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Foram encontradas 40 questões.

2004823 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
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“Constituir, portanto, a saúde como ‘um direito de todos e dever do Estado’ implica enfrentar questões tais como a de a população buscar a utilização dos serviços públicos de saúde tendo por referência a sua proximidade, enquanto para os serviços privados a referência principal consiste em ‘ter direito’. Da mesma forma, e exatamente porque essas questões remetem à tradição brasileira de direitos sociais vinculados a um contrato compulsório de caráter contributivo, contrapostos a medidas assistencialistas aos carentes, a equidade na universalização do direito à saúde está estreitamente vinculada às mudanças das políticas de saúde no interior de um processo de alteração da relação do Estado com a sociedade, o que vale dizer, da alteração do sistema de poder no país.” A saúde como direito e como serviço, Amélia Cohn (1991, p. 25)
Podemos afirmar que a saúde é:
 

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2004820 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
Observe as três balanças
Enunciado 2004820-1



Quantos quilogramas pesa o mamão?
 

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2004819 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
Duas caixas de suco enchem onze copos
Enunciado 2004819-1
Quantas caixas de suco são necessárias para encher 38 copos e meio?
 

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2004818 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
As figuras abaixo representam 5 caixas de peças, contendo figuras geométricas planas.
Enunciado 2004818-1
caixa 1
Enunciado 2004818-2
caixa 2
Enunciado 2004818-3
caixa 3
Enunciado 2004818-4
caixa 4
Enunciado 2004818-5
caixa 5


A partir de quais caixas é possível montar os seguintes sólidos?
Enunciado 2004818-6
 

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2004815 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
Considere as seguintes afirmações
Alguns Greens são Bartons Alguns Bartons são Lasters e Arns Nem todo Laster é Arn, mas todo Arn é Laster Nenhum Green é Laster
Então, é necessariamente incorreto:
 

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2004814 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA
Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.
E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.
E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.
É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.
Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Dentre as diversas estratégias discursivas, pode-se destacar o uso de conectivos lógicos para estabelecer a coesão e a coerência do texto, promovendo, dentre outras funções, a progressão textual. Nos versos “Esta casa que eu vejo / não se casa / com o que chamamos / uma casa. / Pois as paredes são / Esburacadas / onde passam aranhas / e baratas.”, encontra-se um exemplo desse mecanismo de coesão com o uso de uma conjunção. Trata-se do vocábulo:
 

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2004812 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB

TEXTO II

Enunciado 2004812-1

QUINO, J. L. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003

O recurso estilístico presente na fala de Mafalda, no 2º quadrinho, está corretamente apontado na opção:
 

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2004809 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA
Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.
E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.
E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.
É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.
Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Textos como o acima apresentam caráter poético, pois podem ser considerados pertencentes ao gênero lírico, que, geralmente, utilizam uma linguagem carregada de subjetividade e emotividade. No entanto, no poema de Reynaldo Jardim, observa-se, pelas escolhas linguísticas do poeta, o predomínio de um determinado recurso de linguagem que se distancia, até certo ponto, da subjetividade comum aos poemas. Tal recurso está corretamente indicado na opção:
 

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2004804 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB

TEXTO II

Enunciado 2004804-1

QUINO, J. L. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003

No 2º quadrinho, há um problema gramatical. Esse problema é de ordem:
 

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2004803 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Mataraca-PB
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA
Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.
E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.
E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.
É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.
Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Tendo em vista o contexto do poema, nestes versos “Esta casa que eu vejo / não se casa / com o que chamamos / uma casa. / Pois as paredes são / Esburacadas / onde passam aranhas / e baratas.” pode-se perceber que fica revelado um sentimento do eu lírico. Esse sentimento é de:
 

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