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Foram encontradas 40 questões.

2634704 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Irecê-BA
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A incidência radiográfica axial do ombro no sentido ínfero-superior (método de Lawrence) define que:
 

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2634703 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Irecê-BA
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A Portaria MS/SVS nº 453/98 aprovou o regulamento técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em rediodiagnóstico médico e odontológico. Sobre os dosímetros, de acordo com a referida portaria, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O dosímetro individual é de uso exclusivo do usuário do dosímetro no serviço para o qual foi designado.
( ) Se houver suspeita de exposição acidental, o dosímetro individual deve ser enviado para leitura em caráter de urgência.
( ) Os dosímetros individuais destinados a estimar a dose efetiva devem ser utilizados na região menos exposta do tronco.
( ) Durante a utilização de avental plumbífero, o dosímetro individual deve ser colocado sobre o avental, aplicando-se um fator de correção de 1/5 para estimar a dose efetiva.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2634702 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Irecê-BA
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Os dosímetros pessoais são dispositivos usados para mensuração das doses as quais os profissionais são submetidos. Segundo a Portaria MS/SVS nº 453/98, “a obrigatoriedade do uso de dosímetro individual pode ser dispensada, a critério da autoridade sanitária local e mediante ato normativo, para os serviços odontológicos com equipamento periapical e carga de trabalho máxima inferior a mA min / semana”.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é
 

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2633687 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Irecê-BA
Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
Joaquina da Silva, após digitar o Texto 1 (contido na página 1) no MS Office 2010 – Word, na versão em Português, salvou o arquivo original exclusivamente em uma pasta não compartilhada em seu computador e resolveu enviá-lo eletronicamente para seu chefe utilizando os recursos disponíveis no próprio Word. Pode-se afirmar que os comandos usados por Joaquina para enviar o arquivo foram, sucessivamente,
 

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2633678 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Irecê-BA
Para responder a questão, analise a Figura 1, que apresenta uma planilha que é parte de um relatório criado no MS Office 2010 – Excel, na versão em Português, contendo dados fictícios de uma Empresa Pública.
Figura 1_Planilha
Enunciado 2917705-1
Fonte: Elaboração própria (2017)
Considerando que a célula E4 contém a fórmula =B4-(C4*2+D4), o valor apresentado em D4 é:
 

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2633647 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Irecê-BA
Para responder a questão, analise a Figura 1, que apresenta uma planilha que é parte de um relatório criado no MS Office 2010 – Excel, na versão em Português, contendo dados fictícios de uma Empresa Pública.
Figura 1_Planilha
Enunciado 2917704-1
Fonte: Elaboração própria (2017)
Considerando que a célula E10 contém a fórmula =B10-(C10+D10), o valor apresentado em E10 é:
 

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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.” .
A expressão destacada no trecho acima expressa o sentido de
 

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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“Quer experimentar algo mais simples e barato?”.
A expressão destacada no trecho acima pode ser substituída sem prejuízo de sentido por
 

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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.”
A expressão em destaque pode ser substituída sem prejuízo de sentido por
 

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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.”.
A palavra destacada no trecho acima é utilizada com o valor semântico de
 

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