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Foram encontradas 40 questões.

3631043 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

LEIA O POEMA ABAIXO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 06 a 09

Matéria de poesia

Todas as coisas cujos valores podem ser

disputados no cuspe à distância

servem para poesia

O homem que possui um pente

e uma árvore serve para poesia

Terreno de 10 x 20, sujo de mato — os que

nele gorjeiam: detritos semoventes, latas

servem para poesia

Um chevrolé gosmento

Coleção de besouros abstêmios

O bule de Braque sem boca

são bons para poesia

As coisas que não levam a nada

têm grande importância

Cada coisa ordinária é um elemento de estima

Cada coisa sem préstimo tem seu lugar

na poesia ou na geral.

(Disponivel em: https://letraselivros.com.br/livro/marina-colasanticronicas-do-cotidiano/)

Identifique na sequência de palavras extraídas do poema de Manoel de Barros aquelas que apresentam as mesmas características quanto à divisão e tonicidade da sílaba.

 

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3631022 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

TEXTO PARA AS QUESTÕES 23, 24 E 25

João completou 13 anos em 2024 e descobriu que cresceu muito rápido, pois já está com 176 cm de altura, com essa idade. Ele constatou que está crescendo 5 cm por ano.

Em que ano João terá 196 cm de altura?

 

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3631021 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

TEXTO PARA AS QUESTÕES 23, 24 E 25

João completou 13 anos em 2024 e descobriu que cresceu muito rápido, pois já está com 176 cm de altura, com essa idade. Ele constatou que está crescendo 5 cm por ano.

Em 2022, João tinha:

 

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3631019 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

TEXTO PARA RESPONDER AS QUESTÕES 16 E 17

No dia 23/08/24, Maria tinha R$ 188,00 em sua conta bancária, com isso usou metade desse valor para pagar o almoço do dia, deixando o valor restante guardado na conta. Após dois dias,no dia 25/08/24, ela verificou o saldo da sua conta e percebeu que o valor que tinha restado havia sido triplicado e com isso, no dia 26/08/24, ela usou o novo saldo para pagar a conta de água, no valor de R$ 149,00.

Qual o saldo final, após pagar a conta de água, no dia 26/08/24?

 

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3631017 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

TEXTO PARA RESPONDER AS QUESTÕES 16 E 17

No dia 23/08/24, Maria tinha R$ 188,00 em sua conta bancária, com isso usou metade desse valor para pagar o almoço do dia, deixando o valor restante guardado na conta. Após dois dias,no dia 25/08/24, ela verificou o saldo da sua conta e percebeu que o valor que tinha restado havia sido triplicado e com isso, no dia 26/08/24, ela usou o novo saldo para pagar a conta de água, no valor de R$ 149,00.

Qual era o saldo da conta de Maria no dia 25/08/24 ?

 

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3631010 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

LEIA O POEMA ABAIXO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 06 a 09

Matéria de poesia

Todas as coisas cujos valores podem ser

disputados no cuspe à distância

servem para poesia

O homem que possui um pente

e uma árvore serve para poesia

Terreno de 10 x 20, sujo de mato — os que

nele gorjeiam: detritos semoventes, latas

servem para poesia

Um chevrolé gosmento

Coleção de besouros abstêmios

O bule de Braque sem boca

são bons para poesia

As coisas que não levam a nada

têm grande importância

Cada coisa ordinária é um elemento de estima

Cada coisa sem préstimo tem seu lugar

na poesia ou na geral.

(Disponivel em: https://letraselivros.com.br/livro/marina-colasanticronicas-do-cotidiano/)

Considere as palavras abaixo do poema "Materia de Poesia" de Manoel de Barros e indique se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F) quanto à tonicidade da sílaba destacada:

Distância - árvore - chevrolé - coleção – abstêmios - têm – importância - ordinária - préstimo

( ) Distância - A sílaba tônica é oxítona.

