Foram encontradas 40 questões.
2203707
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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De acordo com o Anexo I, da Norma Regulamentadora nº 15, o limite máximo de exposição a ruído contínuo ou intermitente para um trabalhador com jornada diária de 6 horas, é
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2203676
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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O exame médico demissional é realizado até a data da homologação, a depender da data do último exame médico ocupacional, segundo o Quadro I, da Norma Regulamentadora no 4.
Portanto, o exame médico demissional será obrigatório, se o último exame médico ocupacional foi realizado há mais de
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O Médico do Trabalho, para fazer o diagnóstico de doença osteomuscular relacionada ao trabalho, deve estar atento para
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Asfixia e os riscos de câncer de fígado e de pele estão relacionados, respectivamente, com as exposições ocupacionais a
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2203555
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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De acordo com a Norma Regulamentadora no 4, da Portaria 3214/78, os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho — SESMT — devem ser dimensionados, considerando-se o
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A Política de Recursos Humanos, na área de saúde, será formalizada e executada, articuladamente, pelas diferentes esferas de governo, em cumprimento dos seguintes objetivos:
( ) Organizar os recursos humanos em todos os níveis de ensino.
( ) Elaborar programas de permanente aperfeiçoamento pessoal.
( ) Valorizar a dedicação exclusiva aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
( ) Legalizar o exercício de suas funções em mais de um estabelecimento do SUS para servidores que acumulam dois cargos.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Em relação à PAIR, é incorreto afirmar:
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Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem.
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz. Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário, como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado. O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas, segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos o tempo dos objetos; quero dizer que existimos segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas.
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo, considera-se feliz.
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo. Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Para o psicólogo Martin Seligman, a felicidade não é alcançada em virtude da
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Estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), exceto a
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O sinal de Finkelstein é um achado positivo de exame físico sugestivo para o diagnóstico de
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