Foram encontradas 195 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Ituberá-BA
Considerando os escritores e poetas mais famosos do Estado da Bahia, marque o nome do que nasceu na Cidade de Itabuna, na Bahia, e deixou um acervo literário sobre a cultura baiana, a exemplo de “Jubiabá”, “Gabriela Cravo e Canela” e “Capitães da Areia”.
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Marque a alternativa com a expressão que não serve para compor corretamente a informação: “O Santuário de Santo André, em Ituberá, é ”.
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A arte literária é mimesis, é a arte que imita pela palavra. Isto quer dizer que a literatura imita a vida; a vida está continuamente a ser reinterpretada: “Se tentarmos avaliar esta interpretação da literatura, teremos de reconhecer que ela toca em, pelo menos, dois importantes pontos. Considerada em seu valor aparente, sugere que a literatura imita ou reflete a vida; por outras palavras, a temática da literatura consiste nas múltiplas experiências dos seres humanos, em suas vivências. (...) O segundo e importante ponto sugerido pela teoria da imitação é que a vida está sendo imitada no sentido de ser reinterpretada e recriada”, (...) “Se o discurso literário é um discurso de natureza verbal, é natural que ele possa ser afetado, como em qualquer outro discurso verbal acontece, pelo fenômeno da polissemia” (REIS, 2001: 125).
(DANZIGER, Marlies K. e JOHNSON,W. Stacy, Introdução ao Estudo Crítico da Literatura, São Paulo, Cultrix, 1974).p.18-21)
Analise as proposições seguintes com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a série correta.
I – A obra literária apresenta dois valores fundamentais: o valor de significado – semântico; o valor formal – de expressão linguística. “O valor do significado está essencialmente radicado na ficção, no suceder fictício; o valor da expressão está essencialmente radicado na linguagem. Sem intenção estética aplicada à linguagem não existe literatura, porque não há dimensão artística” (MENEZES, 1993: 13).
II – Para Max Bense e ElisabethWalther, o emissor (autor) é responsável pela enunciação de uma mensagem (literária) endereçada a um receptor (leitor), cujas competências (verbais, linguísticas) condicionam todo o processo, ou melhor, condicionam o sucesso ou fracasso do processo. (REIS, 1993: 15)
III - O código pode ser entendido como “uma estrutura elaborada sob forma de modelo e postulada como regra subjacente a uma série de mensagens concretas e individuais que a ela se adequam e só em relação a ela se tornam comunicativas” (ECO, 1991: 39-40) ou, mais simplesmente, por “um conjunto de signos (literários), subordinado a regras organizativas e entendido como modelo de referência para a enunciação de mensagens (literárias) numa comunidade em que vigora com propósito comunicativo” (REIS, 2001: 151).
IV – Vanoye afirma que a mensagem literária é “fortemente conotativa (...) Numa mensagem comum a conotação tem um valor expressivo; numa mensagem literária, ela tem um valor poético (...) A mensagem literária centra-se sobre si mesma: o esforço do autor incide sobre a estrutura e forma dessa mensagem; isto é, nela a função poética é predominante (...) impõe uma reavaliação total da linguagem comum” (VANOYE, 1991: 140-141).
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Julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após julgamento, marque a alternativa correta.
I - A Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2016, institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Art. 5º A pessoa com deficiência será protegida de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, tortura, crueldade, opressão e tratamento desumano ou degradante. Parágrafo único. Para os fins da proteção mencionada no caput deste artigo, são considerados especialmente vulneráveis a criança, o adolescente, a mulher e o idoso, com deficiência. (L13146 (planalto.gov.br))
II - A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
(http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm) Institui em seus artigos: Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Art. 15. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público.
