Foram encontradas 60 questões.
Uma escola recebeu 180 livros, 240 cadernos e 300 canetas para serem distribuídos igualmente entre o maior número possível de turmas, de modo que todas recebessem a mesma quantidade de cada material, sem sobrar nenhum item. Nessas condições, quantos livros cada turma recebeu?
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o fragmento a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado, por causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre:
“seguimos caminhos distintos, tornando-nos, pouco a pouco, parte da vida de outros”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:
● “___ vezes, lembramos tarde demais”.
● “o livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha”.
● “___ partir dali, seguimos caminhos distintos”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nos trechos a seguir, retirados do texto:
● “deixamos um guarda-chuva para trá....”.
● “as perdas tra....em um recado valioso”.
● “Não por desintere....e, mas porque permanecer”.
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Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
De acordo com a NBR ISO/IEC 27005, qual é a etapa subsequente à análise de riscos no processo de Gestão de Riscos de Segurança da Informação?
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Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
Qual é a característica que diferencia engenharia social de ataques tecnicamente baseados como malwares ou invasão de sistema?
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Par TrançadoPadrões de Cabo
Um técnico precisa criar um cabo de rede Categoria 5e usando par trançado. Qual é a sequência correta de cores para o padrão TIA/EIA 568B?
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
Sobre o padrão IEEE 802.11n, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
Em uma rede TCP/IP, qual é a função principal da máscara de rede ao segmentar endereços IP?
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
Em um fluxograma padrão ISO 5807, qual é a sequência correta de símbolos para um algoritmo que lê um número, verifica se é positivo e exibe mensagem?
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Caderno Container