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Foram encontradas 249 questões.

Alguns números do conjunto Z e diferentes de 0 foram tabelados a seguir. Observe.
Número Característica Múltiplo de 2 Múltiplo de 5 Múltiplo de 9
A Sim Não Sim
B Não Sim Sim
C Sim Sim Não
D Não Não Não
Para quaisquer que sejam esses números é verdade que
 

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1307379 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas a seguir.
  • “_____________________ é a variação ocorrida na quantidade demandada do bem/serviço quando o nível de utilidade é fixo.”
  • “_____________________ é a variação ocorrida na quantidade demandada devido à modificação no nível de utilidade, mantido inalterado o preço relativo da mercadoria/serviço sob análise.”
  • “_____________________ é a variação ocorrida na quantidade demandada devido à variação unitária no preço do bem/serviço sob análise.”
 

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1306024 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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O índice de envelhecimento se refere ao número de pessoas de 60 anos e mais de idade, para cada 100 pessoas menores de 15 anos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Assinale a alternativa INCORRETA acerca do índice de envelhecimento.
 

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Súplica por uma árvore

Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen-Andersen, esse pequeno deus que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho, pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral, desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e enigmática.

Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não esqueço, e cujo tronco há quinze dias se encontra todo ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida, essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade da sua vida.

Uma testemunha realista, meramente interessada na descrição dos fatos aparentes, contaria que, uma destas tardes, um pobre táxi obscuro, rodando dentro da quilometragem regular, foi abalroado por um poderoso furgão, de maneira tão jeitosa que o motorista foi cuspido do seu lugar; e o carro, em movimento, dirigiu-se, desgovernado, para cima, para baixo, para a direita e para a esquerda, até se amassar contra uma árvore. Apenas isso: sem falar que o táxi levava passageiro, que, no seu lugar, aguardava o desfecho desse jogo de forças cumprindo-se inexoráveis dentro das leis da física.

Mas um observador mais sensível, mais dedicado ao que mora além das aparências – sem divergir da descrição gráfica do fato –, veria, no instante mais agudo da situação, a bondosa, a caridosa, a dadivosa árvore enfrentar o desastre com a sua solidez estoica, deter o desvario da máquina, embora expondo ao risco a sua vida.

Com que abraço se pode agradecer o heroísmo de uma árvore? Num tempo em que os homens se destroem com pensamentos, palavras e atos, de que maneira se pode louvar uma árvore que protege e salva, embora anônima e em silêncio? A quem se deve pedir que venha, com os recursos de que os homens dispõem, impedir que se extinga a vida vegetal que salvou uma vida humana? Vinde, senhores da cidade! Tratai desta árvore-símbolo! Tratai-a com amor, porque está sofrendo, porque está ferida, porque não se queixa – e para que não se diga que os homens são menos generosos que as plantas.

(MEIRELES, Cecília. Crônicas para jovens; seleção,

prefácio e notas biobibliográficas Antonieta Cunha. São Paulo: Global,

2012.)

Uma testemunha realista, meramente interessada na descrição dos fatos aparentes, contaria que, uma destas tardes, um pobre táxi...” (3º§). Os tempos verbais assumem vários valores semânticos. Na passagem anterior, a forma verbal “contaria” exprime uma ação

 

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Paulo misturou um líquido A com um líquido B em igual quantidade, obtendo 15 litros. Para obter uma nova mistura com 2/7 do líquido A, Paulo deverá acrescentar à mistura
 

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1299104 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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O prazer de matar

Não passa uma semana sem que novos atentados matem dezenas de pessoas. Isso acontece com mais frequência no Iraque, no Egito, no Afeganistão, na Síria, em países da África Central. Matar inocentes indiscriminadamente é difícil de entender. Toda vez que leio uma notícia dessas, surpreendo-me como se a lesse pela primeira vez.

Não há dúvida de que homicídio puro e simples não deixa de me espantar. De fato, tirar deliberadamente a vida de alguém é coisa que não compreendo nem aceito. Mas sei, como todo mundo, que, dependendo do seu temperamento, pode uma pessoa perder a cabeça e matar um suposto inimigo.

Há, porém, pessoas que têm o prazer de matar e, por isso mesmo, fazem isso com certa frequência. Lembro-me de um jovem que foi preso logo depois de liquidar um desafeto. Quando o policial lhe disse que no próximo ano seria maior de idade e, se voltasse a matar alguém, iria para a cadeia, ele respondeu: “Pois é, não posso perder tempo”.

No que se refere aos atentados, há os motivados por razões políticas e religiosas e há os que, ao que tudo indica, têm causas psíquicas, ou seja, o cara é pirado. Esses são os atentados tipicamente norte-americanos. Com impressionante frequência, surge um sujeito empunhando um revólver ou um fuzil-metralhadora que começa a disparar a esmo dentro de um shopping ou de uma universidade. Ele sabe que vai morrer e, quase sempre, é abatido por policiais.

