Foram encontradas 30 questões.
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
A educação dever da e do estado inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
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Embora os conhecimentos derivados da psicologia, antropologia, sociologia, medicina etc. possam ser de grande valia para desvelar o universo infantil apontando algumas características comuns da ser das crianças, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças. Assinale a alternativa que apresenta um dos desafios da Educação Infantil e de seus profissionais.
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Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Uma infância que requer especialistas não é, certamente, uma infância qualquer, mas sim, uma que supostamente necessita de um séquito de conhecedores para lhe revelar sua verdade.
II. Assim, a noção de infância na modernidade se articula dentro de um política de incertezas, amparada pela autoridade do professor.
III. A maneira como a infância é vista atualmente é mostrado no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (Brasília, 1998), que vem afirmar que “as crianças possuem uma natureza singular, que as caracterizam como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio”.
IV. O conhecimento constituído pelas crianças “é fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação”.
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Analise:
I. Somente em épocas recentes veio o surgimento do sentimento de que as crianças são especiais e diferentes.
II. As crianças são dignas de ser estudadas por si só.
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No século XVIII, a criança é entendida como iniciando a vida sem nada e a partir do nada – como um vazio ou tábula rasa, cabendo então à escola
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O desafio de formar um leitor competente
O labirinto de conteúdos disseminados nas redes sociais requer mediação equilibrada de como se recebe o que é lido
Por Damaris Silva
Um leitor competente é aquele capaz de ler além do que está escrito, ele lê as entrelinhas, além de fazer relações com outros textos lidos e ser capaz de falar sobre eles sem desmerecer a importância de discernir um fato de uma opinião. Acredito que formar esse sujeito é uma das entregas mais valiosas da escola. A cada dia percebo a necessidade de termos (e sermos) bons leitores.
Diariamente há debates importantes sendo tratados de modo superficial — às vezes violento — nas redes sociais. São milhões de jovens lendo os fatos a partir de diferentes pontos de vista. Ao nos apropriarmos da quantidade de conhecimento que pode ser gerado a partir de um tuíte, começamos a entender novas experiências de leitura e de escrita, e não podemos negá-las.
Assuntos que muitas vezes a escola tenta tratar por meio de um livro paradidático estão ali, sendo amplamente discutidos. Dar voz a essas leituras, saber reconhecê-las, confrontá-las e ampliá-las é também formar leitores competentes.
Ler a vida no morro pela ótica da carioca Samara Mapoua Mapoona (personagem criada pelo influenciador digital Yago Gomes), que publicou em seu Instagram uma série de vídeos em que passeando descreve a Rocinha, me trouxe um olhar sobre aqueles que foram social e geograficamente marginalizados, tão esclarecedor quanto o de Aluísio Azevedo em O Cortiço.
Não busco a hierarquização desses saberes, meu ponto aqui é que tanto um quanto o outro me tornaram uma leitora melhor. Leitora do mundo e da sociedade em que vivemos e, portanto, mais bem preparada para intervir e atuar sobre eles.
Entre as polêmicas e o potencial das discussões promovidas nas redes sociais, falta uma mediação adequada e a ampliação do debate. Se os educadores devem ocupar o lugar de mediadores do conhecimento, há que se reconhecer de onde vêm todas essas aprendizagens.
Não podemos tratar nossas crianças e jovens leitores como A Leitora, de Fragonard. A leitora do século 21 está dentro de um ônibus, com o celular nas mãos e o fone nos ouvidos.
Para a autora, isso melhora a nossa experiência de aprendizado. Ser um leitor competente é empolgante, e estimular esse entusiasmo exige do educador — estendo este grupo a professores, gestores escolares, editores, livreiros — uma posição contínua de transgressão frente aos materiais e métodos utilizados. Tentador, não?
Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2022/03/17/leitor-competente/
De acordo com o texto, é possível afirmar que
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O desafio de formar um leitor competente
O labirinto de conteúdos disseminados nas redes sociais requer mediação equilibrada de como se recebe o que é lido
Por Damaris Silva
Um leitor competente é aquele capaz de ler além do que está escrito, ele lê as entrelinhas, além de fazer relações com outros textos lidos e ser capaz de falar sobre eles sem desmerecer a importância de discernir um fato de uma opinião. Acredito que formar esse sujeito é uma das entregas mais valiosas da escola. A cada dia percebo a necessidade de termos (e sermos) bons leitores.
Diariamente há debates importantes sendo tratados de modo superficial — às vezes violento — nas redes sociais. São milhões de jovens lendo os fatos a partir de diferentes pontos de vista. Ao nos apropriarmos da quantidade de conhecimento que pode ser gerado a partir de um tuíte, começamos a entender novas experiências de leitura e de escrita, e não podemos negá-las.
