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Foram encontradas 60 questões.

2443743 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O papel do assessor de imprensa é o de facilitar as ações de comunicação e promover a “imagem da empresa”. Nesse sentido, seu trabalho exige:
 

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2443350 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A respeito da estratégias de comunicação interna por meio de publicações empresariais, julgue as afirmativas abaixo.
I – A linha editorial de um house-organ deve fugir do paternalismo, evitando a postura de mostrar que a organização sabe o que é melhor para seus empregados, ao mesmo tempo em que as notícias devem ser publicadas com uma linguagem objetiva e profissional.
II – Os problemas em que a empresa está envolvida devem ficar de fora do noticiário destes veículos, cujo objetivo principal é primar pela credibilidade, com base no princípio de que a informação de assuntos sensíveis pode prejudicar a empresa junto a seu corpo funcional.
III – As publicações internas de uma empresa devem oferecer espaços para que os colaboradores possam tirar dúvidas e emitir suas opiniões, ao passo em que eventuais reclamações não devem encontrar resistência, uma vez que podem indicar problemas que precisam de solução.
Assinale:
 

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2443296 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O profissional de imprensa que trabalha com as novas tecnologias do jornalismo on –line deve evitar:
 

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2442392 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O jornalista que atua como assessor de imprensa deve:
 

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2442320 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A titulação para veículos impressos deve obedecer à regra de:
 

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2441974 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Ao interrogar um especialista sobre determinadas informações técnicas para uma reportagem especial, um jornalista está, essencialmente, realizando uma entrevista:
 

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2441493 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
José e João vão dar sucessivas voltas em torno de uma pista circular de 1km de extensão. Os dois iniciarão o percurso no mesmo instante, partindo do mesmo ponto, e vão girar no mesmo sentido. José irá de bicicleta, a uma velocidade de 24km/h e João, a pé, a uma velocidade de 8km/h. Assim, quando José alcançar João novamente, José e João estarão respectivamente em suas voltas número:
 

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2441032 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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As atividades sistemáticas de acompanhamento das reuniões de diretoria e de planejamento, as conversas com técnicos, a apuração de dados numéricos, mapas, gráficos e demais informações complementares têm como objetivo a identificação de informações e temas que possam interessar à imprensa. Este trabalho se refere ao processo de:
 

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2440913 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

Em “Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo.”, a oração destacada possui o mesmo valor que o de um:

 

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2437087 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Leia o trecho abaixo.
Por ser bombardeado diariamente por uma quantidade avassaladora de informações, o internauta não se sente fiel a qualquer veículo
digital, nem mesmo ao portal do provedor de acesso que ele assina. No caso dos jornais impressos, ocorre o inverso. A fidelidade do leitor é visível.
(FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Editora Contexto, 2003, p.20)
De acordo com o que diz a autora, é correto afirmar que:
 

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