( ) Árvore - A sílaba tônica é paroxítona.

( ) Chevrolé - A sílaba tônica é oxítona.

( ) Coleção - A sílaba tônica é paroxítona.

( ) Abstêmios - A sílaba tônica é proparoxítona.

( ) Têm - A sílaba tônica é oxítona.

( ) Importância - A sílaba tônica é paroxítona.

( ) Ordinária - A sílaba tônica é paroxítona.

( ) Préstimo - A sílaba tônica é paroxítona.

Assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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3631009 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

LEIA O POEMA ABAIXO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 06 a 09

Matéria de poesia

Todas as coisas cujos valores podem ser

disputados no cuspe à distância

servem para poesia

O homem que possui um pente

e uma árvore serve para poesia

Terreno de 10 x 20, sujo de mato — os que

nele gorjeiam: detritos semoventes, latas

servem para poesia

Um chevrolé gosmento

Coleção de besouros abstêmios

O bule de Braque sem boca

são bons para poesia

As coisas que não levam a nada

têm grande importância

Cada coisa ordinária é um elemento de estima

Cada coisa sem préstimo tem seu lugar

na poesia ou na geral.

(Disponivel em: https://letraselivros.com.br/livro/marina-colasanticronicas-do-cotidiano/)

Considerando o trecho acima, identifique de que forma o autor faz uso de estrangeirismos no poema e justifique sua escolha, levando em conta o contexto poético de Manoel de Barros.

"Um chevrolé gosmento Coleção de besouros abstêmios O bule de Braque sem boca são bons para poesia"

 

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3630939 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

O número três bilhões está representado corretamente em:

 

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3630938 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 10 A 15

Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros?

Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

Segundo o levantamento da UFMG, não consumir feijão está associado a uma chance 10% maior de desenvolver excesso de peso e 20% maior de obesidade, em relação à parcela da população que consome o produto com alguma frequência.

A importância histórica, nutricional e social do feijão

"O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias", observa a nutricionista Fernanda Serra Granado, que pesquisou o tema em seu doutorado na UFMG.

Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ao preparo.

Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920.

"Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária", diz Granado. Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

"Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta", afirma a pesquisadora.

"Isso porque o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada."

O que explica a queda de consumo nos últimos anos

Mudanças culturais e o avanço dos ultraprocessados – alimentos calóricos e de baixo valor nutricional – estão no centro da redução do consumo de feijão, segundo a pesquisadora.

"Na década de 1980, há a entrada das grandes transnacionais de alimentos no Brasil e o avanço da participação das mulheres no mercado de trabalho, o que causa uma modificação no perfil de consumo da população, com os ultraprocessados sendo percebidos como uma solução prática para o dia a dia", observa a nutricionista.

"Com o passar do tempo, há também uma perda de práticas culinárias, da habilidade em si de preparar os alimentos, com a tradição de receitas que passavam entre gerações que começa a se perder."

Um terceiro fator que pesa na redução de consumo do feijão é o aumento de preços do produto, observa a especialista.

Em 11 anos, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2023, o feijão carioca acumula alta de preços de 122% e o feijão preto, de 186%, comparado a uma inflação geral de 89% no período, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Ou seja, em pouco mais de uma década, o feijão carioca dobrou de preço e o feijão preto, quase triplicou.

Um dos fatores que explica esse encarecimento é a perda de espaço da produção agrícola de feijão para commodities como a soja e o milho, explica Granado.

Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área plantada de feijão no Brasil na safra 2022-2023 deverá ser de apenas 859 mil hectares, a menor da série histórica com início em 1976. O número representa uma redução de 65% em relação ao momento de auge, na safra 1981/1982.

"O produtor acaba abandonando a produção de feijão e outros alimentos que possuem valor agregado menor em comparação a commodities como soja e milho, que têm safras muito mais lucrativas, com demanda internacional", observa Granado.

