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Foram encontradas 30 questões.

1628417 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Uma determinada escola está organizando uma festa junina e deverá carimbar fichas que serão utilizadas para o consumo de salgados e refrigerantes. A escola prevê que serão necessárias a produção de 1.000 fichas e coloca duas funcionárias para carimbá-las. Sabe-se que as duas funcionárias carimbaram 200 fichas em duas horas. Para agilizar o serviço, a escola irá fornecer mais 3 funcionários para ajudá-las. Quanto tempo será necessário para que todas as fichas restantes sejam carimbadas?

 

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1621277 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A viúva de Marielle Franco se reuniu com o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para pedir mais empenho na elucidação do crime. Marielle e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros na noite de 14 de março do ano passado.
(Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2019 /10/16/interna_nacional,1093340/viuva-de-marielle-pede-a-moromais-
empenho-em-investigacoes-de-crime.shtml. Acesso em: 15/10/2019.)
Sobre Marielle Franco, está INCORRETO o que se afirma em:
 

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1620755 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Crônica da vida que passa
Às vezes, quando penso nos homens célebres, sinto por eles toda a tristeza da celebridade.
A celebridade é um plebeísmo. Por isso deve ferir uma alma delicada. É um plebeísmo porque estar em evidência, ser olhado por todos inflige a uma criatura delicada uma sensação de parentesco exterior com as criaturas que armam escândalo nas ruas, que gesticulam e falam alto nas praças. O homem que se torna célebre fica sem vida íntima: tornam-se de vidro as paredes de sua vida doméstica; ésempre como se fosse excessivo o seu traje; e aquelas suas mínimas ações – ridiculamente humanas às vezes – que ele quereria invisíveis, côa-as a lente da celebridade para espetaculosas pequenezes, com cuja evidência a sua alma se estraga ou se enfastia. É preciso ser muito grosseiro para se poder ser célebre à vontade.
Depois, além dum plebeísmo, a celebridade é uma contradição. Parecendo que dá valor e força às criaturas, apenas as desvaloriza e as enfraquece. Um homem de gênio desconhecido pode gozar a volúpia suave do contraste entre a sua obscuridade e o seu gênio; e pode, pensando que seria célebre se quisesse, medir o seu valor com a sua melhor medida, que é ele próprio. Mas, uma vez conhecido, não está mais na sua mão reverter à obscuridade. A celebridade é irreparável. Dela como do tempo, ninguém torna atrás ou se desdiz.
E é por isto que a celebridade é uma fraqueza também. Todo o homem que merece ser célebre sabe que não vale a pena sê-lo. Deixar-se ser célebre é uma fraqueza, uma concessão ao baixo-instinto, feminino ou selvagem, de querer dar nas vistas e nos ouvidos.
Penso às vezes nisto coloridamente. E aquela frase de que “homem de gênio desconhecido” é o mais belo de todos os destinos, torna-se-me inegável; parece-me que esse é não só o mais belo, mas o maior dos destinos.
(PESSOA, Fernando. Páginas íntimas e de autointerpretação. Lisboa: Edições Ática, [s.d.]. p. 66-67.)
As palavras paroxítonas são aquelas em que a penúltima sílaba é tônica, ou seja, é a mais forte. NÃO se trata de uma palavra paroxítona:
 

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1617921 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Durante uma pesquisa para avaliar o fluxo do trânsito em um cruzamento de ruas de uma pequena cidade, verificou-se que durante 7 minutos passam por este cruzamento 20 carros. Se o fluxo de carros se mantiver constante, quanto tempo será necessário para que passem 100 carros pelo cruzamento?
 

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1614509 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Para fazer encadernação, uma certa papelaria cobra R$ 0,05 por folha a ser encadernada mais R$ 8,00 pelo material gasto com o acabamento. Quanto pagaria uma pessoa que quisesse encadernar uma apostila com 50 folhas?
 

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1606316 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Em relação ao movimento “Diretas Já”, analise as afirmativas a seguir.
I. Foi um movimento político de cunho popular que teve como objetivo a retomada das eleições diretas aocargo de Presidente da República no Brasil.
II. No período em que iniciaram os atos pela realização de eleições diretas, o Brasil era governado pela ditadura militar.
III. O ato reuniu as principais lideranças políticas pró-diretas. Estavam presentes Leonel Brizola, governador do estado do Rio de Janeiro, Ulisses Guimarães e Luiz Inácio Lula da Silva.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1596438 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Uma floricultura vende cada unidade de rosa por R$ 3,00 e cobra uma taxa de R$ 5,00 pela entrega de buquês. Para entregar um buquê com 36 rosas, o cliente pagará:
 

