Foram encontradas 40 questões.
As células sanguíneas são os elementos figurados do sangue e a contagem desses elementos auxilia na determinação ou exclusão de processos infecciosos. Sobre a contagem de células no sangue e os corantes utilizados neste processo, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os neutrófilos podem ser segmentados ou bastonetes.
( ) A proporção de hemácias para leucócitos é de milhões para mil.
( ) O líquido de Turk serve para romper as hemácias, favorecendo a contagem de leucócitos.
( ) Os corantes de Romanovisk servem para a contagem de leucócitos totais na câmara de newbauer.
( ) As células sanguíneas e de líquidos cavitários devem ser coletadas em tubo seco para contagem das células, seja manual ou em contadores automatizados.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Um paciente está muito grave em uma enfermaria hospitalar e você precisa adiantar a coleta de sangue para enviar para o laboratório. Sobre os tubos que devem ser escolhidos para realizar a referida coleta, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O hemograma é colhido em tubo com EDTA.
( ) O tubo com gel ou seco é utilizado para coleta de leucograma.
( ) O tubo com fluoreto de sódio serve para realizar todos os testes da bioquímica.
( ) O tubo com citrato de sódio serve para colher sangue para TP, TTPA, fibrinogênio e fatores da coagulação.
( ) O tubo com gel ou seco é utilizado para coleta de leucograma.
( ) O tubo com fluoreto de sódio serve para realizar todos os testes da bioquímica.
( ) O tubo com citrato de sódio serve para colher sangue para TP, TTPA, fibrinogênio e fatores da coagulação.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
Joaquina da Silva, após digitar o Texto 1 (contido na página 1) no MS Office 2010 – Word, na versão em Português, salvou o arquivo original exclusivamente em uma pasta não compartilhada em seu computador e resolveu enviá-lo eletronicamente para seu chefe utilizando os recursos disponíveis no próprio Word. Pode-se afirmar que os comandos usados por Joaquina para enviar o arquivo foram, sucessivamente,
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Para responder a questão, analise a Figura 1, que apresenta uma planilha que é parte de um relatório criado no MS Office 2010 – Excel, na versão em Português, contendo dados fictícios de uma Empresa Pública.
Figura 1_Planilha

Fonte: Elaboração própria (2017)
Considerando que a célula E4 contém a fórmula =B4-(C4*2+D4), o valor apresentado em D4 é:
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Para responder a questão, analise a Figura 1, que apresenta uma planilha que é parte de um relatório criado no MS Office 2010 – Excel, na versão em Português, contendo dados fictícios de uma Empresa Pública.
Figura 1_Planilha

Fonte: Elaboração própria (2017)
Considerando que a célula E10 contém a fórmula =B10-(C10+D10), o valor apresentado em E10 é:
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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.” .
A expressão destacada no trecho acima expressa o sentido de
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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“Quer experimentar algo mais simples e barato?”.
A expressão destacada no trecho acima pode ser substituída sem prejuízo de sentido por
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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.”
A expressão em destaque pode ser substituída sem prejuízo de sentido por
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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
“Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.”.
A palavra destacada no trecho acima é utilizada com o valor semântico de
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Mal aproveitado no Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água.
Tente imaginar as cidades brasileiras vistas de cima. Agora repare no desperdício que é a soma dos telhados de todas as edificações.
O modelo construtivo convencional banalizou a função dessa parte de casas, prédios, escolas, ginásios, estádios etc. Ainda hoje, ensina-se em muitos cursos de engenharia e arquitetura que o telhado é apenas um telhado.
Um reles arremate que cobre o que está embaixo. Não seria exagero chamar a isso de crime de lesa- cidade. No século 21, essas áreas ganham progressivamente importância e prestígio na promoção da qualidade de vida de seus donos com múltiplos usos inteligentes. Quem mora em São Paulo aprendeu isso na raça. No auge da crise hídrica, muita gente adaptou às pressas o telhado para captar água de chuva.
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), uma casa com 100 m² de área de telhado no centro da capital paulista pode captar água suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas em suas necessidades de limpeza e descarga do vaso sanitário, por exemplo.
Dependendo da localização, o telhado pode ser uma miniusina solar. Um kit completo, incluindo inversores e outros acessórios, custa cerca de R$ 15 mil e é capaz de reduzir em até 80% a conta de luz, com o retorno do capital investido em, no máximo, 12 anos. É caro, mas o valor vem caindo 5% ao ano.
O telhado verde, com o plantio de certas espécies mais indicadas para esse fim, promove o isolamento térmico e acústico e, se desejar, captação de água de chuva. Tudo isso sem falar no ar caprichoso da casa, que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm.
Quer experimentar algo mais simples e barato? Pinte todo o telhado com tinta branca reflexiva e reduza em até 70% a temperatura no interior da construção, além de refletir os raios solares que agravam o efeito estufa. Um projeto simples, de eficácia indiscutível e que assegura bem-estar pessoal e munição extra contra o aquecimento global.
Faltou ainda falar das lajes, que permitem ter jardins e hortas. Mas isso já é outra história.
TRIGUEIRO, André. Mal aproveitado no
Brasil, telhado de casas pode gerar energia e captar água. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro/2016/07/1794595-mal-aproveitado-no-brasil-telhado-de-casas-pode-gerarenergia- e- captar- agua.shtml>. Acesso em 14 ago. 2017 (Adaptado).
No trecho “[...] que fica parecendo ter saído de um conto de fada dos irmãos Grimm”. A palavra em destaque se refere a
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