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2070695
Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
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Conforme a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro
de 2017, compete às Secretarias Estaduais de Saúde
e ao Distrito Federal a coordenação do componente
estadual e distrital da Atenção Básica, no âmbito de
seus limites territoriais e de acordo com as políticas,
diretrizes e prioridades estabelecidas, sendo
responsabilidades dos Estados e do Distrito Federal:
I. Pactuar, na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e
Colegiado de Gestão no Distrito Federal, estratégias,
diretrizes e normas para a implantação e implementação
da Política Nacional de Atenção Básica vigente nos
Estados e Distrito Federal;
II. Destinar recursos estaduais para compor o
financiamento tripartite da Atenção Básica, de modo
regular e automático, prevendo, entre outras formas, o
repasse fundo a fundo para custeio e investimento das
ações e serviços;
III. Ser corresponsável pelo monitoramento das ações de
Atenção Básica nos municípios;
IV. Analisar os dados de interesse estadual gerados pelos
sistemas de informação, utilizá-los no planejamento e
divulgar os resultados obtidos.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Analise o texto abaixo para responder a questão:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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Analise o texto abaixo para responder a questão:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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2070678
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
Ao tomar posse como novo presidente dos
Estados Unidos, o democrata Joe Biden herdará de
Donald Trump um cenário de tensões renovadas com
rivais e inimigos políticos antigos da Casa Branca.
Embora Trump encerre o mandato sem ter colocado
os EUA em nenhuma nova guerra declarada, Biden
terá o desafio de encarar um ambiente mais hostil no
cenário internacional: a relação de Washington
piorou nos últimos quatro anos com países como,
EXCETO:
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2021150
Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
A Sistematização da Assistência de Enfermagem
(SAE) é uma metodologia desenvolvida a partir da
prática do enfermeiro para sustentar a gestão e o
cuidado no processo de enfermagem. O método é
organizado em cinco etapas, que ajudam a fortalecer
o julgamento e a tomada de decisão clínica
assistencial do profissional de enfermagem.
As etapas são:
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2021149
Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
Para receberem os recursos, de que trata o art.
3° da Lei Federal nº 8.142, de 28 de dezembro de
1990, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal
deverão contar com:
I. Fundo Privado de Saúde;
II. Conselho de Saúde, com composição paritária de
acordo com o Decreto n° 99.438, de 7 de agosto de
1990;
III. Plano de saúde;
IV. Relatórios de gestão que permitam o controle de que
trata o § 4° do art. 33 da Lei n° 8.080, de 19 de
setembro de 1990.
Assinale a alternativa CORRETA:
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2021148
Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
Para indivíduos com quadro de Síndrome
Respiratória Aguda Grave (SRAG) com confirmação
por qualquer um dos critérios (clínico, clínico--
epidemiológico, clínico-imagem ou clínicolaboratorial) para COVID-19, recomenda-se o
isolamento, suspendendo-o após __________ do
início dos sintomas OU após __________ com dois
resultados RT-qPCR negativo, desde que passe
___________ de resolução de febre sem uso de
medicamentos anti-térmicos e melhora clínica
importante, mediante avaliação médica.
Complete as lacunas acima com a alternativa
CORRETA:
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2021134
Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Saúde Pública
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
A portaria nº 399, DE 22 de fevereiro 2006,
divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do
SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido
Pacto. As prioridades do PACTO PELA VIDA e seus
objetivos para 2006 são, EXCETO:
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Analise o texto abaixo para responder a questão:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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