III - A variação é constitutiva das línguas humanas, ocorrendo em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em “Língua Portuguesa” está se falando de uma unidade que os constitui de muitas variedades. Embora no Brasil haja relativa unidade linguística e apenas uma língua nacional, notam-se diferenças de pronúncia, de emprego de palavras, de morfologia e de construções sintáticas, as quais não somente identificam os falantes de comunidades linguísticas em diferentes regiões, como ainda se multiplicam em uma mesma comunidade de fala. (BRASIL, 1998, p. 29).
IV - A coesão refere-se a estrutura e organização de um texto. Para isso, todas as suas partes devem estar interligadas através de elementos conectivos. Enquanto a coerência remete ao encadeamento lógico de ideias e ao sentido interno e externo ao texto. Os elementos de coesão visam garantir a ligação entre frases, orações e parágrafos do texto. A coerência está relacionada ao sentido do texto.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Ituberá-BA
Julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após julgamento, marque a alternativa correta.
I – O Sistema Nacional de Educação, ou SNE, não é a mesma coisa que um sistema educacional. Enquanto um sistema educacional diz respeito à organização do ensino no País (conteúdos, etapas de formação, etc.), o sistema nacional organiza as responsabilidades pela Educação de todo o país. Ou seja, organiza e distribui as funções entre os Municípios, Estados e a União. Mas vai além disso: o SNE tem também a função de determinar como essas três esferas de governo devem trabalhar juntas pela Educação brasileira.
II – Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009, fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, instituindo no Art. 3º O currículo da Educação Infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (mec.gov.br)) – (P.1)
III – O Art. 205 da Constituição da República Federativa do Brasil 1988, institui: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição (planalto.gov.br))
IV – A Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Institui: Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.
(L8069 (planalto.gov.br))
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Ituberá-BA
Sobre os versos de Vinicius de Moraes, julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.
(Primeiro Quarteto ou Primeira Estrofe)
“De tudo ao meu amor serei atento / Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto / Que mesmo em face do maior encanto / Dele se encante mais meu pensamento”.
(Segundo Quarteto ou Segunda Estrofe)
“Quero vivê-lo em cada vão momento / E em seu louvor hei de espalhar meu canto / E rir meu riso e derramar meu pranto / Ao seu pesar ou seu contentamento”.
I - Os versos do primeiro quarteto têm rimas preciosas.
II - Há expressões que identificam características de infidelidade amorosa.
III - A expressão: “E rir meu riso” exemplifica pleonasmo.
IV - Na segunda estrofe, temos exemplo de pronome posposto ao verbo.
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- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- FonologiaConceito e Classificação dos Fonemas
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
- MorfologiaNumeraisClassificação dos Numerais
O português tem uma das fonologias mais ricas das línguas românticas, com vogais orais e nasais, ditongos nasais e dois ditongos nasais duplos. As vogais semifechadas /e/, /o/ e as vogais semiabertas /ε/, /ɔ/ são quatro fonemas separados e o contraste entre elas é usado para apofonia.
(SEARA, Izabel; NUNES, Vanessa; LAZZAROTTO-VOLCÃO, Cristiane. Fonética e Fonologia do Português Brasileiro. Florianópolis: LLV/CCE/UFSC, 2011.)
Marque a alternativa correta.
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O BALLET DA ORTOGRAFIA
Às vezes quero dizer que saí e mandam botar acento no “i”, porque se tirar o acento, quem sai não sou eu, é o outro – e é aí que está a diferença. Falam-me em ditongos, em hiatos, em dissílabos e proparoxítonas – palavras que me trazem amargas recordações de uma infância cheia de zeros. Quando vou a uma festa, nunca sei se devo dançar com “ç” ou com “s”. Só depois dos primeiros passos é que percebo que quem dansa com “s” não sabe dançar. E quem não sabe dançar fica cansado, com “s”, pois só o analfabeto se cansa com “ç”. Buzina é com “z”, mas quem pode me garantir que se eu businar com “s” ninguém vai ouvir? Caçar é com ç, mas também tem cassar, com “ss” – mas isso se explica: caça-se um bicho e cassa-se um documento. Só não se pode cassar o documento de um sujeito que esteja cassando sem documento. Que a língua portuguesa tem seus truques, lá isso tem: o próprio truque, com “que”, é uma adaptação do “truc” francês, provando que o truque brasileiro tem um certo “q”. Mas isso não impede que o balé brasileiro seja dançado em francês, pois a palavra “ballet” impressiona mais, tanto que a usei no título. Mas vamos deixar isso pra lá, que é falando que a gente se entende e não escrevendo.
