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Foram encontradas 60 questões.

1956355 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Sofia realiza 1/8 da tarefa em 5 dias. Lígia executa 45% do restante da tarefa em 7 dias. As duas juntas fariam toda a tarefa em, aproximadamente:
 

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1956354 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Determine a área de um triângulo isósceles com 24 cm de perímetro e 10 cm de altura com relação à base que é o lado diferente dos outros dois.
 

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1956347 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Uma caixa com 0,4 dm de altura, cuja largura tem 4 dm a mais que o comprimento, possui um volume de 336 cm3 . A largura dessa caixa, em cm, é:
 

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1956346 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
O menor valor que devemos subtrair o número 2.240 para torná-lo um número divisível por 3 e 11 é:
 

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1956345 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
A soma de todas as raízes do polinômio P(x) = x4 -36x2 - 108 é:
 

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1956341 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
Um número inteiro, positivo, foi dividido em duas partes diretamente proporcionais a 4 e a 5, respectivamente. Sabendo que o quadrado da segunda parte menos vinte vezes a primeira parte é 225, o número é:
 

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1956334 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES

Sejam f(x) = -x2 + 4x - 4 e h(x) = x2 -8x + 15 funções definidas para todo Enunciado 1956334-1. Com base nessas funções temos as seguintes afirmações:

I - f(x) . h(x) < 0, para x > 0;

II - h(x) < f(x), para x > 4;

III - f(x) < h(x), para x > 3.

Está correto, apenas, o que se afirma em:

 

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1956326 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Linhares-ES
A sequência (3x-2, 2x+3, 5x-8) é uma progressão aritmética de três termos. O valor do segundo termo dessa sequência é:
 

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Texto

O casamento da Lua

O que me contaram não foi nada disso. A mim, contaramme o seguinte: que um grupo de bons e velhos sábios, de mãos enferrujadas, rostos cheios de rugas e pequenos olhos sorridentes, começaram a reunir-se todas as noites para olhar a Lua, pois andavam dizendo que nos últimos cinco séculos sua palidez tinha aumentado consideravelmente. E de tanto olharem através de seus telescópios, os bons e velhos sábios foram assumindo um ar preocupado e seus olhos já não sorriam mais; puseramse, antes, melancólicos. E contaram-me ainda que não era incomum vê-los, peripatéticos, a conversar em voz baixa enquanto balançavam gravemente a cabeça.

E que os bons e velhos sábios haviam constatado que a Lua estava não só muito pálida, como envolta num permanente halo de tristeza. E que mirava o Mundo com olhos de um tal langor e dava tão fundos suspiros – ela que por milênios mantivera a mais virginal reserva – que não havia como duvidar: a Lua estava pura e simplesmente apaixonada. Sua crescente palidez, aliada a uma minguante serenidade e compostura no seu noturno nicho, induzia uma só conclusão: tratava-se de uma Lua nova, de uma Lua cheia de amor, de uma Lua que precisava dar. E a Lua queria dar-se justamente àquele de quem era a única escrava e que, com desdenhosa gravidade, mantinha-a confinada em seu espaço próprio, usufruindo apenas de sua luz e dando azo a que ela fosse motivo constante de poemas e canções de seus menestréis, e até mesmo de ditos e graças de seus bufões, para distraí-lo em suas periódicas hipocondrias de madurez.

Pois não é que ao descobrirem que era o Mundo a causa do sofrimento da Lua, puseram-se os bons e velhos sábios a dar gritos de júbilo e a esfregar as mãos, piscando-se os olhos e dizendo-se chistes que, com toda franqueza, não ficam nada bem em homens de saber... Mas o que se há de fazer? Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria, podendo mesmo chegar a dançar rodas e sarabandas, numa curiosa volta à infância. Por isso perdoemos aos bons e velhos sábios, que se assim faziam é porque tinham descoberto os males da Lua, que eram males de amor. E males de amor curam-se com o próprio amor – eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos, e que escreveram no final de um longo pergaminho crivado de números e equações, no qual fora estudado o problema da crescente palidez da Lua.

(MORAES, Vinícius de. Para viver um grande amor: crônicas e poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 52-53, excerto.)

O substantivo sublinhado em “eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos” (3º §) está corretamente flexionado na forma do plural, segundo a norma culta da língua. Sabe-se, todavia, que os nomes terminados no singular em “-ão” constituem um problema de flexão para o plural porque são três terminações possíveis: “-ãos”, “- ães” e “-ões”. Dos nomes relacionados nas opções abaixo, fazem o plural com a mesma terminação os que estão relacionados em:
 

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Texto

O casamento da Lua

O que me contaram não foi nada disso. A mim, contaramme o seguinte: que um grupo de bons e velhos sábios, de mãos enferrujadas, rostos cheios de rugas e pequenos olhos sorridentes, começaram a reunir-se todas as noites para olhar a Lua, pois andavam dizendo que nos últimos cinco séculos sua palidez tinha aumentado consideravelmente. E de tanto olharem através de seus telescópios, os bons e velhos sábios foram assumindo um ar preocupado e seus olhos já não sorriam mais; puseramse, antes, melancólicos. E contaram-me ainda que não era incomum vê-los, peripatéticos, a conversar em voz baixa enquanto balançavam gravemente a cabeça.

E que os bons e velhos sábios haviam constatado que a Lua estava não só muito pálida, como envolta num permanente halo de tristeza. E que mirava o Mundo com olhos de um tal langor e dava tão fundos suspiros – ela que por milênios mantivera a mais virginal reserva – que não havia como duvidar: a Lua estava pura e simplesmente apaixonada. Sua crescente palidez, aliada a uma minguante serenidade e compostura no seu noturno nicho, induzia uma só conclusão: tratava-se de uma Lua nova, de uma Lua cheia de amor, de uma Lua que precisava dar. E a Lua queria dar-se justamente àquele de quem era a única escrava e que, com desdenhosa gravidade, mantinha-a confinada em seu espaço próprio, usufruindo apenas de sua luz e dando azo a que ela fosse motivo constante de poemas e canções de seus menestréis, e até mesmo de ditos e graças de seus bufões, para distraí-lo em suas periódicas hipocondrias de madurez.

Pois não é que ao descobrirem que era o Mundo a causa do sofrimento da Lua, puseram-se os bons e velhos sábios a dar gritos de júbilo e a esfregar as mãos, piscando-se os olhos e dizendo-se chistes que, com toda franqueza, não ficam nada bem em homens de saber... Mas o que se há de fazer? Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria, podendo mesmo chegar a dançar rodas e sarabandas, numa curiosa volta à infância. Por isso perdoemos aos bons e velhos sábios, que se assim faziam é porque tinham descoberto os males da Lua, que eram males de amor. E males de amor curam-se com o próprio amor – eis o axioma científico a que chegaram os eruditos anciãos, e que escreveram no final de um longo pergaminho crivado de números e equações, no qual fora estudado o problema da crescente palidez da Lua.

(MORAES, Vinícius de. Para viver um grande amor: crônicas e poemas. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p. 52-53, excerto.)

No fragmento “Frequentemente, a velhice, mesmo sábia, não tem nenhuma noção do ridículo nos momentos de alegria” (3º §), o conectivo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por todos os abaixo relacionados, EXCETO por:
 

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