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Assinale a alternativa que contenha a fração
geratriz da dizima periódica: 0,2222222222...
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Ao escrever todos os números de 35 até 1550,
quantos algarismos foram escritos?
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Qual é o valor da expressão: [1/2 (45 - 13) x 9)] - (12² - 1)
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Assinale a alternativa que contenha a mesma quantidade de fonemas que a palavra Sustentabilidade.
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas
vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva
como um gato, não mais atravessava praças. E evitava
sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se
dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos,
mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em
seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo
inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. noite tirou do bolso uma rosa de cetim para
enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o
tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou
andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa
desbotava sobre a cômoda.
Marina Colasanti
http://www.contioutra.com/para-que-ninguem-aquisesse-marina-colasanti/
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Consiste em empregar um termo no lugar do outro,
de forma lógica, mantendo a relação de proximidade
entre elementos equiparados, como por exemplo, na
sentença: meu filho adora danone. Nessa sentença a
palavra danone substitui o termo iogurte. Assinale a
alternativa que corresponda a figura de linguagem em
questão.
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas
vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva
como um gato, não mais atravessava praças. E evitava
sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se
dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos,
mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em
seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo
inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. noite tirou do bolso uma rosa de cetim para
enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o
tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou
andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa
desbotava sobre a cômoda.
Marina Colasanti
http://www.contioutra.com/para-que-ninguem-aquisesse-marina-colasanti/
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas
vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva
como um gato, não mais atravessava praças. E evitava
sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se
dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos,
mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em
seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo
inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. noite tirou do bolso uma rosa de cetim para
enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o
tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou
andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa
desbotava sobre a cômoda.
Marina Colasanti
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Assinale a alternativa que o emprego da crase é
feito de forma inadequada.
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas
vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva
como um gato, não mais atravessava praças. E evitava
sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se
dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos,
mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em
seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo
inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. noite tirou do bolso uma rosa de cetim para
enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o
tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou
andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa
desbotava sobre a cômoda.
Marina Colasanti
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