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No SUS todos municípios têm a responsabilidade de realizar algumas ações de
saúde, dentre elas pode-se citar, EXCETO
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O SUS tem a responsabilidade sobre a atenção à saúde nas áreas de:
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A participação da comunidade no SUS tem as funções de I. definir a política de saúde. II. definir as estratégias para a execução da política de saúde. III. fiscalizar a execução da política de saúde. Estão CORRETAS:
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Marque V (verdadeira) ou F(falsa) nas proposições seguintes:
( ) No aleitamento materno predominante, a fonte principal da nutrição da
criança é o leite humano, mas a criança recebe também, sucos, chás e
outros líquidos.
( ) O aleitamento materno reduz a incidência de doenças crônicas, tais como:
arteriosclerose, hipertensão arterial, diabetes e doenças autoimunes.
( ) No ingurgitamento mamário, a nutriz deve usar sutiã com boa sustentação
da mama e compressas quentes como medida terapêutica.
( ) Durante o processo de amamentação, após cada mamada, está indicada
a higienização do mamilo com solução antiséptica, a fim de prevenir a
mastite.
A sequência CORRETA é:
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O Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) adota o Índice de
Infestação Predial como o principal indicador de risco para a epidemia em uma
região.
Analise as informações abaixo acerca dos níveis de risco adotados pelo PNCD: I. O cenário positivo é aquele em que os agentes de campo identificam, em cada 100 casas pesquisadas, menos de uma com a presença de larvas do Aedes. II. Entre uma e 3,9 casas com larvas em cada 100, a situação é de alerta. III. O ponto crítico se dá a partir de dez casas com larvas em cada 100. São CORRETAS as afirmativas:
Analise as informações abaixo acerca dos níveis de risco adotados pelo PNCD: I. O cenário positivo é aquele em que os agentes de campo identificam, em cada 100 casas pesquisadas, menos de uma com a presença de larvas do Aedes. II. Entre uma e 3,9 casas com larvas em cada 100, a situação é de alerta. III. O ponto crítico se dá a partir de dez casas com larvas em cada 100. São CORRETAS as afirmativas:
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O câncer de colo uterino dentre todos os tipos de câncer é o que apresenta um
dos mais altos potenciais de prevenção e cura. No Brasil a principal estratégia
utilizada para a detecção precoce é o rastreamento, através da realização do
exame citopatológico prioritariamente em mulheres de 25 a 59 aos de idade.
Tal estratégia constitui uma medida de prevenção
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Em relação às doenças infecto contagiosas é INCORRETO afirmar que:
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Texto I
Assisto, logo existo
Sintoma William Moreira. Eis a definição do psicólogo Carlos Perktold para a
dificuldade da geração pós-64 de entender o que lê.
Por Maurício Dias
Quando leu os resultados da avaliação do desempenho dos estudantes
brasileiros do ensino fundamental, revelados pelo Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Básica (SAEB), o psicólogo mineiro Carlos Perktold viu ali,
multiplicada milhares de vezes, a situação do jovem Tiago D., de 17 anos, de
quem ele cuida profissionalmente.
Tiago, assim como grande parte dos 53 mil alunos que responderam à
prova de português do SAEB, são portadores de um problema que Perktold,
membro do círculo psicanalítico de Minas Gerais, batizou de sintoma William
Moreira.
Todo portador desse sintoma tem uma singularidade: entende apenas o
que ouve e não o que lê. Tiago, por exemplo, reclamava de um erro no
computador e recebeu instruções escritas para corrigi-lo. Não conseguiu entender
o que leu. Depois de ouvir a leitura do que estava escrito disse: “Ah, é isso? Não
tem problema, faço agora”.
O sintoma William Moreira parece, mas não é, oligofrenia. Também não é
analfabetismo funcional, porque não se manifesta apenas em pessoas com baixa
escolaridade. Não é, enfim, uma doença catalogável. É, sim, um fenômeno
intelectual de um tempo em que o texto praticamente sucumbiu ao recurso visual
e, principalmente, à imagem da televisão.
