Foram encontradas 40 questões.
Pedro irá fazer aniversário na quinta-feira e seu primo Afonso fará aniversário 200 dias depois. Qual dia da semana será o aniversário
de Afonso?
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Um jogo de campeonato amador de futebolsegue as mesmas regras de um jogo oficial, sendo os tempos normais de 45 minutos e
um intervalo entre os tempos de 15 minutos. O árbitro desta partida deu 3 minutos de acréscimo no primeiro tempo e mais 2
minutos de acréscimo no segundo tempo. Os times na hora do intervalo atrasaram 2 minutos para voltar ao campo. Sabendo-se
que o jogo iniciou com 5 minutos de atraso do horário oficial – 17 horas e 30 minutos, em qual horário o jogo recebeu o apito final?
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Certo caracol percorre, por hora, uma distância de 175 cm; em 3 dias ele irá percorrer quantos metros?
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Paula fez uma consulta de rotina a seu médico, para saber da continuidade do tratamento medicamentoso. O médico solicitou que
ela suspendesse o tratamento com os medicamentos e voltasse a tomá-los depois de 50 dias. Se Paula suspendeu o tratamento
em uma terça-feira, ela irá retomar o tratamento em qual dia da semana?
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Maria e João estão brincando com blocos de construção. Maria constrói uma torre com 5 blocos, enquanto João constrói uma torre
com 8 blocos. Eles decidem unir suas torres para fazer uma torre maior. Quando juntam as torres, as peças se sobrepõem, formando
uma única torre. Sabendo-se que cada bloco possui 0,15 m, qual a altura da torre unida pelas crianças?
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Amores virtuais
Chegou a conclusão de que a única forma de encontrar o seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamentos,
especializados em unir pessoas com características semelhantes. Moça tímida, recatada, criada sob o rigor de um pai severo,
nunca fora de sair, fazer amigos, paquerar. Encontrar um namorado, dentro de casa, assistindo novela das 6, das 7 e das 8 seria
humanamente impossível. Mas chegando perto dos 40 anos, chegou a conclusão de que precisava mudar. E a solução seria
acreditar em amores virtuais.
Acessou o site. O primeiro campo a ser preenchido era “Apelido”. Um apelido, meu Deus! Mas que apelido? O apelido de
criança? Nem pensar. “Miss Pança” estava fora de cogitação. Assustaria qualquer pretendente. Ela precisava de algo mais
quente, mais sugestivo, mas sem ser extravagante demais. Que tal “Donzela em Erupção”!? Não era o exemplo perfeito de
criatividade, mas não deixava de ser sincero. Se não fosse sincera agora, o que dizer depois de iniciar um relacionamento?
Mas na hora de preencher campos como Idade, Altura e Peso, hesitou. Sinceridade demais desgasta a relação, pensou,
como uma especialista em relações amorosas. Por isso, diminuiu idade e peso, e aumentou a altura. No campo Cantor(a) Preferido(a), achou que Xuxa passaria uma imagem ruim. Melhor Elis Regina. Homens gostam de mulheres cultas. Livros? Na vida,
ela só tinha lido Dale Carnegie. Por isso, arriscou um Patrick Sufind – embora ela tentasse se referir a Patrick Suskind – que fora citado em alguma nota da Cláudia, mês passado. No campo Sonho, chegou a conclusão de que se colocasse a verdade (aquela
verdade que cultivava ternamente desde seus 12 anos) de que queria casar e ter uma ninhada de 3 ou 4 filhos, ah, aí sim
ninguém se interessaria por ela.
No final das contas, havia mudado tantas características, tantas referências, tantas especialidades que a “Donzela em Erupção”
poderia ser qualquer pessoa do mundo, menos ela.
Ficou deprimida ao perceber que, se ela agia dessa maneira, ocultando suas características e inventando outras qualidades,
outros fariam o mesmo. Em outras palavras: se recebesse o e-mail dum jovem de vinte e poucos anos, atlético, olhos claros,
nominado Poeta Coruscante, deveria entender: coroa desorientado, barrigudo, consumidor assíduo de espetinho e ovo cozido
no Bar do Joca, e torcedor fanático do Grêmio Maringá.