Assuntos que muitas vezes a escola tenta tratar por meio de um livro paradidático estão ali, sendo amplamente discutidos. Dar voz a essas leituras, saber reconhecê-las, confrontá-las e ampliá-las é também formar leitores competentes.
Ler a vida no morro pela ótica da carioca Samara Mapoua Mapoona (personagem criada pelo influenciador digital Yago Gomes), que publicou em seu Instagram uma série de vídeos em que passeando descreve a Rocinha, me trouxe um olhar sobre aqueles que foram social e geograficamente marginalizados, tão esclarecedor quanto o de Aluísio Azevedo em O Cortiço.
Não busco a hierarquização desses saberes, meu ponto aqui é que tanto um quanto o outro me tornaram uma leitora melhor. Leitora do mundo e da sociedade em que vivemos e, portanto, mais bem preparada para intervir e atuar sobre eles.
Entre as polêmicas e o potencial das discussões promovidas nas redes sociais, falta uma mediação adequada e a ampliação do debate. Se os educadores devem ocupar o lugar de mediadores do conhecimento, há que se reconhecer de onde vêm todas essas aprendizagens.
Não podemos tratar nossas crianças e jovens leitores como A Leitora, de Fragonard. A leitora do século 21 está dentro de um ônibus, com o celular nas mãos e o fone nos ouvidos.
Para a autora, isso melhora a nossa experiência de aprendizado. Ser um leitor competente é empolgante, e estimular esse entusiasmo exige do educador — estendo este grupo a professores, gestores escolares, editores, livreiros — uma posição contínua de transgressão frente aos materiais e métodos utilizados. Tentador, não?
Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2022/03/17/leitor-competente/
Analise: “Não busco a hierarquização desses saberes, meu ponto aqui é que tanto um quanto o outro me tornaram uma leitora melhor.” E assinale a alternativa correta.
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O desafio de formar um leitor competente
O labirinto de conteúdos disseminados nas redes sociais requer mediação equilibrada de como se recebe o que é lido
Por Damaris Silva
Um leitor competente é aquele capaz de ler além do que está escrito, ele lê as entrelinhas, além de fazer relações com outros textos lidos e ser capaz de falar sobre eles sem desmerecer a importância de discernir um fato de uma opinião. Acredito que formar esse sujeito é uma das entregas mais valiosas da escola. A cada dia percebo a necessidade de termos (e sermos) bons leitores.
Diariamente há debates importantes sendo tratados de modo superficial — às vezes violento — nas redes sociais. São milhões de jovens lendo os fatos a partir de diferentes pontos de vista. Ao nos apropriarmos da quantidade de conhecimento que pode ser gerado a partir de um tuíte, começamos a entender novas experiências de leitura e de escrita, e não podemos negá-las.
Assuntos que muitas vezes a escola tenta tratar por meio de um livro paradidático estão ali, sendo amplamente discutidos. Dar voz a essas leituras, saber reconhecê-las, confrontá-las e ampliá-las é também formar leitores competentes.
Ler a vida no morro pela ótica da carioca Samara Mapoua Mapoona (personagem criada pelo influenciador digital Yago Gomes), que publicou em seu Instagram uma série de vídeos em que passeando descreve a Rocinha, me trouxe um olhar sobre aqueles que foram social e geograficamente marginalizados, tão esclarecedor quanto o de Aluísio Azevedo em O Cortiço.
Não busco a hierarquização desses saberes, meu ponto aqui é que tanto um quanto o outro me tornaram uma leitora melhor. Leitora do mundo e da sociedade em que vivemos e, portanto, mais bem preparada para intervir e atuar sobre eles.
Entre as polêmicas e o potencial das discussões promovidas nas redes sociais, falta uma mediação adequada e a ampliação do debate. Se os educadores devem ocupar o lugar de mediadores do conhecimento, há que se reconhecer de onde vêm todas essas aprendizagens.
Não podemos tratar nossas crianças e jovens leitores como A Leitora, de Fragonard. A leitora do século 21 está dentro de um ônibus, com o celular nas mãos e o fone nos ouvidos.
Para a autora, isso melhora a nossa experiência de aprendizado. Ser um leitor competente é empolgante, e estimular esse entusiasmo exige do educador — estendo este grupo a professores, gestores escolares, editores, livreiros — uma posição contínua de transgressão frente aos materiais e métodos utilizados. Tentador, não?
Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2022/03/17/leitor-competente/
Assinale a alternativa que apresenta uma paroxítona terminada em ditongo.
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O desafio de formar um leitor competente
O labirinto de conteúdos disseminados nas redes sociais requer mediação equilibrada de como se recebe o que é lido
Por Damaris Silva
Um leitor competente é aquele capaz de ler além do que está escrito, ele lê as entrelinhas, além de fazer relações com outros textos lidos e ser capaz de falar sobre eles sem desmerecer a importância de discernir um fato de uma opinião. Acredito que formar esse sujeito é uma das entregas mais valiosas da escola. A cada dia percebo a necessidade de termos (e sermos) bons leitores.
