Foram encontradas 50 questões.
A maior raiz da equação 

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Se x = 10/50 então y = 0,333333... Qual é o resultado
da operação x + y?
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Uma maneira de simplificar uma raiz quadrada é a
partir da decomposição de fatores primos, utilize seus
conhecimentos e assinale a alternativa que
simplifique:√360:
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Qual dos números a seguir é um numero
irracional:
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Assinale a alternativa que contenha a fração
geratriz da dizima periódica: 0,2222222222...
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Ao escrever todos os números de 35 até 1550,
quantos algarismos foram escritos?
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Qual é o valor da expressão: [1/2 (45 - 13) x 9)] - (12² - 1)
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Assinale a alternativa que contenha a mesma quantidade de fonemas que a palavra Sustentabilidade.
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Leia o texto “Lembrança Rural”, de Cecília Meireles e
responda a pergunta seguinte:
Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo. A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foice. Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva. Casebres caindo, na erma tarde; nem existem na história
do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é
triste. A roupa da noite esconde tudo, quando passa... Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas. Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas. Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de
bronze. Debaixo da ponte, a água suspira, presa... Vontade de ficar neste sossego toda a vida: Bom para ver de frente os olhos turvos das palavras, para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas
caminham nas árvores...
Podemos notar que no poema, o eu-lírico descreve uma paisagem, usando recursos diferentes para isso, um deles são chamados de figuras de linguagem. Observe os trechos grifados no texto e identifique a figura de linguagem utilizada nessas marcações.
Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo. A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foice. Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva. Casebres caindo, na erma tarde; nem existem na história
do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é
triste. A roupa da noite esconde tudo, quando passa... Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas. Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas. Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de
bronze. Debaixo da ponte, a água suspira, presa... Vontade de ficar neste sossego toda a vida: Bom para ver de frente os olhos turvos das palavras, para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas
caminham nas árvores...
Podemos notar que no poema, o eu-lírico descreve uma paisagem, usando recursos diferentes para isso, um deles são chamados de figuras de linguagem. Observe os trechos grifados no texto e identifique a figura de linguagem utilizada nessas marcações.
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua
mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a
atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos
armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as
jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se
acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe
os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas
vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva
como um gato, não mais atravessava praças. E evitava
sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se
dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos,
mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em
seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo
inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte
de seda. noite tirou do bolso uma rosa de cetim para
enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas
coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o
tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou
andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa
desbotava sobre a cômoda.
Marina Colasanti
http://www.contioutra.com/para-que-ninguem-aquisesse-marina-colasanti/
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