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TEXTO
O vírus e os Sintomas
Há quatro sorotipos do vírus, chamados de DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 – não classificados por grau de gravidade, mas sim pela ordem em que foram descobertos pelos cientistas. No Brasil, atualmente, não há registro do DENV-4. Apesar de infectar outros primatas, o vírus só sobrevive no ser humano. O período de incubação é de 3 a 15 dias, quando surgem os sintomas: febre alta (38º a 40º), dores no corpo, na cabeça e atrás dos olhos, perda do paladar e do apetite, tonturas, cansaço, náusea e vômito ou manchas vermelhas na pele. A dengue, na criança, apresenta-se como uma síndrome febril com sinais de sintomas inespecíficos: apatia, sonolência, recusa de alimentação, vômitos, diarreia ou fezes amolecidas.
Nova Escola. Ano XXIII, n. 216, out. 2008, p. 45.
A oração “foram descobertos pelos cientistas”, tem o mesmo significado de
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TEXTO
Orientações
Se o professor quiser dar condições aos alunos, para que desenvolvam bem os temas da redação, precisa dar algumas orientações, por exemplo, indicar o gênero que será utilizado. Mas isso não será tolher a imaginação e a criatividade das crianças? Frequentemente, com medo de restringir demais, acaba-se por propor tarefas extremamente abertas. É o caso das redações com tema livre. O professor acredita que, "se for livre e aberto", é mais fácil e permite que o aluno desabroche sua criatividade. É um equívoco.
Restringir, do ponto de vista cognitivo, não significa colocar limitações, mas viabilizar o avanço. Para chegar a ser um grande autor, músico ou pintor, é preciso dominar os conhecimentos básicos característicos de cada área do conhecimento. Sempre que o professor colocar algumas restrições, estará orientando o aluno e permitindo que a qualidade da resposta seja melhor. Caso contrário, pede-se à criança que tome decisões em relação a muitos aspectos ao mesmo tempo:
– Conteúdo
– forma de aprender o conteúdo
– questões de ordem gráfica (diagramação)
– ortografia
– estruturação do texto
– clareza das ideias
É muita coisa! Se o aluno já tem alguns desses problemas resolvidos, fica mais fácil produzir um texto de melhor qualidade. Com uma proposta bem definida, a correção fica mais fácil, tira o seu caráter subjetivo. Assim, possibilita que os próprios alunos a façam em grupo.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 45.
O adjetivo “aberto”, qualifica o termo
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TEXTO
Professor de Redação não é Revisor
O aluno de nível universitário faz sua dissertação de final de curso, na graduação, mestrado ou doutorado. A pesquisa é feita sob a orientação de um professor. Quando este professor lê o texto final, aponta as imperfeições dele, pede que o próprio aluno faça uma correção. Caso houver muitos erros de português, solicitará ao orientando que procure um revisor. O revisor não está preocupado com o processo ensino-aprendizagem: seu objetivo é melhorar aquele texto. Por isso ele faz intervenções, às vezes, drásticas. Essa não é a função do professor de Português, ao avaliar o texto de um aluno, pois sua preocupação é ensinar, conversar com o aluno, deixar um recado na folha de redação.
Na tradição escolar, corrigir é colocar certo ou errado nas questões, apontar erros gramaticais, em síntese, encher a prova ou o texto do aluno de rabiscos vermelhos. E descontar tudo isso na nota. Atualmente, recomenda-se que professores de outras matérias levem em consideração, na avaliação de sua matéria, a variável formal da língua portuguesa, porque isso não é tarefa exclusiva do professor de Português. Quando se fala isso, o professor de História, de Geografia ou de qualquer outra disciplina estrila, dizendo que é injusto descontar nota do aluno por causa de erros de português em suas provas. Tal resposta demonstra a estreiteza de tais professores em sua visão pedagógica, pois confundem medir com avaliar e consideram que avaliar seja punir. Pedir que o professor de outra matéria aponte o erro, converse com o aluno e estabeleça uma comunicação de educador com ele não é para diminuir sua nota. A relação aluno-professor não pode ser burocratizada.