O batismo do sintoma vem, assim, do cruzamento dos nomes dos dois
mais conhecidos locutores-apresentadores de televisão: William, de William
Bonner, e Moreira, de Cid Moreira. Em geral, os portadores do sintoma são bem
informados sobre tudo o que ouviram, mas nunca sobre o que leram.
Perktold – cuja paixão pela pintura o levou a integrar a Associação Brasileira de
Críticos de Arte – contou a história de Tiago no livro Ensaios de Pintura e
Psicanálise, lançado no início deste ano. Ele explica, nesta entrevista a Carta
Capital, como e por que o problema é preocupante.
[...]
Carta Capital: Uma boa dose de leitura ajuda a reverter a situação?
Carlos Perktold: O portador do sintoma William Moreira não sabe que ele foi
construído ao longo de uma existência sem leitura. Com a leitura nasce algo
internamente. A dificuldade causadora de sua existência começa quando é
chegado o momento de compreender as palavras escritas, formadoras de uma
frase, de um pensamento; o momento de ler ou de escrever um simples bilhete.
Na nossa existência há uma hora na qual “a ficha cai” dentro de cada um e o texto
passa a ter a sua importância. A minha experiência indica que isso ocorre quando
há leituras sucessivas. Quando alguém me pede, aconselho a começar a ler
textos menores: crônicas e contos que sirvam de iscas intelectuais. Aconselho
também a buscar nos dicionários o significado das palavras desconhecidas. É
assim que melhoramos nosso vocabulário e aprendemos a expressar o que
queremos.
[...]
Carlos Perktold: A televisão é uma máquina “emburrecedora”. Acabado um programa inteligente, ninguém tem tempo para elaborar [...] o que viu. Surge outro de conteúdo diferente e, com frequência, sem ligação com o primeiro. O show deve continuar. Além disso, há realmente um interesse ideológico de que as pessoas pensem? Por fim, temos essa maravilhosa praga chamada internet. A geração atual imagina encontrar nela casa, comida, roupa lavada e vários salários mínimos, creditados em conta corrente bancária mensalmente. Não descobriram ainda que ela é a velha biblioteca modificada no tempo e no espaço.
Carlos Perktold: A televisão é uma máquina “emburrecedora”. Acabado um programa inteligente, ninguém tem tempo para elaborar [...] o que viu. Surge outro de conteúdo diferente e, com frequência, sem ligação com o primeiro. O show deve continuar. Além disso, há realmente um interesse ideológico de que as pessoas pensem? Por fim, temos essa maravilhosa praga chamada internet. A geração atual imagina encontrar nela casa, comida, roupa lavada e vários salários mínimos, creditados em conta corrente bancária mensalmente. Não descobriram ainda que ela é a velha biblioteca modificada no tempo e no espaço.
Carta Capital, 07 de julho de 2004
Oligofrenia: escassez de desenvolvimento mental que pode ter causas
diversas (hereditárias ou adquiridas)..
Pela correlação entre o objetivo central do texto e seu título, percebe-se
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Texto I
Assisto, logo existo
Sintoma William Moreira. Eis a definição do psicólogo Carlos Perktold para a
dificuldade da geração pós-64 de entender o que lê.
Por Maurício Dias
Quando leu os resultados da avaliação do desempenho dos estudantes
brasileiros do ensino fundamental, revelados pelo Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Básica (SAEB), o psicólogo mineiro Carlos Perktold viu ali,
multiplicada milhares de vezes, a situação do jovem Tiago D., de 17 anos, de
quem ele cuida profissionalmente.
Tiago, assim como grande parte dos 53 mil alunos que responderam à
prova de português do SAEB, são portadores de um problema que Perktold,
membro do círculo psicanalítico de Minas Gerais, batizou de sintoma William
Moreira.
