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Sobre redes de computadores, assinale a alternativa CORRETA.
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Segundo a doutrina, são limitações constitucionais ao poder de tributar:
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No que diz respeito à competência tributária e à capacidade tributária ativa, é CORRETO o que se afirma em:
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Avalie com (V) verdadeiro ou (F) falso as seguintes proposições, considerando o que determina a Constituição Federal:
( ) Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. ( ) As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. ( ) Cabe à lei complementar dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
( ) Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. ( ) As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. ( ) Cabe à lei complementar dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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Segundo dispõe a Constituição Federal, é CORRETO afirmar que:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão:
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).
A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas,
sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica
do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo?
Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de
obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big
Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar
tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na
contramão da natureza.
A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações
ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar
de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não
podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no
século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a
grande bandeira dos ecologistas.[...]
Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de
combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa
desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação,
grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto
inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua
destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos
exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br).
( ) Mudanças na configuração do trabalho em virtude da inovação tecnológica e da inserção da inteligência artificial na produção industrial. ( ) Os benefícios da indústria 4.0 e a necessidade de controle da produção e consumo para manter o equilíbrio da economia. ( ) Negação de que a preocupação com o planeta resulta da conscientização quanto ao dever ecológico e moral de preservá-lo.
A sequência que responde CORRETAMENTE é:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão:
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).
A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas,
sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica
do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo?
Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de
obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big
Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar
tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na
contramão da natureza.
A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações
ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar
de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não
podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no
século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a
grande bandeira dos ecologistas.[...]
Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de
combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa
desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação,
grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto
inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua
destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos
exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br).
I- Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de obra se tornem mínimos. II- Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. III- Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia.
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- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão:
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).
A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas,
sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica
do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo?
Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de
obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big
Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar
tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na
contramão da natureza.
A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações
ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar
de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não
podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no
século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a
grande bandeira dos ecologistas.[...]
Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de
combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa
desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação,
grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto
inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua
destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos
exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br).
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- SintaxeConectivos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão:
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).
A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas,
sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica
do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo?
Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de
obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big
Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar
tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na
contramão da natureza.
A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações
ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar
de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não
podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no
século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a
grande bandeira dos ecologistas.[...]
Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de
combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa
desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação,
grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto
inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua
destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos
exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br).
I- No 1º parágrafo, o constituinte “um fato”, de natureza nominal, é usado como recurso de coesão lexical, para retomar o conteúdo expresso na oração precedente, correspondente à “chegada da indústria 4.0”. II- No 2º parágrafo, a expressão “para isso” combina os mecanismos de referenciação e sequenciação, pois, ao mesmo tempo que retoma a informação precedente, relativa ao “reajuste da produção e do consumo”, possibilita a continuidade tópica. III- No 3º parágrafo, o pronome “ela” é usado como elemento de coesão referencial, retomando outra expressão nominal anteriormente expressa “a indústria 4.0”.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão:
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).
A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas,
sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica
do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo?
Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de
obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big
Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar
tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na
contramão da natureza.
A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações
ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar
de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não
podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no
século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a
grande bandeira dos ecologistas.[...]
Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de
combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa
desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação,
grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto
inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua
destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos
exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br).
1. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. 2. Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. 3. Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. 4. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos exacerbados.
( ) Mudança de ação. ( ) Permanência de ação. ( ) Repetição de ação. ( ) Desenvolvimento gradual da ação.
A sequência CORRETA de associação é:
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