Hoje, há outros métodos de corrigir redação de aluno, mas, se numa escola particular, onde os pais pagam e exigem (às vezes, optam pelo pior), se o professor de redação apontar apenas erros estruturais do texto na avaliação da redação de seu filho, que são muito mais graves do que os erros ortográficos, a reclamação é geral. Até dizem que o professor é preguiçoso. O aluno aprende a redigir, se toda semana compuser um texto e tiver um professor para orientá-lo e não para devolver um texto cheio de anotações em vermelho. Essa situação de escrever para alguém corrigir é artificial, pois não leva em consideração a função social do texto. Por isso, distribuir as redações, para que os colegas leiam, traz muito mais prazer e resultado.
Aquela correção tradicional produz poucos resultados. Adolescentes que têm o hábito de fazer diário, por isso redigem com frequência, são melhores em redação do que os outros.
E ninguém corrige os textos deles. Corrigir, sim, mas de uma forma diferente, com mais diálogo e interação.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 43-4.
A “variável formal da língua portuguesa”, é a
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Toda situação de aprendizagem, implícita ou explícita, induzida ou espontânea, através da instrução, pode ser analisada a partir de componentes básicos.
Considere os itens a seguir.
I. Os resultados da aprendizagem.
II. Os processos da aprendizagem.
III. A verificação da aprendizagem.
IV. As condições da aprendizagem.
Os itens que contemplam componentes básicos de uma situação de aprendizagem são os
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TEXTO
Tratamento
Não existe tratamento específico para a dengue. Assim que alguns sintomas forem detectados, deve-se procurar, imediatamente, o serviço de saúde. As pessoas devem fazer repouso e beber muito líquido (inclusive soro caseiro). Não devem ser usados anti-inflamatórios e medicamentos à base de ácido acetil salicílico (Aspirina e AAS), pois podem aumentar o risco de hemorragias.
Anote a receita do soro caseiro: duas colheres (sopa) de açúcar, uma colher (café) de sal e um litro de água filtrada e fervida.
Nova Escola. Ano XXIII, n. 216, out. 2008, p. 45.
O objetivo principal do texto é
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Transmissão
A dengue não é transmitida de pessoa para pessoa. O vetor da doença é a fêmea do Aedes aegypti, que se infecta, ao picar uma pessoa com dengue. Após o contato com sangue infectado, o mosquito está apto a transmitir o vírus depois de 8 a 12 dias. Eventualmente, pode acontecer de ela também transmitir o vírus para seus ovos.
Nova Escola. Ano XXIII, n. 216, out. 2008, p. 45.
A palavra “também”, revela ideia de
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No trabalho docente, podemos ressaltar dois aspectos da interação professor e aluno: o aspecto cognoscitivo e o aspecto socioemocional.
Cada um dos itens a seguir relaciona-se com um desses aspectos.
Coloque entre os parêntesis o número 1, se o item se relaciona com o aspecto cognoscitivo e 2, se o item se relaciona com o aspecto socioemocional.
( ) I. Relações pessoais entre professor e aluno e normas disciplinares indispensáveis ao trabalho docente.
( ) II. Formas de comunicação dos conteúdos escolares e tarefas escolares indicadas aos alunos.
( ) III. Normas e exigências objetivas que regem a conduta dos alunos na aula (disciplina).
( ) IV. Processo ou movimento que transcorre no ato de ensinar e no ato de aprender, tendo em vista a transmissão e assimilação de conhecimentos.
Assinale a opção que contém a sequência correta, de cima para baixo.
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TEXTO
Cultivando a Interioridade
Talvez o professor leiturizador não tenha a dimensão da importância de seu papel na educação. Quando o aluno consegue ler silenciosamente e, tomara, sem subvocalizar, um texto, um livro, ficar sozinho com ele, mergulhar na viagem feita pelo autor, que passo deu essa criatura em termos de leiturização! Tem a mesma importância quando o aluno escreve, fica diante da página em branco e consegue montar o seu texto. Cada passo aprendido, cada técnica ensinada pelo professor é muito importante. Por isso, sempre comparo o ato de escrever com o ato de bordar, de pintar. Ninguém constrói um texto perfeito, sem antes ter produzido porcarias. O aluno precisa ter paciência consigo mesmo, e o professor, ser compreensivo com seu pupilo.