Pensou melhor. Bem melhor, por sinal. Fechou o navegador sem salvar seu cadastro e foi assistir, emocionada, a mais uma
eliminatória de um reality.
(MARTINZ, Juliano. Tempo. Corrosiva – crônicas corrosivas e gestos de amor, 2010. Adaptado.)
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Amores virtuais
Chegou a conclusão de que a única forma de encontrar o seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamentos,
especializados em unir pessoas com características semelhantes. Moça tímida, recatada, criada sob o rigor de um pai severo,
nunca fora de sair, fazer amigos, paquerar. Encontrar um namorado, dentro de casa, assistindo novela das 6, das 7 e das 8 seria
humanamente impossível. Mas chegando perto dos 40 anos, chegou a conclusão de que precisava mudar. E a solução seria
acreditar em amores virtuais.
Acessou o site. O primeiro campo a ser preenchido era “Apelido”. Um apelido, meu Deus! Mas que apelido? O apelido de
criança? Nem pensar. “Miss Pança” estava fora de cogitação. Assustaria qualquer pretendente. Ela precisava de algo mais
quente, mais sugestivo, mas sem ser extravagante demais. Que tal “Donzela em Erupção”!? Não era o exemplo perfeito de
criatividade, mas não deixava de ser sincero. Se não fosse sincera agora, o que dizer depois de iniciar um relacionamento?
Mas na hora de preencher campos como Idade, Altura e Peso, hesitou. Sinceridade demais desgasta a relação, pensou,
como uma especialista em relações amorosas. Por isso, diminuiu idade e peso, e aumentou a altura. No campo Cantor(a) Preferido(a), achou que Xuxa passaria uma imagem ruim. Melhor Elis Regina. Homens gostam de mulheres cultas. Livros? Na vida,
ela só tinha lido Dale Carnegie. Por isso, arriscou um Patrick Sufind – embora ela tentasse se referir a Patrick Suskind – que fora citado em alguma nota da Cláudia, mês passado. No campo Sonho, chegou a conclusão de que se colocasse a verdade (aquela
verdade que cultivava ternamente desde seus 12 anos) de que queria casar e ter uma ninhada de 3 ou 4 filhos, ah, aí sim
ninguém se interessaria por ela.
No final das contas, havia mudado tantas características, tantas referências, tantas especialidades que a “Donzela em Erupção”
poderia ser qualquer pessoa do mundo, menos ela.
Ficou deprimida ao perceber que, se ela agia dessa maneira, ocultando suas características e inventando outras qualidades,
outros fariam o mesmo. Em outras palavras: se recebesse o e-mail dum jovem de vinte e poucos anos, atlético, olhos claros,
nominado Poeta Coruscante, deveria entender: coroa desorientado, barrigudo, consumidor assíduo de espetinho e ovo cozido
no Bar do Joca, e torcedor fanático do Grêmio Maringá.
Pensou melhor. Bem melhor, por sinal. Fechou o navegador sem salvar seu cadastro e foi assistir, emocionada, a mais uma
eliminatória de um reality.
(MARTINZ, Juliano. Tempo. Corrosiva – crônicas corrosivas e gestos de amor, 2010. Adaptado.)
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Amores virtuais
Chegou a conclusão de que a única forma de encontrar o seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamentos,
especializados em unir pessoas com características semelhantes. Moça tímida, recatada, criada sob o rigor de um pai severo,
nunca fora de sair, fazer amigos, paquerar. Encontrar um namorado, dentro de casa, assistindo novela das 6, das 7 e das 8 seria
humanamente impossível. Mas chegando perto dos 40 anos, chegou a conclusão de que precisava mudar. E a solução seria
acreditar em amores virtuais.
