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Um funcionário de uma obra em construção,
acidentalmente, preencheu completamente
um tanque em formato cilíndrico com um
combustível, sem observar que dentro
desse tanque já havia 5 tijolos comuns,
com formato de paralelepípedos reto retângulos. As dimensões do tanque são de
90 cm de altura e de 25 cm de raio da base,
e as dimensões do tijolo são de 20 cm de
comprimento, 9,5 cm de altura e 7,5 cm de
largura. Considerando
o volume de
combustível que foi efetivamente colocado
nesse tanque, em centímetros cúbicos, é
igual a
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Texto 3
Médico x “Dr. Google”
Não bastassem os alertas feitos durante asconsultas, os meios de comunicação de massaestão sempre publicando reportagens e entrevistascom médicos sobre os riscos da automedicação.Se há algum tempo a Medicina tinha como grandesconcorrentes os autodidatas e as crendicespopulares, com suas receitas infalíveis para todotipo de doença, hoje o quadro ficou ainda maisgrave. Com as infinitas informações veiculadaspela Internet, um certo senhor virtual armou-se deestetoscópio, colocou o jaleco e está disponível24 horas para atender e diagnosticar os sintomasde pacientes desesperados em busca de alívio ecura para seus males. [...]
Os benefícios da Internet são inegáveis, masnada substitui o relacionamento direto. O médicoprecisa ver o paciente e se este hoje já entra noconsultório com uma série de informações queantes não tinha, o profissional deve estar prontopara dialogar e apontar os caminhos corretos. Nãobasta fazer críticas à Internet. Para a pesquisadorada Universidade de São Paulo, Wilma Madeira, oconhecimento adquirido na rede pode fazer comque o paciente questione melhor os “médicosreais”, pois terá acesso e compreenderá osignificado de termos técnicos e de protocolos deatendimento. “Se não entendo o especialista, comoposso questioná-lo?”, ela pergunta, destacandoque poderá haver uma melhora na relaçãomédico-paciente: “Se o médico entende dúvidase angústias do paciente, poderá diagnosticá-lomelhor”.
Mas não é a Internet quem deve fazer odiagnóstico e a prescrição dos remédios. Imaginemse o cidadão, leigo e com problema cardíaco,for interpretar determinado exame pela Internet.Ali poderá deduzir que sua doença é tal e queaté corre o risco de uma morte súbita. Como atendência é quase sempre valorizar o pior, com certeza terá seus batimentos cardíacos aceleradossobremaneira. Por isto, para evitar alardes, melhorir diretamente ao médico. [...]
(Fonte: https://prodoctor.net/blog/2015/08/medico-x-dr-google/)
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Texto 3
Médico x “Dr. Google”
Não bastassem os alertas feitos durante asconsultas, os meios de comunicação de massaestão sempre publicando reportagens e entrevistascom médicos sobre os riscos da automedicação.Se há algum tempo a Medicina tinha como grandesconcorrentes os autodidatas e as crendicespopulares, com suas receitas infalíveis para todotipo de doença, hoje o quadro ficou ainda maisgrave. Com as infinitas informações veiculadaspela Internet, um certo senhor virtual armou-se deestetoscópio, colocou o jaleco e está disponível24 horas para atender e diagnosticar os sintomasde pacientes desesperados em busca de alívio ecura para seus males. [...]
Os benefícios da Internet são inegáveis, masnada substitui o relacionamento direto. O médicoprecisa ver o paciente e se este hoje já entra noconsultório com uma série de informações queantes não tinha, o profissional deve estar prontopara dialogar e apontar os caminhos corretos. Nãobasta fazer críticas à Internet. Para a pesquisadorada Universidade de São Paulo, Wilma Madeira, oconhecimento adquirido na rede pode fazer comque o paciente questione melhor os “médicosreais”, pois terá acesso e compreenderá osignificado de termos técnicos e de protocolos deatendimento. “Se não entendo o especialista, comoposso questioná-lo?”, ela pergunta, destacandoque poderá haver uma melhora na relaçãomédico-paciente: “Se o médico entende dúvidase angústias do paciente, poderá diagnosticá-lomelhor”.
Mas não é a Internet quem deve fazer odiagnóstico e a prescrição dos remédios. Imaginemse o cidadão, leigo e com problema cardíaco,for interpretar determinado exame pela Internet.Ali poderá deduzir que sua doença é tal e queaté corre o risco de uma morte súbita. Como atendência é quase sempre valorizar o pior, com certeza terá seus batimentos cardíacos aceleradossobremaneira. Por isto, para evitar alardes, melhorir diretamente ao médico. [...]
(Fonte: https://prodoctor.net/blog/2015/08/medico-x-dr-google/)
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Texto 3
Médico x “Dr. Google”
Não bastassem os alertas feitos durante as consultas, os meios de comunicação de massa estão sempre publicando reportagens e entrevistas com médicos sobre os riscos da automedicação. Se há algum tempo a Medicina tinha como grandes concorrentes os autodidatas e as crendices populares, com suas receitas infalíveis para todo tipo de doença, hoje o quadro ficou ainda mais grave. Com as infinitas informações veiculadas pela Internet, um certo senhor virtual armou-se de estetoscópio, colocou o jaleco e está disponível 24 horas para atender e diagnosticar os sintomas de pacientes desesperados em busca de alívio e cura para seus males. [...]