Se o aluno produziu o melhor de si, entrega o texto até com emoção a seu professor, que precisa tratar com muito carinho aquela produção. Às vezes, na correção tradicional, com aqueles pacotes à nossa frente, aquele texto é mais um ocupando o nosso tempo. Muitas vezes, os alunos se frustram com nossas correções — matamos nesse momento o ímpeto criativo daquela criança ou daquele jovem. Não temos o direito de fazer isso. Se corrigir redação pelo método tradicional é cansativo e não produz avanços de aprendizagem, mudemos de método. O aluno aprende a escrever, porque escreve e não porque o professor corrige. Para um professor tradicional, essa afirmação é uma heresia.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 43
Do mesmo modo que “heresia”, emprega-se o (H) no início da palavra destacada da frase
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O Papel Subalterno da Gramática
A gramática precisa ser ensinada na escola de uma forma mais moderna, mas, se você ainda não encontrou esse jeito, continue com a antiga, desde que ela não seja tratada como a soberana do ensino da língua. Ensinar gramática não é fazer o aluno decorar nomenclaturas, mas mostrar-lhe que há uma gramaticalidade, para que o texto seja assim denominado. Ela é ferramenta para ler e escrever bem, do contrário, é gramatiquice, ensino estéril. A ortografia tem o seu valor, mas não pode desqualificar uma redação, porque há alguns erros gráficos, embora o texto esteja bem organizado. A falta de coesão, coerência, a desorganização dos parágrafos são erros gravíssimos num texto. Eles devem preocupar seriamente o professor, porque o aluno, nesse caso, não consegue pensar logicamente, não sabe usar conectivos para relacionar ideias. Está produzindo um texto confuso, com partes incoerentes entre si, ou melhor, não escreve textos.
A conversa do professor com esse aluno sempre resolve: explicar-lhe como fazer para resolver os problemas, exigir rascunho, como revisá-lo, a importância dele. Dar para a classe exercícios estruturais, unindo períodos simples num só período composto, como usar o tópico frasal. Dar esquemas prévios e como montar o texto (ou planejar isso com a classe). Há alunos que precisam desse monitoramento; depois, voam sozinhos.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 44-5
Como “continue”, também se escreve com (e) a palavra
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Orientações
Se o professor quiser dar condições aos alunos, para que desenvolvam bem os temas da redação, precisa dar algumas orientações, por exemplo, indicar o gênero que será utilizado. Mas isso não será tolher a imaginação e a criatividade das crianças? Frequentemente, com medo de restringir demais, acaba-se por propor tarefas extremamente abertas. É o caso das redações com tema livre. O professor acredita que, "se for livre e aberto", é mais fácil e permite que o aluno desabroche sua criatividade. É um equívoco.
Restringir, do ponto de vista cognitivo, não significa colocar limitações, mas viabilizar o avanço. Para chegar a ser um grande autor, músico ou pintor, é preciso dominar os conhecimentos básicos característicos de cada área do conhecimento. Sempre que o professor colocar algumas restrições, estará orientando o aluno e permitindo que a qualidade da resposta seja melhor. Caso contrário, pede-se à criança que tome decisões em relação a muitos aspectos ao mesmo tempo:
– Conteúdo
– forma de aprender o conteúdo
– questões de ordem gráfica (diagramação)
– ortografia
– estruturação do texto
– clareza das ideias
É muita coisa! Se o aluno já tem alguns desses problemas resolvidos, fica mais fácil produzir um texto de melhor qualidade. Com uma proposta bem definida, a correção fica mais fácil, tira o seu caráter subjetivo. Assim, possibilita que os próprios alunos a façam em grupo.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 45.
Haverá crase se a expressão “a muitos aspectos”, for substituída por
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