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conduto vertical formado pela estrutura do prédio é
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A capacidade de resistência dos solos diferencia-se em: solo bom, médio e ruim, desta forma, considera-se o solo bom quando composto de
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1418810
Ano: 2011
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Mairinque-SP
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Com relação ao cuidados que devem ser prestados nos casos de vítimas de acidentes com animais peçonhentos, assinale a alternativa correta.
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Sabe-se que o atendimento a vítima de Trauma Crânio Encefálico (TCE) inicia-se pelas manobras de Suporte Básico de Vida no Trauma (SVAT). Esse atendimento é preconizado pela ATLS, segue uma ordem sequencial lógica de manobras denominadas ABCDE do trauma, e são aplicadas mundialmente. Manobras – ABCDE:
( ) Circulação: com controle de hemorragia.
( ) Vias aéreas com controle cervical.
( ) Exposição da vítima com controle de hipotermia.
( ) Avaliação neurológica: conforme a pontuação da Escala de Glasgow.
( ) Respiração: ver, ouvir e sentir.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem de manobras preconizada pelo ATLS para o atendimento de vítimas com TCE.
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Em relação às vacinas e às suas contra-indicações, leia as proposições abaixo.
I. Vacinas de vírus vivos atenuados não devem ser administradas em pacientes desnutridos de 2º grau.
II. A vacina tríplice viral está contra-indicada em qualquer paciente portador de HIV, independentemente de seu estado de imunodepressão.
III. A vacina Sabin não deve ser administrada em pacientes em uso de corticosteroide sistêmico em doses imunossupressoras.
IV. A vacina DPT está contra-indicada em pacientes com história familiar de crises convulsivas.
Estão corretas
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As perdas de fecho hídrico, em um subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitário, podem ocorrer por
I. auto-sifonagem.
II. sifonagem induzida.
III. sobrepressão.
IV. evaporação.
V. colmatação.
Estão corretas
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O que não mata faz crescer
A criança precisa exercitar paciência, esforço e outros
pequenos sofrimentos para se desenvolver
Quem tem filhos com idade entre seis e 12 anos, mais ou menos, precisa pensar seriamente que, nessa fase da vida, o importante é crescer.
Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades que as ajudem durante esse processo, porque temos escolhido, muitas vezes, impedir que isso aconteça na hora certa.
Temos atrapalhado o crescimento dos nossos filhos, esse é o fato.
Tomemos como exemplo uma parte importante da experiência das crianças nessa fase, e que deveria ser a sua grande chance de crescimento: a vida escolar.
Primeiramente, vamos entender os motivos disso. É a partir dos seis, dos sete anos que a criança inicia o período escolar, um processo que deve possibilitar a ela, progressivamente, o acesso aos códigos que, por sua vez, lhe permitirão decifrar o mundo adulto.
Aprender a trabalhar com as letras e os números, com um grau cada vez maior de complexidade, é o que oferece à criança a ferramenta necessária para que ela comece a fazer a sua leitura de mundo, no mais amplo sentido que essa expressão possa ter.
Mas, ainda, com o necessário apoio dos adultos, é importante ressaltar.
Essa nova aquisição possibilita, por sua vez, que a criança ganhe condições de começar a andar com suas próprias pernas.
Até então, vamos lembrar, seus passos eram dirigidos por seus pais ou por outros adultos que acompanhavam de perto sua vida.
Junto com o entendimento mais bem informado do funcionamento do mundo e da compreensão de como a vida é, experiências novas surgem, é claro.
Pequenos deveres e responsabilidades, por exemplo, passam a recair sobre a criança. Novas dificuldades e exigências também fazem com que a criança tenha de exercitar o que antes não precisava, porque cabia ao adulto: paciência, esforço, concentração, espera, superação, entre outros.
O que fazemos nessas horas? Em vez de apoiar a criança, encorajá-la nessa sua nova empreitada, ampará-la em seus inevitáveis, mas ainda pequenos sofrimentos, achamos necessário fazer tudo isso por ela.
De quem é hoje a responsabilidade pela vida escolar dessas crianças? Delas? Dificilmente. São os pais quem tem assumido essa parte da vida por elas, devidamente incentivados pela escola e pela sociedade de uma maneira geral.
E por vida escolar vamos entender tudo o que diz respeito ao período passado na escola: desde a árdua batalha pela aquisição do conhecimento até o convívio com colegas e professores naquele espaço.
Tem sido dever dos pais, por exemplo, o acompanhamento da realização do trabalho escolar que deve ser feito em casa.
É dos pais também a preocupação com o rendimento e o desenvolvimento no processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço escolar.
E o que dizer então a respeito da frustração ao não ser convidado para uma festa ou à experiência de isolamento na hora do recreio?
