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É importante reconhecer, em cada criança como se dá a
aquisição e o desenvolvimento da leitura e escrita. As crianças
realizam hipóteses enquanto se apropriam da linguagem escrita,
passando pelas seguintes fases:
I. Pré-silábica: a criança registra suas ideias com traços, sem se preocupar com a correspondência sonora do que pretende escrever; II. Silábica: a criança estabelece as primeiras relações entre som e letra, utilizando uma letra para representar uma sílaba. III. Silábica-alfabética: a criança descobre que as sílabas podem ser representadas por mais de uma letra; Nesta fase, a criança apoia-se na oralidade para escrever; IV. Alfabético: a criança compreende melhor que a representação gráfica corresponde a valores sonoros; mostra-se mais atenta e habilidosa ao que lê e escreve.
Estão CORRETAS:
I. Pré-silábica: a criança registra suas ideias com traços, sem se preocupar com a correspondência sonora do que pretende escrever; II. Silábica: a criança estabelece as primeiras relações entre som e letra, utilizando uma letra para representar uma sílaba. III. Silábica-alfabética: a criança descobre que as sílabas podem ser representadas por mais de uma letra; Nesta fase, a criança apoia-se na oralidade para escrever; IV. Alfabético: a criança compreende melhor que a representação gráfica corresponde a valores sonoros; mostra-se mais atenta e habilidosa ao que lê e escreve.
Estão CORRETAS:
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São alguns sinais sugestivos de distúrbio do processamento
auditivo, EXCETO:
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A Comunicação Ampliada e Alternativa constitui um sistema
integrado por quatro componentes que inclui, EXCETO:
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Dos subtipos de discalculia, refere-se à discalculia verbal,
EXCETO:
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De acordo com Pereira e Schochat (1997), existem as
habilidades perceptuais auditivas, desenvolvidas nos primeiros
anos de vida do ser humano. Essas habilidades são conhecidas
como o “processamento auditivo”, que é o conjunto de habilidades
auditivas (específicas) das quais o indivíduo depende para
interpretar o que ouve. Esse processamento auditivo, segundo
Deuschle e Cechella apresentam habilidades como as descritas a
seguir das quais é INCORRETO afirmar:
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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