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Foram encontradas 40 questões.

3865580 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Um condomínio descarta diariamente, aproximadamente,  90 kg de resíduos orgânicos e 15 kg de recicláveis.

A quantidade total, em quilogramas, de resíduos orgânicos e recicláveis descartados em 60 dias por esse condomínio está no intervalo entre

 

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3865579 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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O padeiro Miguel assa pãozinho a cada 2 horas; a cada 3 horas, pão de queijo; e a cada 6 horas, pão doce. Hoje, às 5 horas, ele assou simultaneamente pãozinho, pão de queijo e pão doce.

Ele assará novamente os três simultaneamente às

 

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3865578 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Uma turma de amigos fez uma trilha de 10,8 km em 4 horas e meia. Supondo que eles tenham caminhado sempre no mesmo ritmo e sem paradas, pode-se afirmar que, a cada minuto, a turma caminhou
 

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3865577 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Um estacionamento trabalha com a seguinte tabela de preços.

Enunciado 4633554-1

Um usuário estacionou o carro exatamente às 8 horas e o retirou às 15 horas.

Pelo estacionamento nesse período, ele pagou

 

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3865576 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Simone recebeu R$ 1.658,00 de salário líquido. Ela pagou a conta de água, de R$ 152,80; a conta de luz, de R$ 188,30; e a de telefone, de R$ 98,90. Do valor restante, ela reservou metade para o mercado e a outra metade deu à própria mãe.

A mãe de Simone, então, ganhou da filha

 

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3865575 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Para responder à questão , leia a crônica a seguir.

Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.”


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase do texto apresenta palavra ou expressão empregada em sentido figurado.
 

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3865574 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Para responder à questão , leia a crônica a seguir.

Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.”


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Na crônica, a autora reconhece que seu amor pelo pão de queijo é tão grande que pouco importa se
 

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3865573 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Para responder à questão , leia a crônica a seguir.

Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.”


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Segundo a autora afirma, o pão de queijo
 

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3865572 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Para responder à questão , leia a crônica a seguir.

Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.”


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

No texto, a autora confessa que gosta tanto de pão de queijo que
 

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3865571 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Lins-SP
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Para responder à questão , leia a crônica a seguir.

Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.”


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Em relação ao pão de queijo, a autora declara que
 

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