Foram encontradas 20 questões.
O salário mensal de um vigia pode ser representado pela
função S(x) = 1.500 + 50x, em que x representa o número de
horas extras trabalhadas no mês. Se o vigia realizou 11 horas
extras, o salário total será de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um auxiliar de serviços gerais comprou um equipamento
no valor de R$ 1.200,00, pagando juros simples de 5% ao mês
durante 4 meses. O valor total dos juros pagos será de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um vigia registrou o número de ocorrências em quatro dias
consecutivos: 2, 4, 6 e 8 ocorrências. A média aritmética
simples diária de ocorrências nesse período é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Durante a ronda, um vigia utiliza uma garrafa térmica com
capacidade de 750 mL. Se ele beber o conteúdo de 4 garrafas
completas ao longo do turno, o volume total ingerido será de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um auxiliar de serviços gerais precisa calcular a área de um
pátio retangular para organizar a limpeza diária. O pátio possui
12 metros de comprimento e 5 metros de largura. A área total
desse pátio corresponde a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Sobre humanos, besouros e vaga-lumes
Noite dessas, após muitos anos, avistei uma série de vagalumes voando pela chácara. Fiquei empolgadíssima, porque
fazia um tempão que não presenciava essa cena, que tem um
quê de infância. Por conta disso, lembrei-me de uma crônica
que escrevi há alguns anos e que segue bastante atual —
aproveito para reproduzi-la, com pequenas atualizações.
Fofos, os vaga-lumes são tipo besouros que emitem luz.
Vejam que curioso: conheço um monte de gente que não gosta
de besouros. Nunca vi ninguém reclamar de vaga-lumes, nem
mesmo minha irmã, Tine, que detesta “bichos que voam”. A
presença desses insetinhos que se acendem e apagam é
sempre comemorada, até com gritos e palminhas. Amigos
param para contemplar pirilampos em meio ____ escuridão,
pensar neles evoca lembranças de infância no interior, em meio
ao silêncio e _____ natureza.
O interessante, no caso desses insetos, é que só as
espécies mais evoluídas possuem a bioluminescência (como é
chamado o fenômeno da emissão de luz), porque essas
piscadelas facilitam a comunicação sexual e a defesa. Eles usam
um padrão de piscadas que servem como códigos entre eles.
Incrível mesmo é que todos nós, humanos, também
somos emissores de luz — de forma metafórica e em diferentes
proporções. Acredito muito que temos a capacidade sentir as
vibrações alheias e nos conectarmos com a energia de quem
nos cerca.
O curioso, no entanto, é que, ao contrário da
receptividade que temos com os vaga-lumes, boa parte das
pessoas não consegue tolerar alguém brilhando mais do que
elas. Validar o brilho alheio parece fora de cogitação. A saída
mais fácil costuma ser tentar ignorar o brilho que, muitas vezes,
ofusca os olhos. Ou, ainda, tentar desmerecê-lo — “nem é tão
brilhante assim”, poderiam dizer alguns.
Se esses humanos-besouro soubessem que, mesmo sem
brilhar tanto, ainda podem encontrar possibilidades de se
destacar na multidão, parariam de criticar os comportamentos
alheios. Acho um pouco surreal perceber que a felicidade dos
outros ainda incomoda.
E qual é o antídoto? Seguir brilhando, em relação a. E
apesar de. Meus estudos superficiais da Cabala mostraram um
dos princípios básicos do misticismo judaico (aqui, numa
simplificação muito particular): recebemos luz dependendo das
dificuldades das ações empreendidas por nós. Conectando com
uma energia superior, podemos superar obstáculos e garantir
força.
A premissa poderia ser uma chave. Se todos se
concentrassem em emitir a maior quantidade de luz possível,
em vez de tentar enfraquecer (ou apagar) a luz do outro, viveria
um caminho mais digno e recompensador. Até porque, no final
das contas, só o que importa é quanta luz propagamos por aí.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container