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