Foram encontradas 40 questões.
Para pintar 1/3 da área total de um muro, foram gastos 5
litros de uma determinada tinta.
Mantida sempre essa proporção, o número de litros dessa tinta que serão necessários para pintar 4/5 da área que ainda resta desse muro é igual a
Mantida sempre essa proporção, o número de litros dessa tinta que serão necessários para pintar 4/5 da área que ainda resta desse muro é igual a
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Todas as 360 salas de um prédio comercial, recém-construído, foram disponibilizadas para aluguel a partir do
mês de março. Ao término de maio, a razão do número
de salas não alugadas para o número de salas alugadas
era igual a 2/7.
Qual era o número de salas ainda não alugadas ao término de maio?
Qual era o número de salas ainda não alugadas ao término de maio?
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Um fiscal visitou determinado número de estabelecimentos em 3 dias. No primeiro dia, ele visitou 40% do número
total de estabelecimentos. No segundo dia, visitou 2 estabelecimentos a menos do que o número de estabelecimentos visitados no primeiro dia; no terceiro dia, visitou
os últimos 5 estabelecimentos.
Qual foi o número de estabelecimentos visitados no segundo dia?
Qual foi o número de estabelecimentos visitados no segundo dia?
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No estoque de uma loja, há 400 lâmpadas azuis e 648
lâmpadas vermelhas. Todas essas lâmpadas serão colocadas em caixas, cada caixa com o mesmo número de
lâmpadas de uma única cor, de modo que esse número
seja o maior possível.
O número de caixas com lâmpadas vermelhas supera o número de caixas com lâmpadas azuis em
O número de caixas com lâmpadas vermelhas supera o número de caixas com lâmpadas azuis em
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Uma empresa possui uma frota com determinado número de veículos, dos quais 1/6 são caminhonetes. Entre os
demais veículos, 2/5 são motos e os outros 24 são carros
de passeio.
Qual é o número de motos dessa frota?
Qual é o número de motos dessa frota?
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Assinale a alternativa redigida em conformidade com a
norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A cultura dos macacos-pregos
Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos
mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas
rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de
pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de
ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de
antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de
inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas
muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez
o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se
chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os
dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas
de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte
anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental
dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza –
por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas
para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva
e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra
de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração,
podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à
sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura
evoluem.
(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”,
Revista Superinteressante. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A cultura dos macacos-pregos
Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos
mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas
rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de
pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de
ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de
antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de
inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas
muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez
o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se
chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os
dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas
de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte
anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental
dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza –
por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas
para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva
e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra
de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração,
podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à
sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura
evoluem.
(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”,
Revista Superinteressante. Adaptado)
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A cultura dos macacos-pregos
Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos
mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas
rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de
pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de
ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de
antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de
inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas
muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez
o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se
chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os
dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas
de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte
anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental
dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza –
por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas
para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva
e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra
de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração,
podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à
sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura
evoluem.
(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”,
Revista Superinteressante. Adaptado)
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A cultura dos macacos-pregos
Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos
mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas
rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de
pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de
ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de
antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de
inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas
muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez
o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se
chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os
dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas
de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte
anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental
dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza –
por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas
para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva
e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra
de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração,
podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à
sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura
evoluem.
(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”,
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