Diariamente há debates importantes sendo tratados de modo superficial — às vezes violento — nas redes sociais. São milhões de jovens lendo os fatos a partir de diferentes pontos de vista. Ao nos apropriarmos da quantidade de conhecimento que pode ser gerado a partir de um tuíte, começamos a entender novas experiências de leitura e de escrita, e não podemos negá-las.
Assuntos que muitas vezes a escola tenta tratar por meio de um livro paradidático estão ali, sendo amplamente discutidos. Dar voz a essas leituras, saber reconhecê-las, confrontá-las e ampliá-las é também formar leitores competentes.
Ler a vida no morro pela ótica da carioca Samara Mapoua Mapoona (personagem criada pelo influenciador digital Yago Gomes), que publicou em seu Instagram uma série de vídeos em que passeando descreve a Rocinha, me trouxe um olhar sobre aqueles que foram social e geograficamente marginalizados, tão esclarecedor quanto o de Aluísio Azevedo em O Cortiço.
Não busco a hierarquização desses saberes, meu ponto aqui é que tanto um quanto o outro me tornaram uma leitora melhor. Leitora do mundo e da sociedade em que vivemos e, portanto, mais bem preparada para intervir e atuar sobre eles.
Entre as polêmicas e o potencial das discussões promovidas nas redes sociais, falta uma mediação adequada e a ampliação do debate. Se os educadores devem ocupar o lugar de mediadores do conhecimento, há que se reconhecer de onde vêm todas essas aprendizagens.
Não podemos tratar nossas crianças e jovens leitores como A Leitora, de Fragonard. A leitora do século 21 está dentro de um ônibus, com o celular nas mãos e o fone nos ouvidos.
Para a autora, isso melhora a nossa experiência de aprendizado. Ser um leitor competente é empolgante, e estimular esse entusiasmo exige do educador — estendo este grupo a professores, gestores escolares, editores, livreiros — uma posição contínua de transgressão frente aos materiais e métodos utilizados. Tentador, não?
Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2022/03/17/leitor-competente/
Analise: “Diariamente há debates importantes sendo tratados de modo superficial” e assinale a alternativa correta.
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O desafio de formar um leitor competente
O labirinto de conteúdos disseminados nas redes sociais requer mediação equilibrada de como se recebe o que é lido
Por Damaris Silva
Um leitor competente é aquele capaz de ler além do que está escrito, ele lê as entrelinhas, além de fazer relações com outros textos lidos e ser capaz de falar sobre eles sem desmerecer a importância de discernir um fato de uma opinião. Acredito que formar esse sujeito é uma das entregas mais valiosas da escola. A cada dia percebo a necessidade de termos (e sermos) bons leitores.
Diariamente há debates importantes sendo tratados de modo superficial — às vezes violento — nas redes sociais. São milhões de jovens lendo os fatos a partir de diferentes pontos de vista. Ao nos apropriarmos da quantidade de conhecimento que pode ser gerado a partir de um tuíte, começamos a entender novas experiências de leitura e de escrita, e não podemos negá-las.
Assuntos que muitas vezes a escola tenta tratar por meio de um livro paradidático estão ali, sendo amplamente discutidos. Dar voz a essas leituras, saber reconhecê-las, confrontá-las e ampliá-las é também formar leitores competentes.
Ler a vida no morro pela ótica da carioca Samara Mapoua Mapoona (personagem criada pelo influenciador digital Yago Gomes), que publicou em seu Instagram uma série de vídeos em que passeando descreve a Rocinha, me trouxe um olhar sobre aqueles que foram social e geograficamente marginalizados, tão esclarecedor quanto o de Aluísio Azevedo em O Cortiço.
Não busco a hierarquização desses saberes, meu ponto aqui é que tanto um quanto o outro me tornaram uma leitora melhor. Leitora do mundo e da sociedade em que vivemos e, portanto, mais bem preparada para intervir e atuar sobre eles.
Entre as polêmicas e o potencial das discussões promovidas nas redes sociais, falta uma mediação adequada e a ampliação do debate. Se os educadores devem ocupar o lugar de mediadores do conhecimento, há que se reconhecer de onde vêm todas essas aprendizagens.
Não podemos tratar nossas crianças e jovens leitores como A Leitora, de Fragonard. A leitora do século 21 está dentro de um ônibus, com o celular nas mãos e o fone nos ouvidos.
Para a autora, isso melhora a nossa experiência de aprendizado. Ser um leitor competente é empolgante, e estimular esse entusiasmo exige do educador — estendo este grupo a professores, gestores escolares, editores, livreiros — uma posição contínua de transgressão frente aos materiais e métodos utilizados. Tentador, não?
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Saber diferenciar um fato de uma opinião é importante, porque
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