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Foram encontradas 39 questões.

1574223 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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Observe as placas abaixo e assinale a alternativa que indica, respectivamente, os seus significados:

enunciado 1574223-1

 

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1574222 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência, configura infração:

 

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1574221 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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Dirigir veículo sem usar lentes corretoras de visão, aparelho auxiliar de audição, de prótese física ou as adaptações do veículo imposto por ocasião da concessão ou da renovação da licença para conduzir, configura infração do tipo:

 

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1574220 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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Fazem parte do rol de penalidades disposto no artigo 256 do Código de Trânsito Brasileiro, EXCETO:

 

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1574219 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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Observe as placas que seguem e informe a sua categoria e seus significados respectivamente:

enunciado 1574219-1

 

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1574218 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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A respeito das Normas Gerais de Circulação e Conduta, constante no Capítulo III do Código de Trânsito Brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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1574217 Ano: 2019
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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Observe as seguintes placas de sinalizações de trânsito e indique qual categoria pertencem respectivamente:

enunciado 1574217-1

 

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1574212 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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O professor dirigiu-se ___ sua sala de aula e pôs se ___ falar _____todos os alunos presentes. Opção que preenche as lacunas CORRETAMENTE é:

 

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1574211 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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A única alternativa em que as palavras são, respectivamente, adjetivo biformes, substantivo abstrato e advérbio é:

 

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1574207 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Jaicós-PI
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As questões de número 1, 2 e 3 referem-se ao texto I


TEXTO I

Um Apólogo

Machado de Assis


Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

— Deixe-me, senhora.

— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

— Mas você é orgulhosa.

— Decerto que sou.

— Mas por quê?

— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?

— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...

— Também os batedores vão adiante do imperador.

— Você é imperador?

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na aglha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...

A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!


Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo? — Deixe-me, senhora.

Na expressão destacada temos uma:

 

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