Todo portador desse sintoma tem uma singularidade: entende apenas o
que ouve e não o que lê. Tiago, por exemplo, reclamava de um erro no
computador e recebeu instruções escritas para corrigi-lo. Não conseguiu entender
o que leu. Depois de ouvir a leitura do que estava escrito disse: “Ah, é isso? Não
tem problema, faço agora”.
O sintoma William Moreira parece, mas não é, oligofrenia. Também não é
analfabetismo funcional, porque não se manifesta apenas em pessoas com baixa
escolaridade. Não é, enfim, uma doença catalogável. É, sim, um fenômeno
intelectual de um tempo em que o texto praticamente sucumbiu ao recurso visual
e, principalmente, à imagem da televisão.
O batismo do sintoma vem, assim, do cruzamento dos nomes dos dois
mais conhecidos locutores-apresentadores de televisão: William, de William
Bonner, e Moreira, de Cid Moreira. Em geral, os portadores do sintoma são bem
informados sobre tudo o que ouviram, mas nunca sobre o que leram.
Perktold – cuja paixão pela pintura o levou a integrar a Associação Brasileira de
Críticos de Arte – contou a história de Tiago no livro Ensaios de Pintura e
Psicanálise, lançado no início deste ano. Ele explica, nesta entrevista a Carta
Capital, como e por que o problema é preocupante.
[...]
Carta Capital: Uma boa dose de leitura ajuda a reverter a situação?
Carlos Perktold: O portador do sintoma William Moreira não sabe que ele foi
construído ao longo de uma existência sem leitura. Com a leitura nasce algo
internamente. A dificuldade causadora de sua existência começa quando é
chegado o momento de compreender as palavras escritas, formadoras de uma
frase, de um pensamento; o momento de ler ou de escrever um simples bilhete.
Na nossa existência há uma hora na qual “a ficha cai” dentro de cada um e o texto
passa a ter a sua importância. A minha experiência indica que isso ocorre quando
há leituras sucessivas. Quando alguém me pede, aconselho a começar a ler
textos menores: crônicas e contos que sirvam de iscas intelectuais. Aconselho
também a buscar nos dicionários o significado das palavras desconhecidas. É
assim que melhoramos nosso vocabulário e aprendemos a expressar o que
queremos.
[...]
Carlos Perktold: A televisão é uma máquina “emburrecedora”. Acabado um programa inteligente, ninguém tem tempo para elaborar [...] o que viu. Surge outro de conteúdo diferente e, com frequência, sem ligação com o primeiro. O show deve continuar. Além disso, há realmente um interesse ideológico de que as pessoas pensem? Por fim, temos essa maravilhosa praga chamada internet. A geração atual imagina encontrar nela casa, comida, roupa lavada e vários salários mínimos, creditados em conta corrente bancária mensalmente. Não descobriram ainda que ela é a velha biblioteca modificada no tempo e no espaço.
Carlos Perktold: A televisão é uma máquina “emburrecedora”. Acabado um programa inteligente, ninguém tem tempo para elaborar [...] o que viu. Surge outro de conteúdo diferente e, com frequência, sem ligação com o primeiro. O show deve continuar. Além disso, há realmente um interesse ideológico de que as pessoas pensem? Por fim, temos essa maravilhosa praga chamada internet. A geração atual imagina encontrar nela casa, comida, roupa lavada e vários salários mínimos, creditados em conta corrente bancária mensalmente. Não descobriram ainda que ela é a velha biblioteca modificada no tempo e no espaço.
Carta Capital, 07 de julho de 2004
Oligofrenia: escassez de desenvolvimento mental que pode ter causas
diversas (hereditárias ou adquiridas)..
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Texto I
Assisto, logo existo
Sintoma William Moreira. Eis a definição do psicólogo Carlos Perktold para a
dificuldade da geração pós-64 de entender o que lê.
Por Maurício Dias
Quando leu os resultados da avaliação do desempenho dos estudantes
brasileiros do ensino fundamental, revelados pelo Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Básica (SAEB), o psicólogo mineiro Carlos Perktold viu ali,
multiplicada milhares de vezes, a situação do jovem Tiago D., de 17 anos, de
quem ele cuida profissionalmente.