Por fim, com relação à queda maior do consumo entre as mulheres, a especialista avalia que isso pode ser fruto da dupla jornada, que pode estar fazendo com que elas optem com mais frequência pela conveniência dos ultraprocessados.

(Por Thais Carrança - BBC News Brasil em São Paulo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c90935j2k8 go).

No trecho "Mudanças culturais e o avanço dos ultraprocessados – alimentos calóricos e de baixo valor nutricional – estão no centro da redução do consumo de feijão, segundo a pesquisadora", os travessões desempenham uma função específica na estrutura da frase.

Assinale a alternativa que descreve corretamente essa função:

 

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3630937 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 10 A 15

Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros?

Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

Segundo o levantamento da UFMG, não consumir feijão está associado a uma chance 10% maior de desenvolver excesso de peso e 20% maior de obesidade, em relação à parcela da população que consome o produto com alguma frequência.

A importância histórica, nutricional e social do feijão

"O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias", observa a nutricionista Fernanda Serra Granado, que pesquisou o tema em seu doutorado na UFMG.

Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ao preparo.

Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920.

"Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária", diz Granado. Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

"Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta", afirma a pesquisadora.

"Isso porque o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada."

O que explica a queda de consumo nos últimos anos

Mudanças culturais e o avanço dos ultraprocessados – alimentos calóricos e de baixo valor nutricional – estão no centro da redução do consumo de feijão, segundo a pesquisadora.

"Na década de 1980, há a entrada das grandes transnacionais de alimentos no Brasil e o avanço da participação das mulheres no mercado de trabalho, o que causa uma modificação no perfil de consumo da população, com os ultraprocessados sendo percebidos como uma solução prática para o dia a dia", observa a nutricionista.

"Com o passar do tempo, há também uma perda de práticas culinárias, da habilidade em si de preparar os alimentos, com a tradição de receitas que passavam entre gerações que começa a se perder."

Um terceiro fator que pesa na redução de consumo do feijão é o aumento de preços do produto, observa a especialista.

Em 11 anos, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2023, o feijão carioca acumula alta de preços de 122% e o feijão preto, de 186%, comparado a uma inflação geral de 89% no período, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Ou seja, em pouco mais de uma década, o feijão carioca dobrou de preço e o feijão preto, quase triplicou.

Um dos fatores que explica esse encarecimento é a perda de espaço da produção agrícola de feijão para commodities como a soja e o milho, explica Granado.

Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área plantada de feijão no Brasil na safra 2022-2023 deverá ser de apenas 859 mil hectares, a menor da série histórica com início em 1976. O número representa uma redução de 65% em relação ao momento de auge, na safra 1981/1982.

"O produtor acaba abandonando a produção de feijão e outros alimentos que possuem valor agregado menor em comparação a commodities como soja e milho, que têm safras muito mais lucrativas, com demanda internacional", observa Granado.

Por fim, com relação à queda maior do consumo entre as mulheres, a especialista avalia que isso pode ser fruto da dupla jornada, que pode estar fazendo com que elas optem com mais frequência pela conveniência dos ultraprocessados.

(Por Thais Carrança - BBC News Brasil em São Paulo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c90935j2k8 go).

Com base no texto "Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros?" de Thais Carrança, assinale a alternativa que completa corretamente as frases abaixo utilizando as formas adequadas de "porquê", "por que", "porque" e "por quê":

1. O consumo de feijão está diminuindo ______ as pessoas estão optando por alimentos ultraprocessados.

2. O feijão é um alimento importante ______ possui um excelente perfil nutritivo.

3. Muitas pessoas não sabem o ______ do preço do feijão ter aumentado tanto nos últimos anos.

4. A produção de feijão no Brasil diminuiu, ______?

5.vAs mulheres têm consumido menos feijão ______ preferem a praticidade dos alimentos ultraprocessados.

A alternativa que responde corretamente à questão é:

 

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