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A aprendizagem da leitura e da escrita depende de duas portas de entrada, distintas, mas indissociáveis e que necessitam ser trabalhadas ao mesmo tempo: ALFABETIZAÇÃO e LETRAMENTO.
Assinale a alternativa correta quanto aos seus conceitos
I - ALFABETIZAÇÃO é a aquisição do código da escrita e da leitura. Segundo Magda Soares, esta se faz pelo domínio de uma técnica: grafar e reconhecer letras, usar o papel, entender a direcionalidade da escrita, pegar no lápis, codificar, estabelecer relações entre sons e letras, de fonemas e grafemas; a criança perceber unidades menores que compõem o sistema de escrita (palavras, sílabas, letras).
II - LETRAMENTO é a utilização desta tecnologia em práticas sociais de leitura e de escrita.
III - A alfabetização não é um processo baseado em perceber e memorizar, para aprender a ler e escrever, o aluno precisa construir um conhecimento de natureza conceitual, ele não só precisa saber o que é a escrita, mas também de que forma a ela representa, graficamente, a linguagem.
IV - O termo letramento é uma tentativa de tradução do inglês Literacy, significando “o estado ou a condição de se fazer usos sociais da leitura e da escrita”
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Muitos de nossos alunos não cultivam o gosto pela leitura, pois devido ao mundo moderno e globalizado, devido aos meios de comunicação como TV e Internet, as relações interpessoais apresentam-se fragmentadas. As crianças e os jovens têm deixado de apreciar um bom livro, principalmente, para se entreter com meios de comunicação de massa, porque são de rápida absorção.
Assinale a alternativa que não auxilia a importância da Literatura Infantil, nas escolas.
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"De todas as formas que eu puder com jornal livrinho revista livrinho com historinha copiando escrevendo do jeito tradicional e do jeito moderno eu faço de tudo uma salada na minha sala de aula ... um laboratório de experiências”.
A estratégia utilizada por essa professora não denota que:
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Soares (2004) explicita que é preciso repensar as práticas de ensino que têm predominado em muitas escolas, esclarecendo a distinção entre o que é letramento e o que é alfabetização.
Alfabetização envolve o processo da consciência
Assinale a alternativa que se contrapõe ao que se concerne sobre esses dois conceitos:
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Na teoria dos gêneros textuais nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Língua Portuguesa temos que o trabalho com a língua materna, no que se tange ao ensino de recursos expressivos da linguagem, tanto oral quanto escrita, desenvolva o conhecimento necessário para que os participantes envolvidos nos processos de ensino e aprendizagem saibam adaptar suas atividades linguísticas, com êxito, aos fatos sociais.
Trabalhar com os gêneros textuais, em sala de aula, tem como objetivo proporcionar aos alunos:
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Antunes (2009) propõe o trabalho com gêneros textuais em sala de aula fundamentando-se em, exceto:
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"Se não é para ensinar gramática", costumam dizer os professores, "então é para fazer o quê?". Eles ainda não sabem como traduzir essas inovações em práticas pedagógicas condizentes com uma educação, efetivamente, formadora. Trabalhar os variados tipos e gêneros de textos é uma estratégia para se entender a Língua.
Assinale a alternativa incorreta em relação à abordagem do professor, diante dessa problemática:
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Os estudos linguísticos contribuíram de forma significativa para o surgimento de novas abordagens didáticas, na medida em que ocorre a inserção do contexto, no ensino da gramática.
Assinale a alternativa que se contrapõe a essa contribuição:
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Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação de termos gramaticais, o que constituía o dialeto de prestígio. Com base nessa linha metodológica, a didática do ensino da língua estava voltada à memorização e à classificação de nomenclaturas. Partindo desse pressuposto, percebemos que o ensino de Língua Portuguesa ocorria em função do reconhecimento das normas e regras, o que constituía o padrão mais prestigiado pela sociedade (SOARES, 1998).
É correto afirmar que:
I - A partir da década de 80, ocorre um intenso desenvolvimento de diversos estudos e pesquisas na Área de Língua Portuguesa. Tais estudos tinham como objetivo alterar as práticas didático-pedagógicas do ensino dessa disciplina e, sobretudo, propor uma nova forma de conceber o ensino de Língua Portuguesa.
II - A linguagem passa a ser concebida como recurso de interação social e, acima de tudo, atrelada a propósitos comunicativos.
III - A língua passa a ser percebida como atividade social, em constante uso comunicativo. Assim, a função do ensino da gramática limita-se à estrutura da língua, mas também não abrange o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno e não mais levá-lo a produzir respostas corretas.
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Memória e excesso de estímulos
Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,
reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.
Drauzio Varella – 30/04/21
Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone.
[...]
Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória.
Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.
Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?
Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto.
Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.
A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano.
A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem.
A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.
Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.
No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia.
Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.
Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br
De acordo com o texto, são causas das queixas de falta de memória, exceto:
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