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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Também sobre as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro, observe os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico, não estiver em condições de dirigi-lo com segurança: infração gravíssima.
II – Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança: infração gravíssima.
III – Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos: infração grave.
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Disciplina: Informática
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Em se tratando de MS Word 2016, assinale a alternativa que apresenta o nome da opção na barra de menu que dá acesso ao recurso de SmartArt:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
Qual é o número que falta na tabela a seguir?

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Em uma corrida de Fórmula 1, o carro (A) está 20 segundos à frente do carro (B). O carro (B) consegue fazer a volta na pista em 1,5 s mais rápido do que o carro (A). Sabendo que ainda faltam 15 voltas para acabar a corrida, indique a resposta correta.
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MARY I (1516 – 1558).
Mary Tudor foi a primeira rainha a governar a Inglaterra por seu próprio direito. Sua brutal perseguição aos protestantes valeu-lhe a alcunha de “Blood Mary” (Mary, a Sanguinária).
Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, foi declarada ilegítima quando o casamento do pai foi dissolvido em 1533. Ela perdeu o título de princesa e teve que renunciar à fé católica, embora continuasse a praticá-la em segredo.
Após a morte de seu meio-irmão, o frágil Eduardo VI, uma insurreição protestante levou Jane Grey ao trono e Mary fugiu para Norfolk. Mas havia um sentimento generalizado de que era a herdeira legítima e Mary voltou a Londres para receber as boas-vindas de maneira triunfal. Lady Jane Grey – a chamada “Rainha por Nove Dias” – foi deposta e executada, juntamente com seu marido Dudley.
Logo após sua coroação, Mary começou a reanimar a Igreja Católica, que fora banida por Henrique VIII. Quando ficou claro que ela desposaria o católico Filipe II, rei da Espanha, houve uma sublevação protestante em Kent sob Sir Thomas Wyatt. Os rebeldes marcharam para Londres: Mary fez um discurso vibrante que mobilizou a população da capital: a rebelião foi derrotada e seus líderes, executados.
Mary casou-se com Felipe II, restaurou o credo católico e começou a perseguir os heréticos. Em pouco tempo, 300 protestantes encontraram a morte na fogueira. Seu casamento com o rei espanhol arrastou a Inglaterra a uma guerra impopular contra a França, que custou aos ingleses a posse de Calais, último reduto inglês na França.
Solitária, sem filhos e odiada, Mary morreu em 17 de novembro de 1558, sendo sucedida por sua meia-irmã Elizabeth I, uma protestante.
(CAWTHORNE, Nigel. 100 Tiranos: história viva. São Paulo, Ediouro, p. 116).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Mary I era filha de Eduardo VI e irmã de Henrique VIII.
II – Elizabeth I governou a Inglaterra por apenas nove dias.
III – A guerra contra a França fez a Inglaterra perder a cidade de Cahen.
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MARY I (1516 – 1558).
Mary Tudor foi a primeira rainha a governar a Inglaterra por seu próprio direito. Sua brutal perseguição aos protestantes valeu-lhe a alcunha de “Blood Mary” (Mary, a Sanguinária).
Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, foi declarada ilegítima quando o casamento do pai foi dissolvido em 1533. Ela perdeu o título de princesa e teve que renunciar à fé católica, embora continuasse a praticá-la em segredo.
Após a morte de seu meio-irmão, o frágil Eduardo VI, uma insurreição protestante levou Jane Grey ao trono e Mary fugiu para Norfolk. Mas havia um sentimento generalizado de que era a herdeira legítima e Mary voltou a Londres para receber as boas-vindas de maneira triunfal. Lady Jane Grey – a chamada “Rainha por Nove Dias” – foi deposta e executada, juntamente com seu marido Dudley.
Logo após sua coroação, Mary começou a reanimar a Igreja Católica, que fora banida por Henrique VIII. Quando ficou claro que ela desposaria o católico Filipe II, rei da Espanha, houve uma sublevação protestante em Kent sob Sir Thomas Wyatt. Os rebeldes marcharam para Londres: Mary fez um discurso vibrante que mobilizou a população da capital: a rebelião foi derrotada e seus líderes, executados.
Mary casou-se com Felipe II, restaurou o credo católico e começou a perseguir os heréticos. Em pouco tempo, 300 protestantes encontraram a morte na fogueira. Seu casamento com o rei espanhol arrastou a Inglaterra a uma guerra impopular contra a França, que custou aos ingleses a posse de Calais, último reduto inglês na França.