Tudo isso e ainda mais os pais querem (ou são pressionados a) administrar na vida de seus filhos, nessa segunda e última parte da infância deles. E eles têm assumido tudo isso com orgulho, vamos reconhecer.
Resultado? A criança permanece aprisionada nesse mundo ilusório e mágico em que sempre tudo termina bem, e nunca por sua própria intervenção.
Desse modo, ela não cresce, não desenvolve o seu potencial, tampouco reconhece esse potencial, enfim: não se encontra. Melhor dizendo: ela se encontra sempre na condição de criança, até o dia em que terá de enfrentar o tédio que isso é.
ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu
Filho?" Fonte:(Publifolha)
www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=441
Assinale a alternativa correta em relação ao significado estabelecido pela conjunção grifada na frase abaixo:
Os pais devem incentivar a autonomia dos filhos, mas sob a supervisão deles.
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O que não mata faz crescer
A criança precisa exercitar paciência, esforço e outros
pequenos sofrimentos para se desenvolver
Quem tem filhos com idade entre seis e 12 anos, mais ou menos, precisa pensar seriamente que, nessa fase da vida, o importante é crescer.
Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades que as ajudem durante esse processo, porque temos escolhido, muitas vezes, impedir que isso aconteça na hora certa.
Temos atrapalhado o crescimento dos nossos filhos, esse é o fato.
Tomemos como exemplo uma parte importante da experiência das crianças nessa fase, e que deveria ser a sua grande chance de crescimento: a vida escolar.
Primeiramente, vamos entender os motivos disso. É a partir dos seis, dos sete anos que a criança inicia o período escolar, um processo que deve possibilitar a ela, progressivamente, o acesso aos códigos que, por sua vez, lhe permitirão decifrar o mundo adulto.
Aprender a trabalhar com as letras e os números, com um grau cada vez maior de complexidade, é o que oferece à criança a ferramenta necessária para que ela comece a fazer a sua leitura de mundo, no mais amplo sentido que essa expressão possa ter.
Mas, ainda, com o necessário apoio dos adultos, é importante ressaltar.
Essa nova aquisição possibilita, por sua vez, que a criança ganhe condições de começar a andar com suas próprias pernas.
Até então, vamos lembrar, seus passos eram dirigidos por seus pais ou por outros adultos que acompanhavam de perto sua vida.
Junto com o entendimento mais bem informado do funcionamento do mundo e da compreensão de como a vida é, experiências novas surgem, é claro.
Pequenos deveres e responsabilidades, por exemplo, passam a recair sobre a criança. Novas dificuldades e exigências também fazem com que a criança tenha de exercitar o que antes não precisava, porque cabia ao adulto: paciência, esforço, concentração, espera, superação, entre outros.
O que fazemos nessas horas? Em vez de apoiar a criança, encorajá-la nessa sua nova empreitada, ampará-la em seus inevitáveis, mas ainda pequenos sofrimentos, achamos necessário fazer tudo isso por ela.
De quem é hoje a responsabilidade pela vida escolar dessas crianças? Delas? Dificilmente. São os pais quem tem assumido essa parte da vida por elas, devidamente incentivados pela escola e pela sociedade de uma maneira geral.
E por vida escolar vamos entender tudo o que diz respeito ao período passado na escola: desde a árdua batalha pela aquisição do conhecimento até o convívio com colegas e professores naquele espaço.
Tem sido dever dos pais, por exemplo, o acompanhamento da realização do trabalho escolar que deve ser feito em casa.
É dos pais também a preocupação com o rendimento e o desenvolvimento no processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço escolar.
E o que dizer então a respeito da frustração ao não ser convidado para uma festa ou à experiência de isolamento na hora do recreio?
Tudo isso e ainda mais os pais querem (ou são pressionados a) administrar na vida de seus filhos, nessa segunda e última parte da infância deles. E eles têm assumido tudo isso com orgulho, vamos reconhecer.
Resultado? A criança permanece aprisionada nesse mundo ilusório e mágico em que sempre tudo termina bem, e nunca por sua própria intervenção.
Desse modo, ela não cresce, não desenvolve o seu potencial, tampouco reconhece esse potencial, enfim: não se encontra. Melhor dizendo: ela se encontra sempre na condição de criança, até o dia em que terá de enfrentar o tédio que isso é.
ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu
Filho?" Fonte:(Publifolha)
www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=441
Separando as sílabas das palavras: superação/ responsabilidade/ grau/ muito ─ temos, respectivamente,
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Assinale a alternativa cujo verbo grifado apresente a mesma regência verbal do verbo destacado na frase abaixo.
Lembram-se do quebra-vento nos carros?
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Assinale a alternativa cujo vocábulo dos parênteses corresponde ao sinônimo da palavra grifada, de acordo com o significado dela na frase.
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