Tiago, assim como grande parte dos 53 mil alunos que responderam à
prova de português do SAEB, são portadores de um problema que Perktold,
membro do círculo psicanalítico de Minas Gerais, batizou de sintoma William
Moreira.
Todo portador desse sintoma tem uma singularidade: entende apenas o
que ouve e não o que lê. Tiago, por exemplo, reclamava de um erro no
computador e recebeu instruções escritas para corrigi-lo. Não conseguiu entender
o que leu. Depois de ouvir a leitura do que estava escrito disse: “Ah, é isso? Não
tem problema, faço agora”.
O sintoma William Moreira parece, mas não é, oligofrenia. Também não é
analfabetismo funcional, porque não se manifesta apenas em pessoas com baixa
escolaridade. Não é, enfim, uma doença catalogável. É, sim, um fenômeno
intelectual de um tempo em que o texto praticamente sucumbiu ao recurso visual
e, principalmente, à imagem da televisão.
O batismo do sintoma vem, assim, do cruzamento dos nomes dos dois
mais conhecidos locutores-apresentadores de televisão: William, de William
Bonner, e Moreira, de Cid Moreira. Em geral, os portadores do sintoma são bem
informados sobre tudo o que ouviram, mas nunca sobre o que leram.
Perktold – cuja paixão pela pintura o levou a integrar a Associação Brasileira de
Críticos de Arte – contou a história de Tiago no livro Ensaios de Pintura e
Psicanálise, lançado no início deste ano. Ele explica, nesta entrevista a Carta
Capital, como e por que o problema é preocupante.
[...]
Carta Capital: Uma boa dose de leitura ajuda a reverter a situação?
Carlos Perktold: O portador do sintoma William Moreira não sabe que ele foi
construído ao longo de uma existência sem leitura. Com a leitura nasce algo
internamente. A dificuldade causadora de sua existência começa quando é
chegado o momento de compreender as palavras escritas, formadoras de uma
frase, de um pensamento; o momento de ler ou de escrever um simples bilhete.
Na nossa existência há uma hora na qual “a ficha cai” dentro de cada um e o texto
passa a ter a sua importância. A minha experiência indica que isso ocorre quando
há leituras sucessivas. Quando alguém me pede, aconselho a começar a ler
textos menores: crônicas e contos que sirvam de iscas intelectuais. Aconselho
também a buscar nos dicionários o significado das palavras desconhecidas. É
assim que melhoramos nosso vocabulário e aprendemos a expressar o que
queremos.
[...]
Carlos Perktold: A televisão é uma máquina “emburrecedora”. Acabado um programa inteligente, ninguém tem tempo para elaborar [...] o que viu. Surge outro de conteúdo diferente e, com frequência, sem ligação com o primeiro. O show deve continuar. Além disso, há realmente um interesse ideológico de que as pessoas pensem? Por fim, temos essa maravilhosa praga chamada internet. A geração atual imagina encontrar nela casa, comida, roupa lavada e vários salários mínimos, creditados em conta corrente bancária mensalmente. Não descobriram ainda que ela é a velha biblioteca modificada no tempo e no espaço.
Carlos Perktold: A televisão é uma máquina “emburrecedora”. Acabado um programa inteligente, ninguém tem tempo para elaborar [...] o que viu. Surge outro de conteúdo diferente e, com frequência, sem ligação com o primeiro. O show deve continuar. Além disso, há realmente um interesse ideológico de que as pessoas pensem? Por fim, temos essa maravilhosa praga chamada internet. A geração atual imagina encontrar nela casa, comida, roupa lavada e vários salários mínimos, creditados em conta corrente bancária mensalmente. Não descobriram ainda que ela é a velha biblioteca modificada no tempo e no espaço.
Carta Capital, 07 de julho de 2004
Oligofrenia: escassez de desenvolvimento mental que pode ter causas
diversas (hereditárias ou adquiridas)..
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