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Segundo a Lei nº 8.080, de 19/09/90, são critérios para o estabelecimento de valores a serem transferidos a estados, Distrito Federal e municípios:
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2203668
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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De acordo com o Código de Ética do Assistente Social — Resolução CFESS nº 273/1993, as infrações praticadas por profissionais acarretarão penalidades, na forma dos dispositivos legais e/ou regimentais.
Em relação as penalidades aplicáveis e previstas no Código de Ética do Assistente Social, marque com V os itens verdadeiros e com F, os falsos.
( ) Multa.
( ) Advertência reservada.
( ) Advertência pública.
( ) Ressarcimento de despesas de custeio processual.
( ) Cassação do registro profissional.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Para Lewgoy e Silveira (2007), a entrevista exige o estabelecimento de etapas para o seu desenvolvimento, sendo o planejamento a primeira delas. Isso requer do profissional de serviço social organização para realizá-la, considerando que sua ação está sustentada pelos eixos teórico, técnico e ético-político.
Para tanto, o entrevistador tem de
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2203610
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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O Serviço Social, desde a sua origem, se apresenta como uma profissão influenciada pelo conservadorismo moral e político. Até 1986, os Códigos de Ética profissionais apresentam perspectiva ética tradicional conservadora. O Código de Ética de 1993 altera essa perspectiva e define enquanto direito do assistente social
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O Pacto pela Vida, Portaria/GM nº 399, de 22 de fevereiro de 2006, contempla, entre as prioridades pactuadas, a saúde do idoso, definido como a pessoa com 60 anos ou mais e estabelece como uma das ações estratégicas o acolhimento para o enfrentamento das dificuldades de acesso.
Constitui-se diretriz para o trabalho nessa área
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O Pacto em Defesa do SUS tem como uma de suas diretrizes desenvolver e articular ações, no seu âmbito de competência e em conjunto com os demais gestores, que visem qualificar e assegurar o Sistema Único de Saúde como política pública.
Estão elencadas como Ações do Pacto em Defesa do SUS:
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O Pacto pela Vida, aprovado pelo Conselho Nacional de Saúde, em 2006, é o compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira.
Assinale com V a afirmativa que apresenta seus objetivos no sentido do fortalecimento da atenção básica e com F, as demais.
( ) Assumir a estratégia de Saúde da Família como estratégia prioritária para o fortalecimento da atenção básica, devendo seu desenvolvimento considerar as diferenças loco-regionais.
( ) Desenvolver ações de qualificação dos profissionais da atenção básica por meio de oferta de cursos de especialização e residência multiprofissional e em medicina da família.
( ) Garantir o financiamento da Atenção Básica como responsabilidade da esfera municipal de gestão do SUS.
( ) Aprimorar a inserção dos profissionais da Atenção Básica nas redes locais de saúde, por meio de vínculos de trabalho que favoreçam o provimento e a fixação dos profissionais.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Considerando o Pacto pela Saúde, instituído em 2006, é correto afirmar:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Arts. 5º e 6º: Objetivos e Atribuições
Com relação às disposições da Lei nº 8.080/90 referentes à Saúde do Trabalhador, é correto afirmar:
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Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem.
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz. Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário, como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado. O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas, segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos o tempo dos objetos; quero dizer que existimos segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas.
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo, considera-se feliz.
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo. Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Para o psicólogo Martin Seligman, a felicidade não é alcançada em virtude da
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