Foram encontradas 50 questões.
Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
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Observe os símbolos de moedas exibidos a seguir, adicionados a um documento do MS-Word 2016, em sua
configuração padrão.
€ ₤
Assinale a alternativa que apresenta o ícone do grupo Símbolos da guia Inserir, que deve ser usado por um usuário para inserir tais símbolos exibidos.
€ ₤
Assinale a alternativa que apresenta o ícone do grupo Símbolos da guia Inserir, que deve ser usado por um usuário para inserir tais símbolos exibidos.
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Durante uma apresentação de slides por meio do
MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão,
sobre os prazos do ano letivo, um diretor de escola queria
usar o efeito de um laser e, para isso, apertou e segurou
a tecla e, em seguida, clicou com o botão principal do mouse para que um ponto vermelho surgisse na
tela.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado.
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Assinale a alternativa que indica uma busca por meio do
buscador google.com.br onde os resultados são todos
arquivos com extensão PDF.
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
• Amendoins, pipocas, sorvetes estavam à disposição nos intervalos, e o público prazerosamente degustava os amendoins, pipocas e sorvetes.
• A polícia era chamada para intervir, e a plateia entregava à polícia o malfeitor.
• Na volta para casa, o perfume vindo dos jardins preenchia a noite, e todos sentiam esse perfume.
De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos por:
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
O verbo destacado na alternativa está empregado corretamente e nas mesmas condições em:
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Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
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Leia um trecho do livro de memórias Balão cativo, de Pedro
Nava, para responder à questão.
Meu tio Modesto e seus amigos Briggs iam frequentemente ao cinema e sempre ao Velo. Eu, ainda adolescente, com eles. Íamos de segunda classe, quinhentos-réis por
cabeça, porque só a gente besta do bairro ia de primeira e
sentava-se espaçadamente em cadeiras tristonhas. Galegos
apatacados*, proprietários, senhoras de chapéu de plumas,
moças preciosas...
Na segunda classe, os intervalos entre as partes do filme
eram uma alegria de amendoins, pipocas, sorvete-iaiá e baleiro-balas. Todos se cumprimentavam, as senhoras davam
adeusinho, os meninos falavam e corriam e subia aquele
ruído de conversas misturado aos pios do flautim, aos gemidos do violino, às bolhas sonoras do saxofone regulados
pela batida do pianista. Do lado de fora, a campainha batia
sem parar chamando para entrar; só calando depois do início
dos filmes cômicos e dos dramas.
Sempre nos sentávamos com todo o cuidado: ponta esquerda o Briggs, depois sua mulher, depois minha tia e, na
ponta direita, meu tio Modesto. Era a defesa contra os bolinas
que infestavam os cinemas da cidade.
Meu tio me instruía a ficar na fila de trás e vigiar os mal-criados que costumavam cutucar as senhoras ou soprar-lhes
o pescoço. Os bolinas eram tratados pelas mais discretas a
golpes de espetos de broche, alfinetes de cabeça e grampos
de chapéu. Isto as discretas, porque as escandalosas davam o
brado. Ao grito de bolina! bolina! respondia o lincha da plateia.
As luzes se acendiam e o canalha era corrido a murros e pontapés, para enfim, moído e sangrando, cair nos braços da polícia
na sala de espera. Essas execuções eram frequentes no Velo.
Terminada a sessão, saíamos devagar para casa. Outro
sorvete na beira da calçada. Os jardins despejavam lufadas
cariocas de jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas. O
céu baixinho, baixinho. A gente, se quisesse, podia segurar
os galhos da treva, baixá-los e colher nas suas pontas as
frutas de prata das estrelas.
(Pedro Nava. Balão cativo. Ateliê Editorial. São Paulo, 2000. Adaptado)
*apatacados: ricos
Havia jardins com jasmim-do-cabo, magnólias e madressilvas quais se desprendia um aroma agradável e, céu, semelhante copa de uma árvore, podíamos colher estrelas.
De acordo com a norma-padrão e com o sentido do texto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Usando o MS-Windows 10, em sua configuração padrão,
um diretor de escola abre o aplicativo acessório Explorador
de Arquivos para navegar nos arquivos de um pendrive que
recebeu pelo correio. Apos encontrar alguns documentos
em PDF no pendrive, o diretor os seleciona e então clica
com o botão principal do mouse (mantendo o botão pressionado) e arrasta os arquivos para uma pasta vazia da pasta
Desktop de seu computador (soltando o botão do mouse
neste momento).
Considerando que o diretor de escola tem todas as permissões no computador, e que não há restrições de espaço em disco, o resultado da ação descrita no enunciado é:
Considerando que o diretor de escola tem todas as permissões no computador, e que não há restrições de espaço em disco, o resultado da ação descrita no enunciado é:
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