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A tipologia textual é a forma como o texto se apresenta. Nas palavras de Souza (2004, p. 348), “o estudo das tipologias tem relevância porque aprofunda o conhecimento sobre os textos, favorecendo os processos de produção e de recepção;”. Isso porque os textos podem ser predominantemente narrativo, dissertativo ou argumentativo. Sobre os tipos de texto, é correto afirmar que:
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Considerando a afirmação da autora Koch (2009, p.14) de que o texto “[...] visto como um produto lógico da representação mental do autor, nada mais cabendo ao leitor/ouvinte senão “captar” essa representação mental, juntamente com as intenções (psicológicas) do produtor, exercendo, pois, um papel essencialmente passivo”, observa-se que o discurso concretizado no texto independe do interlocutor, da finalidade textual e das condições de produção. Essa afirmação se refere à:
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Leia o texto e responda as questões 35 e 36.
Retrato
Cecília Meireles
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio tão amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas,
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa e fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?”
MEIRELLES, C. Retrato. Disponível em: <https://www.escritas.org/pt/t/1505/retrato>. Acesso em 05 jan. 2020
A poesia de Cecília Meireles apresenta influência da literatura considerada pós-simbolista. Com relação à poética e à abordagem temática presentes no texto, identificam-se algumas marcas dessa literatura, como a:
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Leia o texto e responda as questões 35 e 36.
Retrato
Cecília Meireles
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio tão amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas,
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa e fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?”
MEIRELLES, C. Retrato. Disponível em: <https://www.escritas.org/pt/t/1505/retrato>. Acesso em 05 jan. 2020
Com uma elaboração de linguagem e uma visão de mundo que apresentam princípios Modernistas, o poema de Cecília Meireles apresenta temática expressa por:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
Leia o texto e responda as questões de 32 a 34.
O que o cochilo pode fazer pela sua saúde
Por André Bernardo access_time3 jan 2020, 11h30 - Publicado em 3 jan 2020, 10h30
Em tempos de guerra ou paz, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill (1874-1965) não abria mão de tirar um cochilo, sempre por volta das 17 horas. Depois de uma hora e meia de soneca, ele tomava banho, jantava e continuava a trabalhar até a 1 da manhã. No dia seguinte, às 7h30 em ponto, retomava a rotina. “Quem adere ao hábito ganha dois dias em vez de um”, costumava dizer. No Brasil, quem incorporou o costume foi o sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Quando era presidente da República, gostava de pegar um livro ou jornal e dar uma boa cochilada de 15 a 20 minutos em um sofá qualquer do Palácio da Alvorada, em Brasília. “Faz um bem danado”, relatou FHC em 1998.
Parece conversa pra boi dormir, mas o fato é que a ciência assina embaixo. A mais nova pesquisa a confirmar o efeito benéfico do cochilo vespertino vem do Hospital Universitário de Lausanne <https://www.lausanneuniversityhospital.com/home>, na Suíça, e foi publicada na revista médica Heart.
A equipe da epidemiologista Nadine Häusler monitorou os hábitos de sono <https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/beneficios-do-sono/> e o prontuário de aproximadamente 3 400 voluntários com idade entre 35 e 75 anos. Passados cinco anos, ela concluiu que tirar uma pestana uma ou duas vezes por semana reduz em até 48% o risco de eventos cardiovasculares, a exemplo de infartos e AVCs <https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/acidente-vascularcerebral/>.
“Quando você dorme pouco ou mal à noite, cochilos ocasionais são uma forma de compensação fisiológica que diminui o nível de estresse”, explica a estudiosa.
Cochilar por alguns minutos, de preferência na parte da tarde, não faz bem só ao coração. O cérebro, principalmente o dos idosos, também fica feliz da vida.
BERNARDO, A. O que o cochilo pode fazer por sua saúde. Disponível em: <https://saude.abril.com.br/bem-estar/o-que-o-cochilo-faz-por-voce/>. Acesso em: 05 jan. 2020 (adaptado).
Para convencer o interlocutor sobre o quanto o cochilo pode ser benéfico, o autor relata episódios da rotina de Winston Churchill e de Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de uma estratégia de argumentação caracterizada como:
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Leia o texto e responda as questões de 32 a 34.
O que o cochilo pode fazer pela sua saúde
Por André Bernardo access_time3 jan 2020, 11h30 - Publicado em 3 jan 2020, 10h30