(Autor: Leon Eliachar)
Marque a alternativa com análise incorreta.
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O BALLET DA ORTOGRAFIA
Às vezes quero dizer que saí e mandam botar acento no “i”, porque se tirar o acento, quem sai não sou eu, é o outro – e é aí que está a diferença. Falam-me em ditongos, em hiatos, em dissílabos e proparoxítonas – palavras que me trazem amargas recordações de uma infância cheia de zeros. Quando vou a uma festa, nunca sei se devo dançar com “ç” ou com “s”. Só depois dos primeiros passos é que percebo que quem dansa com “s” não sabe dançar. E quem não sabe dançar fica cansado, com “s”, pois só o analfabeto se cansa com “ç”. Buzina é com “z”, mas quem pode me garantir que se eu businar com “s” ninguém vai ouvir? Caçar é com ç, mas também tem cassar, com “ss” – mas isso se explica: caça-se um bicho e cassa-se um documento. Só não se pode cassar o documento de um sujeito que esteja cassando sem documento. Que a língua portuguesa tem seus truques, lá isso tem: o próprio truque, com “que”, é uma adaptação do “truc” francês, provando que o truque brasileiro tem um certo “q”. Mas isso não impede que o balé brasileiro seja dançado em francês, pois a palavra “ballet” impressiona mais, tanto que a usei no título. Mas vamos deixar isso pra lá, que é falando que a gente se entende e não escrevendo.
(Autor: Leon Eliachar)
Sobre a estrutura textual, julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a série correta.
I – No texto, temos exemplos de parônimos (cassar; caçar) e homônimos heterógrafos (ballet; balé).
II – Nos termos: “documento” e “portuguesa” – temos igual número de sílabas e diferente quantidade de letras; o termo “francês” é dissílabo oxítono, com acento que fecha o som da vogal tônica.
III – Os termos: “dissílabos” e “proparoxítonos” são polissílabos proparoxítonos.
IV – A oração: “Quando vou a uma festa” transmite ideia temporal escrita com sujeito elíptico de primeira pessoa do singular.
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O BALLET DA ORTOGRAFIA
Às vezes quero dizer que saí e mandam botar acento no “i”, porque se tirar o acento, quem sai não sou eu, é o outro – e é aí que está a diferença. Falam-me em ditongos, em hiatos, em dissílabos e proparoxítonas – palavras que me trazem amargas recordações de uma infância cheia de zeros. Quando vou a uma festa, nunca sei se devo dançar com “ç” ou com “s”. Só depois dos primeiros passos é que percebo que quem dansa com “s” não sabe dançar. E quem não sabe dançar fica cansado, com “s”, pois só o analfabeto se cansa com “ç”. Buzina é com “z”, mas quem pode me garantir que se eu businar com “s” ninguém vai ouvir? Caçar é com ç, mas também tem cassar, com “ss” – mas isso se explica: caça-se um bicho e cassa-se um documento. Só não se pode cassar o documento de um sujeito que esteja cassando sem documento. Que a língua portuguesa tem seus truques, lá isso tem: o próprio truque, com “que”, é uma adaptação do “truc” francês, provando que o truque brasileiro tem um certo “q”. Mas isso não impede que o balé brasileiro seja dançado em francês, pois a palavra “ballet” impressiona mais, tanto que a usei no título. Mas vamos deixar isso pra lá, que é falando que a gente se entende e não escrevendo.
(Autor: Leon Eliachar)
Marque a alternativa com afirmação incorreta
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