Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Para acabar com a pressão.
Cresce o interesse por uma operação com bons resultados contra as lancinantes dores causadas pela enxaqueca. O problema: faltam ainda comprovações mais amplas de sua eficácia.
Letícia passos
A enxaqueca é uma das grandes dores de cabeça da humanidade. Ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais 30 milhões no Brasil. Associada na Antiguidade a "espiritos ruins", foi recentemente classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das seis doenças mais incapacitantes, comparável à tetraplegia, à psicose e à demência. Há poucas buscas mais constantes na medicina do que a da descoberta de algum conforto para aquilo que o poeta João Cabral de Melo Neto chamou de "aniagem da alma". Em 2018, o mundo celebrou a aprovação de uma droga, o erenumabe, que desliga uma substância química cerebral atrelada ao desconforto. É um paliativo, apenas. Há pouco tempo, deu-se a popularização de uma técnica cirúrgica. Ela começou a ser aplicada nos Estados Unidos há menos de uma década, e agora, em 2019, invadiu também consultórios brasileiros.
Trata-se de uma operação simples, que não costuma durar mais que duas horas, afeita a descomprimir um par de nervos periféricos da face, o trigêmeo, na área das bochechas nariz, maxilar e laterais da testa, e o occipital, na nuca e parte traseira do crânio. Eles estariam na origem das dores. A terapia foi descoberta por acaso, no início dos anos 2000, pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, do ~Ieveland Medicai Center, quando ele percebeu a redução do Incomodo craniano em pessoas que tinham sido submetidas a procedimentos estéticos na região dos olhos. Pacientes desesperados procuraram o recurso, apesar da inexistência de resultados conclusivos, que começam a aparecer: um estudo com 125 pacientes revelou que 92% conseguiram alguma redução na dor e 35% apresentaram eliminação completa dos sintomas. "É entusiasmante pelo fato de os efeitos serem definitivos", diz o cirurgião plástico Paolo Rubez, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Há esperança, e quem sofre de enxaqueca sabe o que ela representa.
Fonte: VEJA, 20/11/2019, p. 81
João Cabral de Melo Neto, autor modernista, sofria de fortes dores de cabeça. Ao usar a expressão "aniagem da alma" à patologia, o autor quis:
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A função social da escola é complexa, ampla e diversificada. Tem necessidade de acompanhar as mudanças que se processam aceleradamente no campo de trabalho, atualizando seu currículo e sua metodologia. Sobre função social da escola, permite-se inferir corretamente:
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O Estatuto da Pessoa com Deficiencia fixa as seguintes determinações legais, salvo:
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1740311
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
O que é o Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB?
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Analise as assertivas sobre planejamento e avaliação em uma perspectiva construtiva (LUCKESI, 2011):
l-A avaliação retrata a qualidade dos resultados que estão sendo obtidos, cabe ao professor, com base nessa constatação, decidir e investir no alcance dos objetivos previstos.
II- A avaliação, na modalidade de acompanhamento, não trabalha com resultados intermediários e sucessivos, tendo em vista o resultado mais abrangente da ação pedagógica.
Marque a alternativa correta:
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O movimento é básico para o desenvolvimento de uma criança. Existe .uma função psicológica atuante do conhecimento, seu nomeei
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Para acabar com a pressão.
Cresce o interesse por uma operação com bons resultados contra as lancinantes dores causadas pela enxaqueca. O problema: faltam ainda comprovações mais amplas de sua eficácia.
Letícia passos
A enxaqueca é uma das grandes dores de cabeça da humanidade. Ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais 30 milhões no Brasil. Associada na Antiguidade a "espiritos ruins", foi recentemente classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das seis doenças mais incapacitantes, comparável à tetraplegia, à psicose e à demência. Há poucas buscas mais constantes na medicina do que a da descoberta de algum conforto para aquilo que o poeta João Cabral de Melo Neto chamou de "aniagem da alma". Em 2018, o mundo celebrou a aprovação de uma droga, o erenumabe, que desliga uma substância química cerebral atrelada ao desconforto. É um paliativo, apenas. Há pouco tempo, deu-se a popularização de uma técnica cirúrgica. Ela começou a ser aplicada nos Estados Unidos há menos de uma década, e agora, em 2019, invadiu também consultórios brasileiros.
