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Foram encontradas 38 questões.

160931 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
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What is applied linguistics?

Vivian Cook, Newcastle University

Polish Translation


If you tell someone you’re an applied linguist, they look at you with bafflement. If you amplify – it’s to do with linguistics – they still look baffled. You know, linguistics the science of language? Ah so you speak lots of languages? Well no, just English. So what do you actually do? Well I look at how people acquire languages and how we can teach them better. At last light begins to dawn and they tell you a story about how badly they were taught French at school.

The problem is that the applied linguists themselves don’t have much clearer ideas about what the subject consists of. They argue over whether it necessarily has anything to do with language teaching or with linguistics and whether it includes the actual description of language. All of these views exist among applied linguists and are reflected in the MA courses available at British universities under the label of applied linguistics.

The language teaching view of applied linguistics parallels TESOLorTEFL, by looking at ways of improving language teaching, backed by a more rigorous study of language. The motivation is that better teaching will be based on a better understanding of language. However, in British universities language teaching itself is not highly valued, often carried out by ancillary staff, because it does not lend itself easily to the kind of research publications that university careers now depend upon.

The closeness of the link to linguistics is also crucial. At one extreme you need the latest ideas hot from MIT on the principle that information about linguistics must be up-to-date – and linguistic theories change so fast that undergraduates discover their first year courses are out of date by their final year. It’s up to the end-users how they make practical use of the ideas, not the applied linguists.

This raises the issue whether other disciplines are as important as linguistics for applied linguistics. Psychology enters into many courses, as does education, particularly ideas about testing and about language learning. To some applied linguists the discipline draws on any subject with anything to say about language teaching or language learning. To others linguistics is the sole source of ideas. Sometime this is referred to as the issue of ‘autonomous applied linguistics’; is it a separate discipline or a poor relative of linguistics?

To some, applied linguistics is applying theoretical linguistics to actual data. Hence the construction of dictionaries or the collection of ‘corpora’ of millions To some, applied linguistics is applying theoretical linguistics to actual data. Hence the construction of dictionaries or the collection of ‘corpora’ of millions of words of English are applied linguistics, as are the descriptions of social networks or of gender differences (but not usually descriptions of grammar). Once applied linguistics seemed boundless, including the study of first language acquisition and computational linguistics. To many, however, applied linguistics has become synonymous with SLA (though never linked to first language acquisition). SLA (Second Language Acquisition) research has had an enormous growth over the past decades. It enters into all of the above debates. Some people are concerned with classroom language acquisition because of its teaching implications, drawing mostly on psychological models of language and language processing and on social models of interaction and identity; others are concerned with SLA in natural settings. On another dimension, SLA can be seen as providing data to test out linguistic theories rather than to increase our knowledge of SLA itself; they are then more like linguists who happen to use SLA data than investigators of SLA in its own right. On a third dimension the linguistic world is more or less divided between those who see language as masses of things people have said and those who see it as knowledge in people’s minds. Some SLAresearchers analyse large corpora of learner’s utterances or essays; others test their ideas against the barest minimum of data; neither side really accept that the other has a valid point of view.

Applied linguistics then means many things to many people. Discovering what a book or a course in applied linguistics is about involves reading the small print to discover its orientation. Those with an interest in linguistic theory are going to feel frustrated when bombarded with classroom teaching techniques; those who want to handle large amounts of spoken or written data will be disappointed by single example sentences or experiments. Of course many people discover unexpected delights. One of my students who came to an MA course as an EFL course-writer ended up doing a Ph.D. thesis and book on learnability theory. This does not mean that most prospective MA students should not look very carefully, say checking the titles of the modules that actually make up the degree scheme, before they back a particular horse.


Available at: <http://www.viviancook.uk>.

Accessed on: November 2nd, 2018 (Adapted).

Different products come out of applied linguistic studies. Which of the following is absent from the list?
 

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Leia o texto a seguir.
“Tempo. Inesperadamente, inventei uma máquina do” (Alan Moore)
Quanto à tipologia, é correto afirmar que se trata de um texto
 

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Analise a letra de música a seguir.
“Desfazer é árduo Esperar é sábio Refazer é ótimo Amar é profundo E nele sempre cabem de vez Todos os verbos do mundo”
(Todos os verbos – Zélia Ducan).Disponível em: <https://www. letras.mus.br/zelia-duncan/1499012/>. Acesso em: 1º ago. 2019
Sobre os aspectos morfossintáticos desse texto, analise as afirmativas a seguir.
I. “Ser” funciona como um verbo de ligação que atribui uma característica ao sujeito. II. “Desfazer”; “esperar”; “refazer” e “amar” são verbos substantivados na letra de Zélia Duncan. III. “Árduo”; “sábio”; “ótimo” e “profundo” são adjetivos que caracterizam o sujeito.
Está correto o que se afirma em
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos remédios demais, e para tratar gente que passaria bem sem eles. Frances é professor emérito da Universidade Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e 1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e faz recomendações de como tratá-los. A equipe que ele liderou foi a responsável por incluir problemas como Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual, achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis foram consideradas doentes – e passaram a receber medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele. Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365 páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele, desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia provocada por problemas alheios a nossa vontade – como o desemprego ou a instabilidade política em um país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os males da medicalização excessiva, a influência da indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer de um transtorno mental questionável: o transtorno da compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM, que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o que é um comportamento normal e o que é um transtorno mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma fronteira clara que separe essas duas condições, o que é normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos severos. Temos tratamentos para esses males, como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes, mas que recebem pouco financiamento no mundo. De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo quase virtualmente impossível. E, comumente, essa tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos. Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis. Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por muitos problemas econômicos e políticos recentemente. Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar. Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo. Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida, quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade, aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
Releia o trecho a seguir.
“Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais.”
A palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
 

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Leia o trecho a seguir.
“Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. Iniciou sua educação artística na Escola de Desenho Municipal. Em 1916, durante férias de verão em Cadaquès, descobriu a pintura impressionista. Suas primeiras obras, como “Moça à janela”, enquadradas numa linha naturalista e minuciosa, já produziam uma ambígua sensação de irrealidade, que se acentuaria posteriormente. Em 1921, entra para a Escola de Belas Artes de São Fernando, em Madri, mas acaba por ser expulso da instituição em 1926, pois afirmava que ninguém ali era suficientemente competente para o avaliar.” Disponível em: <https://www.escritoriodearte.com/artista/ salvador-dali>. Acesso em: 29 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que os pares de palavras destacadas acentuam-se devido à mesma regra de acentuação.
 

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Entre as sentenças a seguir, assinale aquela em que os dois-pontos anunciam um aposto.
 

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Analise a imagem a seguir.
enunciado 160912-1

Disponível em: <https://tinyurl.com/y38dzgvw>. Acesso em: 1º ago. 2019.
A respeito do uso da crase abordado nessa imagem, assinale a alternativa correta.
 

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Leia o texto a seguir.
“João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.”
(“Poema tirado de uma notícia de jornal” – Manuel Bandeira) Disponível em: < https://www.escritas.org/pt/t/1634/poema- tirado-de-uma-noticia-de-jornal>. Acesso em: 29 jul. 2019.

A respeito do texto de Manuel Bandeira, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de um poema que aborda aspectos da subjetividade de um personagem. II. Trata-se de uma reportagem que narra um fato real acontecido com uma pessoa. III. O texto mescla elementos narrativos da notíciacom elementos formais que caracterizam o poema.

Está correto o que se afirma em
 

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Assinale a alternativa em que foi realizada coesão por elipse.
 

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Identifique a sentença que está em desacordo com a norma-padrão quanto ao uso das conjunções.
 

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