Solitária, sem filhos e odiada, Mary morreu em 17 de novembro de 1558, sendo sucedida por sua meia-irmã Elizabeth I, uma protestante.
(CAWTHORNE, Nigel. 100 Tiranos: história viva. São Paulo, Ediouro, p. 116).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Mary I faleceu na cidade de Kent.
II – O marido de Mary I era católico.
III – Mary I faleceu acompanhada de muitas pessoas, e recebeu inúmeras honrarias póstumas.
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MARY I (1516 – 1558).
Mary Tudor foi a primeira rainha a governar a Inglaterra por seu próprio direito. Sua brutal perseguição aos protestantes valeu-lhe a alcunha de “Blood Mary” (Mary, a Sanguinária).
Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, foi declarada ilegítima quando o casamento do pai foi dissolvido em 1533. Ela perdeu o título de princesa e teve que renunciar à fé católica, embora continuasse a praticá-la em segredo.
Após a morte de seu meio-irmão, o frágil Eduardo VI, uma insurreição protestante levou Jane Grey ao trono e Mary fugiu para Norfolk. Mas havia um sentimento generalizado de que era a herdeira legítima e Mary voltou a Londres para receber as boas-vindas de maneira triunfal. Lady Jane Grey – a chamada “Rainha por Nove Dias” – foi deposta e executada, juntamente com seu marido Dudley.
Logo após sua coroação, Mary começou a reanimar a Igreja Católica, que fora banida por Henrique VIII. Quando ficou claro que ela desposaria o católico Filipe II, rei da Espanha, houve uma sublevação protestante em Kent sob Sir Thomas Wyatt. Os rebeldes marcharam para Londres: Mary fez um discurso vibrante que mobilizou a população da capital: a rebelião foi derrotada e seus líderes, executados.
Mary casou-se com Felipe II, restaurou o credo católico e começou a perseguir os heréticos. Em pouco tempo, 300 protestantes encontraram a morte na fogueira. Seu casamento com o rei espanhol arrastou a Inglaterra a uma guerra impopular contra a França, que custou aos ingleses a posse de Calais, último reduto inglês na França.
Solitária, sem filhos e odiada, Mary morreu em 17 de novembro de 1558, sendo sucedida por sua meia-irmã Elizabeth I, uma protestante.
(CAWTHORNE, Nigel. 100 Tiranos: história viva. São Paulo, Ediouro, p. 116).
No primeiro parágrafo do texto, o autor utiliza a palavra “alcunha”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra:
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MARY I (1516 – 1558).
Mary Tudor foi a primeira rainha a governar a Inglaterra por seu próprio direito. Sua brutal perseguição aos protestantes valeu-lhe a alcunha de “Blood Mary” (Mary, a Sanguinária).
Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, foi declarada ilegítima quando o casamento do pai foi dissolvido em 1533. Ela perdeu o título de princesa e teve que renunciar à fé católica, embora continuasse a praticá-la em segredo.
Após a morte de seu meio-irmão, o frágil Eduardo VI, uma insurreição protestante levou Jane Grey ao trono e Mary fugiu para Norfolk. Mas havia um sentimento generalizado de que era a herdeira legítima e Mary voltou a Londres para receber as boas-vindas de maneira triunfal. Lady Jane Grey – a chamada “Rainha por Nove Dias” – foi deposta e executada, juntamente com seu marido Dudley.
Logo após sua coroação, Mary começou a reanimar a Igreja Católica, que fora banida por Henrique VIII. Quando ficou claro que ela desposaria o católico Filipe II, rei da Espanha, houve uma sublevação protestante em Kent sob Sir Thomas Wyatt. Os rebeldes marcharam para Londres: Mary fez um discurso vibrante que mobilizou a população da capital: a rebelião foi derrotada e seus líderes, executados.
Mary casou-se com Felipe II, restaurou o credo católico e começou a perseguir os heréticos. Em pouco tempo, 300 protestantes encontraram a morte na fogueira. Seu casamento com o rei espanhol arrastou a Inglaterra a uma guerra impopular contra a França, que custou aos ingleses a posse de Calais, último reduto inglês na França.
Solitária, sem filhos e odiada, Mary morreu em 17 de novembro de 1558, sendo sucedida por sua meia-irmã Elizabeth I, uma protestante.
