Foram encontradas 60 questões.
As hepatites virais representam um problema de saúde pública de grande importância, pois é significativo o número de pessoas atingidas e não identificadas. Sobre as hepatites virais, considere as afirmações a seguir.
I São doenças silenciosas que provocam inflamação do fígado e nem sempre apresentam sintomas. Quando não diagnosticadas, podem acarretar complicações das formas agudas e crônicas, muitas vezes levando à cirrose ou ao câncer de fígado.
II A hepatite A é uma doença viral aguda de transmissão fecal-oral, ou seja, pode ser transmitida por contato entre indivíduos, pela água ou por alimentos contaminados, por mãos mal lavadas ou sujas de fezes e por objetos que estejam contaminados pelo vírus.
III A hepatite E é uma doença sexualmente transmissível, mas também pode ocorrer por meio do compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, transfusão de sangue, hemoderivados e hemodiálise sem as adequadas normas de biossegurança.
IV A transmissão da hepatite B ocorre principalmente pelo sangue. As outras formas de transmissão são semelhantes às da hepatite D; porém, a via sexual e a vertical são menos frequentes.
Das assertivas, estão corretas
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Em 1991, na América do Sul, mais de 390mil casos de cólera foram notificados, sendo que, por um século, não havia sido registrado nenhum caso da doença nessa parte do mundo. Em 1992, o cólera chegou ao Brasil e alastrou-se em áreas pobres. Tendo em vista esses dados sobre a ocorrência da doença na América do Sul, no período de 1991 a 1992, o cólera é considerada uma doença
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Sobre a alimentação da criança no primeiro ano de vida, as orientações são:
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A opção que apresenta palavras acentuadas de acordo com a mesma regra é:
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Uma das atividades do Agente Comunitário de Saúde no controle da tuberculose é identificar os sintomáticos respiratórios nos domicílios e na comunidade. São consideradas sintomáticos respiratórios pessoas que apresentam
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Analise o gráfico:

Disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/992875-ibge-aponta-falta-de-rede-de-esgoto-em-quase-metade-dos-municipios.shtml>. Acesso em 20 jul. 2014.
De acordo com as informações constantes no gráfico, pode-se afirmar que, no período referido,
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Uai!rrior: a equipe brasileira que é campeã internacional de luta de robôs
Por Lucas Baptista
Dentro da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), um grupo de pesquisadores se empenha na criação e no desenvolvimento de robôs. Mas o que diferencia a equipe da universidade mineira de várias outras é o que acontece com os robôs depois que ficam prontos : eles 3 enfrentam outros robôs criados por outras equipes mundo afora em batalhas épicas.
A equipe Uai!rrior foi formada em 2001 pelo professor Tales Cleber Pimenta e por alunos de diversos cursos de engenharia e ciências da UNIFEI. Mas, naquela época, o gr upo era conhecido como “Equipe Scorpion”. A missão era desenvolver máquinas para várias modalidades de combate entre robôs. Logo no primeiro ano do projeto, a equipe participou de uma competição em Campinas e venceu os times de robótica da USP, da Unicamp e do ITA. Era um sinal de que estavam no caminho certo.
Com o estímulo da vitória, a equipe foi ainda mais fundo nos estudos de robótica. De lá para cá, o nível das competições aumentou e o time precisou evoluir na construção das máquinas. A sucata – matéria-prima dos primeiros robôs – foi substituída por materiais sofisticados como alumínio aeronáutico e aços especiais utilizados em blindagem de tanques de guerra. As batalhas também inspiraram o novo nome da equipe, que faz um trocadilho com a expressão mineira “uai!” e a palavra warrior (guerreiro, em inglês).
Em 13 anos, a equipe Uai!rrior acumula vários títulos. Eles são pentacampeões brasileiros e bicampeões mundiais no hóquei de robôs (sim, essa competição existe e é incrível! ). Não para por aí. De acordo com Jorge Augusto Costa Junior, Capitão Geral da equipe, os títulos que mais marcaram foram o campeonato mundial de combate, conquistado em 2013 em uma campanha sem derrotas, e o campeonato nacional alcançado na edição de 2014 da Campus Party. O robô General, que pesa 55kg, foi a estrela dessa competição. E ainda ajudou o time a levar para casa o primeiro lugar do STEM Tech Olympiad, campeonato mundial que rolou em Miami em março e abril deste ano.
Dá para ver que a equipe Uai!rrior não veio para brincadeira. Mas o que ela tem que as outras não têm? “Acredito que nosso maior diferencial é que, além de irmos para a competição para competir, ajudamos a competição e a robótica a evoluir”, diz Jorge. “Pensamos além da competição. Muitas vezes, ajudamos as outras equipes a ‘fechar’ seus robôs para lutarem contra nossa equipe. O importante é colocar a tecnologia a prova. É evoluir”, completa.
Para o capitão do time, a palavra de ordem é inovação. O General é o único robô do mundo com um sistema de lança-chamas e um sistema de arma ativa. Além disso, a Uai!rrior é uma das poucas equipes que também desenvolve a própria placa eletrônica para o controle dos robôs. O problema é que as novidades custam caro. Para financiar o desenvolvimento das máquinas de
combate, a Uai!rrior recebeu apoio de patrocinadores e parceiros. A equipe também recebe verba do governo de maneira indireta: o investimento chega para a universidade, que divide o dinheiro entre os departamentos de acordo com regras próprias. Nem sempre o dinheiro dá para tirar do papel todas as ideias da equipe.
combate, a Uai!rrior recebeu apoio de patrocinadores e parceiros. A equipe também recebe verba do governo de maneira indireta: o investimento chega para a universidade, que divide o dinheiro entre os departamentos de acordo com regras próprias. Nem sempre o dinheiro dá para tirar do papel todas as ideias da equipe.
