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Foram encontradas 113 questões.

1423359 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
Saiu da garagem, pagou
A Holanda vai cobrar tarifa por quilômetro rodado de todos os carros do país.
A intenção é diminuir os enormes congestionamentos de trânsito.

Holanda, um dos países com maior densidade populacional da Europa, é também um dos que mais sofrem com
congestionamentos de trânsito. Nos horários de pico, em Amsterdã e arredores, as lentidões chegam a se estender por
1000 quilômetros. Na tentativa de diminuir essa tortura diária infligida aos cidadãos, o ministério dos transportes
holandês anunciou que, a partir de 2012, passará a cobrar uma taxa por quilômetro rodado de todos os carros que
circulam no país. A tarifa básica será de 3 centavos de euro por quilômetro, com previsão de reajuste gradual até chegar a
6,7 centavos em 2017. Os valores serão maiores nas vias mais movimentadas e nos horários com volume de trânsito
maior. Carros híbridos e muito econômicos terão descontos. Como compensação pela nova taxa, os impostos sobre
veículos serão reduzidos. Até a cobrança entrar em vigor, todos os motoristas holandeses terão de equipar seus carros
com aparelhos de GPS, que enviarão as informações sobre sua movimentação a uma central responsável pela cobrança. A
falta do GPS acarretará multa.
Com a medida, o governo holandês espera reduzir pela metade os congestionamentos de trânsito até 2020. Outra
consequência será a diminuição das emissões de gases do efeito estufa. Esse benefício é especialmente bem-visto num
país com boa parte de seu território abaixo do nível do mar. Caso se concretize a previsão de elevação dos oceanos
devido ao derretimento das geleiras do Ártico, a Holanda seria uma das primeiras vítimas da inundação das zonas
costeiras.

(Nathalia Butti/Veja - Edição 2146 / 6 de janeiro de 2010 / com adaptações)

No segundo parágrafo, a expressão “espera reduzir” indica que, com a medida anunciada quanto ao grande congestionamento de trânsito na Holanda, o governo:
 

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1423358 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
Saiu da garagem, pagou
A Holanda vai cobrar tarifa por quilômetro rodado de todos os carros do país.
A intenção é diminuir os enormes congestionamentos de trânsito.

Holanda, um dos países com maior densidade populacional da Europa, é também um dos que mais sofrem com
congestionamentos de trânsito. Nos horários de pico, em Amsterdã e arredores, as lentidões chegam a se estender por
1000 quilômetros. Na tentativa de diminuir essa tortura diária infligida aos cidadãos, o ministério dos transportes
holandês anunciou que, a partir de 2012, passará a cobrar uma taxa por quilômetro rodado de todos os carros que
circulam no país. A tarifa básica será de 3 centavos de euro por quilômetro, com previsão de reajuste gradual até chegar a
6,7 centavos em 2017. Os valores serão maiores nas vias mais movimentadas e nos horários com volume de trânsito
maior. Carros híbridos e muito econômicos terão descontos. Como compensação pela nova taxa, os impostos sobre
veículos serão reduzidos. Até a cobrança entrar em vigor, todos os motoristas holandeses terão de equipar seus carros
com aparelhos de GPS, que enviarão as informações sobre sua movimentação a uma central responsável pela cobrança. A
falta do GPS acarretará multa.
Com a medida, o governo holandês espera reduzir pela metade os congestionamentos de trânsito até 2020. Outra
consequência será a diminuição das emissões de gases do efeito estufa. Esse benefício é especialmente bem-visto num
país com boa parte de seu território abaixo do nível do mar. Caso se concretize a previsão de elevação dos oceanos
devido ao derretimento das geleiras do Ártico, a Holanda seria uma das primeiras vítimas da inundação das zonas
costeiras.

(Nathalia Butti/Veja - Edição 2146 / 6 de janeiro de 2010 / com adaptações)

Tendo em vista que cada texto é produzido em situações e contextos diferentes e que cada um deles cumpre uma finalidade específica, o texto “Saiu da garagem, pagou” tem por objetivo:
 

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1423357 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
O site do Detran/SE - Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe, com acesso em 02 de maio de 2010, demonstra em sua página a seguinte enquete:

Para você, qual é a maior causa de acidentes de trânsito em Sergipe?

( ) Despreparo dos condutores.
( ) Imprudência.
( ) Estradas mal conservadas.
( ) Falta de manutenção nos veículos.
( ) Ausência de policiamento.
( ) Não sei.

(www.detran.se.gov.br)
Considerando-se a construção da pergunta a partir da qual serão colhidas informações a respeito do trânsito em Sergipe subentende-se que:
 

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1423356 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
enunciado 1423356-1
Considerando slogan e imagem anteriores, depreende-se que tal campanha comunitária tem por finalidade:
 

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1423355 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
enunciado 1423355-1
O slogan “Para o corpo humano não existem peças originais” associado à parte visual do banner, indica:
 

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1423354 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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enunciado 1423354-1
A expressão “de fato” no período final do texto denota:
 

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1423059 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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enunciado 1423059-1
O autor faz analogias das diversas fases da vida: dos jovens, dos adultos e dos velhos. Assinale a que se refere aos velhos:
 

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1423058 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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enunciado 1423058-1
Analise as afirmativas a seguir:

I.Arapuca”, no segundo parágrafo pode ser substituída por “armadilha”, mantendo o valor semântico.