Acessou o site. O primeiro campo a ser preenchido era “Apelido”. Um apelido, meu Deus! Mas que apelido? O apelido de
criança? Nem pensar. “Miss Pança” estava fora de cogitação. Assustaria qualquer pretendente. Ela precisava de algo mais
quente, mais sugestivo, mas sem ser extravagante demais. Que tal “Donzela em Erupção”!? Não era o exemplo perfeito de
criatividade, mas não deixava de ser sincero. Se não fosse sincera agora, o que dizer depois de iniciar um relacionamento?
Mas na hora de preencher campos como Idade, Altura e Peso, hesitou. Sinceridade demais desgasta a relação, pensou,
como uma especialista em relações amorosas. Por isso, diminuiu idade e peso, e aumentou a altura. No campo Cantor(a) Preferido(a), achou que Xuxa passaria uma imagem ruim. Melhor Elis Regina. Homens gostam de mulheres cultas. Livros? Na vida,
ela só tinha lido Dale Carnegie. Por isso, arriscou um Patrick Sufind – embora ela tentasse se referir a Patrick Suskind – que fora citado em alguma nota da Cláudia, mês passado. No campo Sonho, chegou a conclusão de que se colocasse a verdade (aquela
verdade que cultivava ternamente desde seus 12 anos) de que queria casar e ter uma ninhada de 3 ou 4 filhos, ah, aí sim
ninguém se interessaria por ela.
No final das contas, havia mudado tantas características, tantas referências, tantas especialidades que a “Donzela em Erupção”
poderia ser qualquer pessoa do mundo, menos ela.
Ficou deprimida ao perceber que, se ela agia dessa maneira, ocultando suas características e inventando outras qualidades,
outros fariam o mesmo. Em outras palavras: se recebesse o e-mail dum jovem de vinte e poucos anos, atlético, olhos claros,
nominado Poeta Coruscante, deveria entender: coroa desorientado, barrigudo, consumidor assíduo de espetinho e ovo cozido
no Bar do Joca, e torcedor fanático do Grêmio Maringá.
Pensou melhor. Bem melhor, por sinal. Fechou o navegador sem salvar seu cadastro e foi assistir, emocionada, a mais uma
eliminatória de um reality.
(MARTINZ, Juliano. Tempo. Corrosiva – crônicas corrosivas e gestos de amor, 2010. Adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
Amores virtuais
Chegou a conclusão de que a única forma de encontrar o seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamentos,
especializados em unir pessoas com características semelhantes. Moça tímida, recatada, criada sob o rigor de um pai severo,
nunca fora de sair, fazer amigos, paquerar. Encontrar um namorado, dentro de casa, assistindo novela das 6, das 7 e das 8 seria
humanamente impossível. Mas chegando perto dos 40 anos, chegou a conclusão de que precisava mudar. E a solução seria
acreditar em amores virtuais.
Acessou o site. O primeiro campo a ser preenchido era “Apelido”. Um apelido, meu Deus! Mas que apelido? O apelido de
criança? Nem pensar. “Miss Pança” estava fora de cogitação. Assustaria qualquer pretendente. Ela precisava de algo mais
quente, mais sugestivo, mas sem ser extravagante demais. Que tal “Donzela em Erupção”!? Não era o exemplo perfeito de
criatividade, mas não deixava de ser sincero. Se não fosse sincera agora, o que dizer depois de iniciar um relacionamento?
Mas na hora de preencher campos como Idade, Altura e Peso, hesitou. Sinceridade demais desgasta a relação, pensou,
como uma especialista em relações amorosas. Por isso, diminuiu idade e peso, e aumentou a altura. No campo Cantor(a) Preferido(a), achou que Xuxa passaria uma imagem ruim. Melhor Elis Regina. Homens gostam de mulheres cultas. Livros? Na vida,
ela só tinha lido Dale Carnegie. Por isso, arriscou um Patrick Sufind – embora ela tentasse se referir a Patrick Suskind – que fora citado em alguma nota da Cláudia, mês passado. No campo Sonho, chegou a conclusão de que se colocasse a verdade (aquela
verdade que cultivava ternamente desde seus 12 anos) de que queria casar e ter uma ninhada de 3 ou 4 filhos, ah, aí sim
ninguém se interessaria por ela.