Mas ainda há espaço para o otimismo. “Acredito que logo o investimento nessa área será maior, já que estamos conseguindo mais espaço na mídia nacional e mundial. Logo estaremos sendo vistos com outros olhos”, diz Jorge.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/blogs/supernovas/
2014/07/23/uairrior -a-equipe-brasileira-que-e-campeainternacional -de-luta-de-robos/>. Acesso em: 24 jul. de 2014. [Adaptado]
Segundo o autor do texto, um sinal da boa competitividade da equipe Uai!rrior é ter
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O leite materno, a vacina BCG e o soro antitetânico, conferem imunidade
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A etapa inicial do trabalho do Agente Comunitário de Saúde é o cadastramento das famílias de sua microárea, ou seja, o seu território de atuação. O cadastramento tem como objetivo principal
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Uai!rrior: a equipe brasileira que é campeã internacional de luta de robôs
Por Lucas Baptista
Dentro da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), um grupo de pesquisadores se empenha na criação e no desenvolvimento de robôs. Mas o que diferencia a equipe da universidade mineira de várias outras é o que acontece com os robôs depois que ficam prontos : eles 3 enfrentam outros robôs criados por outras equipes mundo afora em batalhas épicas.
A equipe Uai!rrior foi formada em 2001 pelo professor Tales Cleber Pimenta e por alunos de diversos cursos de engenharia e ciências da UNIFEI. Mas, naquela época, o gr upo era conhecido como “Equipe Scorpion”. A missão era desenvolver máquinas para várias modalidades de combate entre robôs. Logo no primeiro ano do projeto, a equipe participou de uma competição em Campinas e venceu os times de robótica da USP, da Unicamp e do ITA. Era um sinal de que estavam no caminho certo.
Com o estímulo da vitória, a equipe foi ainda mais fundo nos estudos de robótica. De lá para cá, o nível das competições aumentou e o time precisou evoluir na construção das máquinas. A sucata – matéria-prima dos primeiros robôs – foi substituída por materiais sofisticados como alumínio aeronáutico e aços especiais utilizados em blindagem de tanques de guerra. As batalhas também inspiraram o novo nome da equipe, que faz um trocadilho com a expressão mineira “uai!” e a palavra warrior (guerreiro, em inglês).
Em 13 anos, a equipe Uai!rrior acumula vários títulos. Eles são pentacampeões brasileiros e bicampeões mundiais no hóquei de robôs (sim, essa competição existe e é incrível! ). Não para por aí. De acordo com Jorge Augusto Costa Junior, Capitão Geral da equipe, os títulos que mais marcaram foram o campeonato mundial de combate, conquistado em 2013 em uma campanha sem derrotas, e o campeonato nacional alcançado na edição de 2014 da Campus Party. O robô General, que pesa 55kg, foi a estrela dessa competição. E ainda ajudou o time a levar para casa o primeiro lugar do STEM Tech Olympiad, campeonato mundial que rolou em Miami em março e abril deste ano.
Dá para ver que a equipe Uai!rrior não veio para brincadeira. Mas o que ela tem que as outras não têm? “Acredito que nosso maior diferencial é que, além de irmos para a competição para competir, ajudamos a competição e a robótica a evoluir”, diz Jorge. “Pensamos além da competição. Muitas vezes, ajudamos as outras equipes a ‘fechar’ seus robôs para lutarem contra nossa equipe. O importante é colocar a tecnologia a prova. É evoluir”, completa.
Para o capitão do time, a palavra de ordem é inovação. O General é o único robô do mundo com um sistema de lança-chamas e um sistema de arma ativa. Além disso, a Uai!rrior é uma das poucas equipes que também desenvolve a própria placa eletrônica para o controle dos robôs. O problema é que as novidades custam caro. Para financiar o desenvolvimento das máquinas de
combate, a Uai!rrior recebeu apoio de patrocinadores e parceiros. A equipe também recebe verba do governo de maneira indireta: o investimento chega para a universidade, que divide o dinheiro entre os departamentos de acordo com regras próprias. Nem sempre o dinheiro dá para tirar do papel todas as ideias da equipe.
combate, a Uai!rrior recebeu apoio de patrocinadores e parceiros. A equipe também recebe verba do governo de maneira indireta: o investimento chega para a universidade, que divide o dinheiro entre os departamentos de acordo com regras próprias. Nem sempre o dinheiro dá para tirar do papel todas as ideias da equipe.
Mas ainda há espaço para o otimismo. “Acredito que logo o investimento nessa área será maior, já que estamos conseguindo mais espaço na mídia nacional e mundial. Logo estaremos sendo vistos com outros olhos”, diz Jorge.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/blogs/supernovas/
2014/07/23/uairrior -a-equipe-brasileira-que-e-campeainternacional -de-luta-de-robos/>. Acesso em: 24 jul. de 2014. [Adaptado]
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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