A loucura é certamente um componente desse desatino homicida. Não obstante, a gente se pergunta por que só acontece nos Estados Unidos. Será porque todo mundo lá tem arma em casa ou no porão? Os fabricantes de armas garantem que não, que não é por isso, mas tenho dificuldade de acreditar neles.

Esse tipo de atentado difere daqueles outros, cuja motivação é político-religiosa, e difere também, por seu resultado, não de um surto psicótico e, sim, pelo contrário, fruto de uma decisão tomada objetiva e friamente por um líder.

A afinidade que há entre eles é o propósito de assassinar pessoas inocentes. E é precisamente esse ponto que tenho maior dificuldade de aceitar. Por exemplo, um terrorista, com o corpo coberto de bombas, entra num ônibus escolar do país inimigo, explode as bombas e a si mesmo, matando dezenas de crianças. Não vejo nenhum sentido nisso, a não ser mostrar seu ódio ao adversário; e, nesse caso, por se tratar de crianças, mostrar que sua fúria homicida desconhece limites. É outra modalidade de loucura.

Mas há ainda os casos em que a fúria homicida mata indiscriminadamente pessoas de outros países, que nada têm a ver com os propósitos do atentado. Exemplo disso foi o caso das Torres Gêmeas, em Nova York, onde morreram quase 3.000 pessoas. O atentado visava os norte-americanos, mas matou franceses, holandeses e até muçulmanos. Nem mesmo se pode excluir, dentre as vítimas daquele atentado, pessoas que possivelmente apoiavam a causa defendida pelos terroristas. É a insensatez levada ao último grau, que só se explica pela cegueira a que leva o fanatismo religioso.

O que torna mais absurdo tudo isso é o fato de que o atentado terrorista não traz nenhum benefício a quem o projeta e o faz acontecer, a não ser satisfazer seus desejos homicidas. De fato, o terrorismo é a expressão da derrota política de quem o promove, a reação desesperada de quem sabe que não tem qualquer possibilidade de vencer o adversário e chegar ao poder.

Mas, ao fim de tudo, não consigo entender tal desvario, mesmo porque, além do assassinato em massa de crianças e cidadãos quaisquer, que o terrorista sequer conhece ou sabe que matou, há fatos quase inacreditáveis.

Como o que ouvi da boca do chefe supremo do Hezbollah, na televisão. Ele afirmou que o menino bomba, que praticou o atentado no ônibus escolar, em Israel, era seu filho e tinha 16 anos. E acrescentou: “O mais novo, que tem 12 anos, já está sendo preparado para se sacrificar por Alá”. O curioso é que ele manda os filhos morrerem, mas ele, o pai, continua vivo.

(GULLAR, Ferreira. Prazer de matar. Folha de São Paulo, Fev/2014.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2014/02/1405715-o-prazer-de-matar.shtml.)

No trecho “Quando o policial lhe disse que no próximo ano seria maior de idade e, se voltasse a matar alguém, iria para a cadeia [...].” (3º§), nas palavras destacadas identificam-se, respectivamente, noções de

 

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1298979 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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Acerca dos conceitos básicos sobre endividamento do setor público, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Pode-se afirmar que a NFSP, no conceito nominal é calculada a partir da variação mensal da Dívida Fiscal Líquida (DFL). Entende-se como Dívida Líquida do Setor Público (DLSP), o balanceamento entre as dívidas e os créditos do setor público não financeiro, exceto a de algumas empresas estatais e do Banco Central. A DLSP é usada como base para o cálculo das necessidades de financiamento do setor público (metodologia “abaixo da linha”).
( ) No que diz respeito à NFSP, no conceito operacional, seu cálculo baseia-se no conceito nominal, excluída a atualização monetária incidente sobre a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP).
( ) A NFSP, conceito primário, baseia-se no conceito nominal, excluídas as despesas de juros nominais incidentes sobre a DLSP, calculadas pelo critério de competência, e incluídas as receitas de juros relativas às reservas internacionais (utiliza-se a taxa média de câmbio de compra para converter os valores expressos em dólares para reais).
( ) Na conceituação da NFSP, entende-se como juros reais a diferença entre os encargos financeiros totais (juros nominais) e a parcela de atualização monetária no mês.
A sequência está correta em
 

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1297719 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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“É garantia fundamental de todo indivíduo reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.” Nos termos do art. 5º da Constituição Federal, a afirmativa proposta está

 

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1297090 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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Deadlock (impasse) acontece quando um processo ou thread estiver à espera de um determinado evento que não ocorrerá. No deadlock de sistema, um ou mais processos estão travados. Existem 4 áreas mais importantes na pesquisa de deadlock. “Cada processo deve requisitar todos os recursos de que precisa de uma vez só e não pode continuar até que todos tenham sido concedidos.” Trata-se da seguinte área de pesquisa:
 

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1296670 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
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O Debian inclui um conjunto de ferramentas para gerenciar diversos tipos de interface de rede, o que inclui Ethernet, PPP, sem fio e ATM. Nos sistemas Debian, as conexões de rede padrão estão configuradas em um determinado arquivo. Assinale a alternativa que apresenta o caminho e o arquivo correto cujas conexões de rede estão configuradas.
 

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