No final das contas, havia mudado tantas características, tantas referências, tantas especialidades que a “Donzela em Erupção”
poderia ser qualquer pessoa do mundo, menos ela.
Ficou deprimida ao perceber que, se ela agia dessa maneira, ocultando suas características e inventando outras qualidades,
outros fariam o mesmo. Em outras palavras: se recebesse o e-mail dum jovem de vinte e poucos anos, atlético, olhos claros,
nominado Poeta Coruscante, deveria entender: coroa desorientado, barrigudo, consumidor assíduo de espetinho e ovo cozido
no Bar do Joca, e torcedor fanático do Grêmio Maringá.
Pensou melhor. Bem melhor, por sinal. Fechou o navegador sem salvar seu cadastro e foi assistir, emocionada, a mais uma
eliminatória de um reality.
(MARTINZ, Juliano. Tempo. Corrosiva – crônicas corrosivas e gestos de amor, 2010. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Amores virtuais
Chegou a conclusão de que a única forma de encontrar o seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamentos,
especializados em unir pessoas com características semelhantes. Moça tímida, recatada, criada sob o rigor de um pai severo,
nunca fora de sair, fazer amigos, paquerar. Encontrar um namorado, dentro de casa, assistindo novela das 6, das 7 e das 8 seria
humanamente impossível. Mas chegando perto dos 40 anos, chegou a conclusão de que precisava mudar. E a solução seria
acreditar em amores virtuais.
Acessou o site. O primeiro campo a ser preenchido era “Apelido”. Um apelido, meu Deus! Mas que apelido? O apelido de
criança? Nem pensar. “Miss Pança” estava fora de cogitação. Assustaria qualquer pretendente. Ela precisava de algo mais
quente, mais sugestivo, mas sem ser extravagante demais. Que tal “Donzela em Erupção”!? Não era o exemplo perfeito de
criatividade, mas não deixava de ser sincero. Se não fosse sincera agora, o que dizer depois de iniciar um relacionamento?
Mas na hora de preencher campos como Idade, Altura e Peso, hesitou. Sinceridade demais desgasta a relação, pensou,
como uma especialista em relações amorosas. Por isso, diminuiu idade e peso, e aumentou a altura. No campo Cantor(a) Preferido(a), achou que Xuxa passaria uma imagem ruim. Melhor Elis Regina. Homens gostam de mulheres cultas. Livros? Na vida,
ela só tinha lido Dale Carnegie. Por isso, arriscou um Patrick Sufind – embora ela tentasse se referir a Patrick Suskind – que fora citado em alguma nota da Cláudia, mês passado. No campo Sonho, chegou a conclusão de que se colocasse a verdade (aquela
verdade que cultivava ternamente desde seus 12 anos) de que queria casar e ter uma ninhada de 3 ou 4 filhos, ah, aí sim
ninguém se interessaria por ela.
No final das contas, havia mudado tantas características, tantas referências, tantas especialidades que a “Donzela em Erupção”
poderia ser qualquer pessoa do mundo, menos ela.
Ficou deprimida ao perceber que, se ela agia dessa maneira, ocultando suas características e inventando outras qualidades,
outros fariam o mesmo. Em outras palavras: se recebesse o e-mail dum jovem de vinte e poucos anos, atlético, olhos claros,
nominado Poeta Coruscante, deveria entender: coroa desorientado, barrigudo, consumidor assíduo de espetinho e ovo cozido
no Bar do Joca, e torcedor fanático do Grêmio Maringá.
Pensou melhor. Bem melhor, por sinal. Fechou o navegador sem salvar seu cadastro e foi assistir, emocionada, a mais uma
eliminatória de um reality.
(MARTINZ, Juliano. Tempo. Corrosiva – crônicas corrosivas e gestos de amor, 2010. Adaptado.)
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