(CAWTHORNE, Nigel. 100 Tiranos: história viva. São Paulo, Ediouro, p. 116).
No quarto parágrafo do texto, o autor utiliza a palavra “vibrante”, que pode ser considerado um adjetivo:
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MARY I (1516 – 1558).
Mary Tudor foi a primeira rainha a governar a Inglaterra por seu próprio direito. Sua brutal perseguição aos protestantes valeu-lhe a alcunha de “Blood Mary” (Mary, a Sanguinária).
Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, foi declarada ilegítima quando o casamento do pai foi dissolvido em 1533. Ela perdeu o título de princesa e teve que renunciar à fé católica, embora continuasse a praticá-la em segredo.
Após a morte de seu meio-irmão, o frágil Eduardo VI, uma insurreição protestante levou Jane Grey ao trono e Mary fugiu para Norfolk. Mas havia um sentimento generalizado de que era a herdeira legítima e Mary voltou a Londres para receber as boas-vindas de maneira triunfal. Lady Jane Grey – a chamada “Rainha por Nove Dias” – foi deposta e executada, juntamente com seu marido Dudley.
Logo após sua coroação, Mary começou a reanimar a Igreja Católica, que fora banida por Henrique VIII. Quando ficou claro que ela desposaria o católico Filipe II, rei da Espanha, houve uma sublevação protestante em Kent sob Sir Thomas Wyatt. Os rebeldes marcharam para Londres: Mary fez um discurso vibrante que mobilizou a população da capital: a rebelião foi derrotada e seus líderes, executados.
Mary casou-se com Felipe II, restaurou o credo católico e começou a perseguir os heréticos. Em pouco tempo, 300 protestantes encontraram a morte na fogueira. Seu casamento com o rei espanhol arrastou a Inglaterra a uma guerra impopular contra a França, que custou aos ingleses a posse de Calais, último reduto inglês na França.
Solitária, sem filhos e odiada, Mary morreu em 17 de novembro de 1558, sendo sucedida por sua meia-irmã Elizabeth I, uma protestante.
(CAWTHORNE, Nigel. 100 Tiranos: história viva. São Paulo, Ediouro, p. 116).
No início do penúltimo parágrafo, o autor do texto utiliza o verbo “restaurar”. Assinale a alternativa que apresenta o tempo/modo em que tal verbo está conjugado:
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MARY I (1516 – 1558).
Mary Tudor foi a primeira rainha a governar a Inglaterra por seu próprio direito. Sua brutal perseguição aos protestantes valeu-lhe a alcunha de “Blood Mary” (Mary, a Sanguinária).
Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão, foi declarada ilegítima quando o casamento do pai foi dissolvido em 1533. Ela perdeu o título de princesa e teve que renunciar à fé católica, embora continuasse a praticá-la em segredo.
Após a morte de seu meio-irmão, o frágil Eduardo VI, uma insurreição protestante levou Jane Grey ao trono e Mary fugiu para Norfolk. Mas havia um sentimento generalizado de que era a herdeira legítima e Mary voltou a Londres para receber as boas-vindas de maneira triunfal. Lady Jane Grey – a chamada “Rainha por Nove Dias” – foi deposta e executada, juntamente com seu marido Dudley.
Logo após sua coroação, Mary começou a reanimar a Igreja Católica, que fora banida por Henrique VIII. Quando ficou claro que ela desposaria o católico Filipe II, rei da Espanha, houve uma sublevação protestante em Kent sob Sir Thomas Wyatt. Os rebeldes marcharam para Londres: Mary fez um discurso vibrante que mobilizou a população da capital: a rebelião foi derrotada e seus líderes, executados.
Mary casou-se com Felipe II, restaurou o credo católico e começou a perseguir os heréticos. Em pouco tempo, 300 protestantes encontraram a morte na fogueira. Seu casamento com o rei espanhol arrastou a Inglaterra a uma guerra impopular contra a França, que custou aos ingleses a posse de Calais, último reduto inglês na França.
Solitária, sem filhos e odiada, Mary morreu em 17 de novembro de 1558, sendo sucedida por sua meia-irmã Elizabeth I, uma protestante.
(CAWTHORNE, Nigel. 100 Tiranos: história viva. São Paulo, Ediouro, p. 116).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma conjunção conclusiva:
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