Trata-se de uma operação simples, que não costuma durar mais que duas horas, afeita a descomprimir um par de nervos periféricos da face, o trigêmeo, na área das bochechas nariz, maxilar e laterais da testa, e o occipital, na nuca e parte traseira do crânio. Eles estariam na origem das dores. A terapia foi descoberta por acaso, no início dos anos 2000, pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, do ~Ieveland Medicai Center, quando ele percebeu a redução do Incomodo craniano em pessoas que tinham sido submetidas a procedimentos estéticos na região dos olhos. Pacientes desesperados procuraram o recurso, apesar da inexistência de resultados conclusivos, que começam a aparecer: um estudo com 125 pacientes revelou que 92% conseguiram alguma redução na dor e 35% apresentaram eliminação completa dos sintomas. "É entusiasmante pelo fato de os efeitos serem definitivos", diz o cirurgião plástico Paolo Rubez, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Há esperança, e quem sofre de enxaqueca sabe o que ela representa.
Fonte: VEJA, 20/11/2019, p. 81
Falhou o sinônimo do vocábulo em:
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Leia com atenção as alternativas a seguir sobre educação especial e inclusão escolar e assinale a correta:
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Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase a seguir: "A é a composição principal do jogo, o que equivale dizer que para desenvolver a , é preciso jogar."
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Para acabar com a pressão.
Cresce o interesse por uma operação com bons resultados contra as lancinantes dores causadas pela enxaqueca. O problema: faltam ainda comprovações mais amplas de sua eficácia.
Letícia passos
A enxaqueca é uma das grandes dores de cabeça da humanidade. Ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais 30 milhões no Brasil. Associada na Antiguidade a "espiritos ruins", foi recentemente classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das seis doenças mais incapacitantes, comparável à tetraplegia, à psicose e à demência. Há poucas buscas mais constantes na medicina do que a da descoberta de algum conforto para aquilo que o poeta João Cabral de Melo Neto chamou de "aniagem da alma". Em 2018, o mundo celebrou a aprovação de uma droga, o erenumabe, que desliga uma substância química cerebral atrelada ao desconforto. É um paliativo, apenas. Há pouco tempo, deu-se a popularização de uma técnica cirúrgica. Ela começou a ser aplicada nos Estados Unidos há menos de uma década, e agora, em 2019, invadiu também consultórios brasileiros.
Trata-se de uma operação simples, que não costuma durar mais que duas horas, afeita a descomprimir um par de nervos periféricos da face, o trigêmeo, na área das bochechas nariz, maxilar e laterais da testa, e o occipital, na nuca e parte traseira do crânio. Eles estariam na origem das dores. A terapia foi descoberta por acaso, no início dos anos 2000, pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, do ~Ieveland Medicai Center, quando ele percebeu a redução do Incomodo craniano em pessoas que tinham sido submetidas a procedimentos estéticos na região dos olhos. Pacientes desesperados procuraram o recurso, apesar da inexistência de resultados conclusivos, que começam a aparecer: um estudo com 125 pacientes revelou que 92% conseguiram alguma redução na dor e 35% apresentaram eliminação completa dos sintomas. "É entusiasmante pelo fato de os efeitos serem definitivos", diz o cirurgião plástico Paolo Rubez, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Há esperança, e quem sofre de enxaqueca sabe o que ela representa.
Fonte: VEJA, 20/11/2019, p. 81
Em: "Eles estariam na origem das dores.", o pronome, usado anaforicamente no excerto, refere-se:
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