Em tempos de guerra ou paz, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill (1874-1965) não abria mão de tirar um cochilo, sempre por volta das 17 horas. Depois de uma hora e meia de soneca, ele tomava banho, jantava e continuava a trabalhar até a 1 da manhã. No dia seguinte, às 7h30 em ponto, retomava a rotina. “Quem adere ao hábito ganha dois dias em vez de um”, costumava dizer. No Brasil, quem incorporou o costume foi o sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Quando era presidente da República, gostava de pegar um livro ou jornal e dar uma boa cochilada de 15 a 20 minutos em um sofá qualquer do Palácio da Alvorada, em Brasília. “Faz um bem danado”, relatou FHC em 1998.
Parece conversa pra boi dormir, mas o fato é que a ciência assina embaixo. A mais nova pesquisa a confirmar o efeito benéfico do cochilo vespertino vem do Hospital Universitário de Lausanne <https://www.lausanneuniversityhospital.com/home>, na Suíça, e foi publicada na revista médica Heart.
A equipe da epidemiologista Nadine Häusler monitorou os hábitos de sono <https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/beneficios-do-sono/> e o prontuário de aproximadamente 3 400 voluntários com idade entre 35 e 75 anos. Passados cinco anos, ela concluiu que tirar uma pestana uma ou duas vezes por semana reduz em até 48% o risco de eventos cardiovasculares, a exemplo de infartos e AVCs <https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/acidente-vascularcerebral/>.
“Quando você dorme pouco ou mal à noite, cochilos ocasionais são uma forma de compensação fisiológica que diminui o nível de estresse”, explica a estudiosa.
Cochilar por alguns minutos, de preferência na parte da tarde, não faz bem só ao coração. O cérebro, principalmente o dos idosos, também fica feliz da vida.
BERNARDO, A. O que o cochilo pode fazer por sua saúde. Disponível em: <https://saude.abril.com.br/bem-estar/o-que-o-cochilo-faz-por-voce/>. Acesso em: 05 jan. 2020 (adaptado).
O texto que apresenta a defesa de um ponto de vista possui diversos recursos argumentativos para garantir seu poder de convencimento. Pode-se considerar que a estrutura geral do texto favorece a eficácia argumentativa, uma vez que:
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Leia o texto e responda as questões de 32 a 34.
O que o cochilo pode fazer pela sua saúde
Por André Bernardo access_time3 jan 2020, 11h30 - Publicado em 3 jan 2020, 10h30
Em tempos de guerra ou paz, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill (1874-1965) não abria mão de tirar um cochilo, sempre por volta das 17 horas. Depois de uma hora e meia de soneca, ele tomava banho, jantava e continuava a trabalhar até a 1 da manhã. No dia seguinte, às 7h30 em ponto, retomava a rotina. “Quem adere ao hábito ganha dois dias em vez de um”, costumava dizer. No Brasil, quem incorporou o costume foi o sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Quando era presidente da República, gostava de pegar um livro ou jornal e dar uma boa cochilada de 15 a 20 minutos em um sofá qualquer do Palácio da Alvorada, em Brasília. “Faz um bem danado”, relatou FHC em 1998.
Parece conversa pra boi dormir, mas o fato é que a ciência assina embaixo. A mais nova pesquisa a confirmar o efeito benéfico do cochilo vespertino vem do Hospital Universitário de Lausanne <https://www.lausanneuniversityhospital.com/home>, na Suíça, e foi publicada na revista médica Heart.
A equipe da epidemiologista Nadine Häusler monitorou os hábitos de sono <https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/beneficios-do-sono/> e o prontuário de aproximadamente 3 400 voluntários com idade entre 35 e 75 anos. Passados cinco anos, ela concluiu que tirar uma pestana uma ou duas vezes por semana reduz em até 48% o risco de eventos cardiovasculares, a exemplo de infartos e AVCs <https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/acidente-vascularcerebral/>.
“Quando você dorme pouco ou mal à noite, cochilos ocasionais são uma forma de compensação fisiológica que diminui o nível de estresse”, explica a estudiosa.
Cochilar por alguns minutos, de preferência na parte da tarde, não faz bem só ao coração. O cérebro, principalmente o dos idosos, também fica feliz da vida.
BERNARDO, A. O que o cochilo pode fazer por sua saúde. Disponível em: <https://saude.abril.com.br/bem-estar/o-que-o-cochilo-faz-por-voce/>. Acesso em: 05 jan. 2020 (adaptado).
A argumentação do autor perpassa principalmente por provas concretas para combater discursos do senso comum que questionam os benefícios do cochilo. A frase do texto que melhor compra essa afirmativa está em:
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Leia o texto e responda as questões de 30 e 31.

O slogan da campanha diz que “Aqui a natureza é a estrela”. Ao associar essa afirmação ao à imagem, pode-se inferir que:
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Leia o texto e responda as questões de 30 e 31.

Para a prática de leitura dessa Campanha Publicitária, é exigido do leitor conhecimentos prévios. Isso se deve ao recurso linguístico empregado na construção do texto, que é a:
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- Sintaxe
- Morfologia
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia o texto e responda as questões de 26 a 29.

A substituição do “r” pelo fonema “l” na fala do personagem apresenta um aspecto importante da linguagem, que pertence ao campo de estudo da:
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