II. Em: “Eles a odeiam”, no segundo parágrafo, o pronome grifado refere-se à “multiplicidade”.

III. Em: “Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso”, no segundo parágrafo, a palavra grifada refere-se a “todas as direções”.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

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1422148 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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enunciado 1422148-1
Está correta a seguinte afirmativa:
 

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1421020 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Sobre simplicidade e sabedoria

(Adaptação, Rubem Alves, in Concerto para Corpo e Alma)

Pediram-me que escrevesse sobre simplicidade e sabedoria. Aceitei alegremente o convite sabendo que, para que tal pedido me tivesse sido feito, era necessário que eu fosse velho.

Os jovens e os adultos pouco sabem sobre o sentido da simplicidade. Os jovens são aves que voam pela manhã: seus voos são flechas em todas as direções. Seus olhos estão fascinados por dez mil coisas. Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso. Estão sempre prontos a de novo voar. Seu mundo é o mundo da multiplicidade. Eles a amam porque, nas suas cabeças, a multiplicidade é um espaço de liberdade. Com os adultos acontece o contrário. Para eles, a multiplicidade é um feitiço que os aprisionou, uma arapuca na qual nunca caíram. Eles a odeiam, mas não sabem como se libertar. Se, para os jovens, a multiplicidade tem o nome de liberdade, para os adultos, a multiplicidade tem o nome de dever. Os adultos são pássaros presos nas gaiolas do dever. A cada manhã dez mil coisas os aguardam com as suas ordens (para isso existem as agendas, lugar onde as dez mil coisas escrevem as suas ordens!). Se não forem obedecidas haverá punições.

No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o voo dos pássaros fica diferente. Em nada se parece com o seu voo pela manhã. Já observaram o voo das pombas no fim do dia? Elas voam numa única direção. Voltam pra casa, o ninho. As aves, ao crepúsculo, são simples. Simplicidade é isso: quando o coração busca uma coisa só.

(...)

Na multiplicidade nos perdemos: ignoramos o nosso desejo. Movemo-nos fascinados pela sedução das dez mil coisas. Acontece que, como diz o segundo poema do Tao-Te-Ching, “as dez mil coisas aparecem e desaparecem sem cessar”. O caminho da multiplicidade é um caminho sem descanso. Cada ponto de chegada é um ponto de partida. Cada reencontro é uma despedida. É um caminho onde não existe casa ou ninho.

(...)

O caminho da ciência e dos saberes é o caminho da multiplicidade. (...) Não há fim para as coisas que podem ser conhecidas e sabidas. O mundo dos saberes é um mundo de somas sem fim. É um caminho sem descanso para a alma. Não há saber diante do qual o coração possa dizer: “Cheguei, finalmente, ao lar”. Saberes não são lar.

(...)

Diz o Tao-Te-Ching: “Na busca do conhecimento a cada dia se soma uma coisa. Na busca da sabedoria a cada dia se diminui uma coisa.” (...) Sabedoria é a arte de degustar. A arte de degustar, distinguir, discernir. O homem dos saberes, diante da multiplicidade, “precipita-se sobre tudo o que é possível saber, na cega avidez de querer conhecer a qualquer preço”. Mas o sábio está à procura das “coisas dignas de serem conhecidas”. (...). A sabedoria é a arte de reconhecer e degustar a alegria. Nascemos para a alegria.

(...)

A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que ela provou e aprovou. Aprovadas foram as expectativas que deram alegria. O que valeu a pena está destinado à eternidade. A saudade é o resto da eternidade refletido no rio do tempo.

Ando pelas cavernas da minha memória. Há muitas coisas maravilhosas. Mas essas memórias, a despeito do seu tamanho, não me fazem nada. Não sinto vontade de chorar. Não sinto vontade de voltar.

Aí eu consulto o meu bolso da saudade. Lá se encontram pedaços do meu corpo, alegrias. Observo atentamente, e nada encontro que tenhas brilho no mundo da multiplicidade. São coisas pequenas, que nem foram notadas por outras pessoas.

Diz Guimarães Rosa que “felicidade só em raros momentos de distração...” Certo. Ela vem quando não se espera, em lugares que não se imagina. Dito por Jesus: “É como o vento: sopra onde quer, não sabe donde vem nem para onde vai...” Sabedoria é arte de provar e degustar a alegria, quando ela vem. Mas só dominam essa arte aqueles que têm a graça da simplicidade. Porque a alegria só mora nas coisas simples.

Analise as afirmativas a seguir:

I. “Arapuca”, no segundo parágrafo pode ser substituída por “armadilha”, mantendo o valor semântico.

II. Em: “Eles a odeiam”, no segundo parágrafo, o pronome grifado refere-se à “multiplicidade”.

III. Em: “Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso”, no segundo parágrafo, a palavra grifada refere-se a “todas as direções”.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

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