Os benefícios da Internet são inegáveis, mas nada substitui o relacionamento direto. O médico precisa ver o paciente e se este hoje já entra no consultório com uma série de informações que antes não tinha, o profissional deve estar pronto para dialogar e apontar os caminhos corretos. Não basta fazer críticas à Internet. Para a pesquisadora da Universidade de São Paulo, Wilma Madeira, o conhecimento adquirido na rede pode fazer com que o paciente questione melhor os “médicos reais”, pois terá acesso e compreenderá o significado de termos técnicos e de protocolos de atendimento. “Se não entendo o especialista, como posso questioná-lo?”, ela pergunta, destacando que poderá haver uma melhora na relação médico-paciente: “Se o médico entende dúvidas e angústias do paciente, poderá diagnosticá-lo melhor”.
Mas não é a Internet quem deve fazer o diagnóstico e a prescrição dos remédios. Imaginem se o cidadão, leigo e com problema cardíaco, for interpretar determinado exame pela Internet. Ali poderá deduzir que sua doença é tal e que até corre o risco de uma morte súbita. Como a tendência é quase sempre valorizar o pior, com certeza terá seus batimentos cardíacos acelerados sobremaneira. Por isto, para evitar alardes, melhor ir diretamente ao médico. [...]
(Fonte: https://prodoctor.net/blog/2015/08/medico-x-dr-google/)
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Texto 3
Médico x “Dr. Google”
Não bastassem os alertas feitos durante as consultas, os meios de comunicação de massa estão sempre publicando reportagens e entrevistas com médicos sobre os riscos da automedicação. Se há algum tempo a Medicina tinha como grandes concorrentes os autodidatas e as crendices populares, com suas receitas infalíveis para todo tipo de doença, hoje o quadro ficou ainda mais grave. Com as infinitas informações veiculadas pela Internet, um certo senhor virtual armou-se de estetoscópio, colocou o jaleco e está disponível 24 horas para atender e diagnosticar os sintomas de pacientes desesperados em busca de alívio e cura para seus males. [...]
Os benefícios da Internet são inegáveis, mas nada substitui o relacionamento direto. O médico precisa ver o paciente e se este hoje já entra no consultório com uma série de informações que antes não tinha, o profissional deve estar pronto para dialogar e apontar os caminhos corretos. Não basta fazer críticas à Internet. Para a pesquisadora da Universidade de São Paulo, Wilma Madeira, o conhecimento adquirido na rede pode fazer com que o paciente questione melhor os “médicos reais”, pois terá acesso e compreenderá o significado de termos técnicos e de protocolos de atendimento. “Se não entendo o especialista, como posso questioná-lo?”, ela pergunta, destacando que poderá haver uma melhora na relação médico-paciente: “Se o médico entende dúvidas e angústias do paciente, poderá diagnosticá-lo melhor”.
Mas não é a Internet quem deve fazer o diagnóstico e a prescrição dos remédios. Imaginem se o cidadão, leigo e com problema cardíaco, for interpretar determinado exame pela Internet. Ali poderá deduzir que sua doença é tal e que até corre o risco de uma morte súbita. Como a tendência é quase sempre valorizar o pior, com certeza terá seus batimentos cardíacos acelerados sobremaneira. Por isto, para evitar alardes, melhor ir diretamente ao médico. [...]
(Fonte: https://prodoctor.net/blog/2015/08/medico-x-drgoogle/)
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Texto 1
Automedicação pode causar sérios danos à
saúde
Hábito pode inibir eficácia dos medicamentos, causar efeitos colaterais nocivos e causar a morte A automedicação pode trazer consequências graves à saúde, como reações alérgicas e dependência. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, o hábito pode aumentar a resistência de micro-organismos e inibir a eficácia dos remédios.
Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos cinco anos, quase 60 mil casos de internações por automedicação foram registrados no Brasil.
O estudante Stuart Figueredo, por exemplo, tem bronquite asmática e compra os medicamentos sem receita médica para tratar a doença. Ele conta que já percebeu os efeitos da automedicação. “Eu compro bombinha, inalador, para melhorar da asma, e já tem tanto tempo que eu faço essa automedicação que às vezes o remédio não surte tanto efeito. Já tiveram algumas situações em que o uso da bombinha ou então do inalador, da nebulização, não surtiu efeito que eu precisava. Eu precisava de verdade ir no hospital e fazer o tratamento correto para que eu pudesse sarar daquele sintoma”, conta.
Segundo o ex-secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, optar pela automedicação pode trazer consequências graves para a saúde. “Pode matar, os excessos de medicamentos ou às vezes o uso prolongado de um medicamento. Os efeitos colaterais, os efeitos adversos. Basta ler as bulas, vocês vão ver que todos os medicamentos, eles podem ter efeitos adversos. O uso indevido de medicamentos, ele pode piorar a qualidade de vida em vez de melhorar a qualidade de vida se ele for utilizado inadequadamente”, reforça.
(Adaptado de http://www.brasil.gov.br/saude/2014/08/automedicacao
-pode-causar-serios-danos-a-saude)
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