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Lucas comprou alguns pacotes de biscoito em um
aplicativo e pagou ao todo R$ 68,00. Sabendo que cada
pacote custa R$ 8,00 e que foi cobrada uma taxa de
entrega de R$ 4,00, determine a quantidade de pacotes
de biscoito que Lucas comprou.
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Ao analisar o extrato de sua conta bancária, João
percebeu três descontos que ele não lembrava onde
havia gastado. Os descontos eram de: R$ 12,75, R$
8,40 e R$ 6,85. Qual é o valor total desses gastos?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Quanto aos princípios de coesão e coerência textuais, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Do ponto de vista do tipo de verbo e dos objetos, é CORRETO afirmar que:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no tempo e modo:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Quanto aos níveis de linguagem, é CORRETO afirmar que o texto utiliza:
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Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
O vocábulo destacado é constituído pelo processo de formação de palavras denominado:
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