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1594537 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A Música Popular Brasileira tem como marca a produção musical nacional desenvolvida após o golpe militar de 1964. Enquadram-se nesse período todas as músicas de sucesso no rádio e televisão, independente do posicionamento em relação ao regime militar. São considerados os maiores cantores da Música Popular Brasileira de todos os tempos, EXCETO:
 

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1593924 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Crônica da vida que passa
Às vezes, quando penso nos homens célebres, sinto por eles toda a tristeza da celebridade.
A celebridade é um plebeísmo. Por isso deve ferir uma alma delicada. É um plebeísmo porque estar em evidência, ser olhado por todos inflige a uma criatura delicada uma sensação de parentesco exterior com as criaturas que armam escândalo nas ruas, que gesticulam e falam alto nas praças. O homem que se torna célebre fica sem vida íntima: tornam-se de vidro as paredes de sua vida doméstica; é sempre como se fosse excessivo o seu traje; e aquelas suas mínimas ações – ridiculamente humanas às vezes – que ele quereria invisíveis, côa-as a lente da celebridade para espetaculosas pequenezes, com cuja evidência a sua alma se estraga ou se enfastia. É preciso ser muito grosseiro para se poder ser célebre à vontade.
Depois, além dum plebeísmo, a celebridade é uma contradição. Parecendo que dá valor e força às criaturas, apenas as desvaloriza e as enfraquece. Um homem de gênio desconhecido pode gozar a volúpia suave do contraste entre a sua obscuridade e o seu gênio; e pode, pensando que seria célebre se quisesse, medir o seu valor com a sua melhor medida, que é ele próprio. Mas, uma vez conhecido, não está mais na sua mão reverter à obscuridade. A celebridade é irreparável. Dela como do tempo, ninguém torna atrás ou se desdiz.
E é por isto que a celebridade é uma fraqueza também. Todo o homem que merece ser célebre sabe que não vale a pena sê-lo. Deixar-se ser célebre é uma fraqueza, uma concessão ao baixo-instinto, feminino ou selvagem, de querer dar nas vistas e nos ouvidos.
Penso às vezes nisto coloridamente. E aquela frase de que “homem de gênio desconhecido” é o mais belo de todos os destinos, torna-se-me inegável; parece-me que esse é não só o mais belo, mas o maior dos destinos.
(PESSOA, Fernando. Páginas íntimas e de autointerpretação. Lisboa: Edições Ática, [s.d.]. p. 66-67.)
Em “O homem que se torna célebre fica sem vida íntima: tornam-se de vidro as paredes de sua vida doméstica (...)”, os dois-pontos foram utilizados para:
 

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1576061 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Crônica da vida que passa
Às vezes, quando penso nos homens célebres, sinto por eles toda a tristeza da celebridade.
A celebridade é um plebeísmo. Por isso deve ferir uma alma delicada. É um plebeísmo porque estar em evidência, ser olhado por todos inflige a uma criatura delicada uma sensação de parentesco exterior com as criaturas que armam escândalo nas ruas, que gesticulam e falam alto nas praças. O homem que se torna célebre fica sem vida íntima: tornam-se de vidro as paredes de sua vida doméstica; ésempre como se fosse excessivo o seu traje; e aquelas suas mínimas ações – ridiculamente humanas às vezes – que ele quereria invisíveis, côa-as a lente da celebridade para espetaculosas pequenezes, com cuja evidência a sua alma se estraga ou se enfastia. É preciso ser muito grosseiro para se poder ser célebre à vontade.
Depois, além dum plebeísmo, a celebridade é uma contradição. Parecendo que dá valor e força às criaturas, apenas as desvaloriza e as enfraquece. Um homem de gênio desconhecido pode gozar a volúpia suave do contraste entre a sua obscuridade e o seu gênio; e pode, pensando que seria célebre se quisesse, medir o seu valor com a sua melhor medida, que é ele próprio. Mas, uma vez conhecido, não está mais na sua mão reverter à obscuridade. A celebridade é irreparável. Dela como do tempo, ninguém torna atrás ou se desdiz.
E é por isto que a celebridade é uma fraqueza também. Todo o homem que merece ser célebre sabe que não vale a pena sê-lo. Deixar-se ser célebre é uma fraqueza, uma concessão ao baixo-instinto, feminino ou selvagem, de querer dar nas vistas e nos ouvidos.
Penso às vezes nisto coloridamente. E aquela frase de que “homem de gênio desconhecido” é o mais belo de todos os destinos, torna-se-me inegável; parece-me que esse é não só o mais belo, mas o maior dos destinos.
(PESSOA, Fernando. Páginas íntimas e de autointerpretação. Lisboa: Edições Ática, [s.d.]. p. 66-67.)
Em “A celebridade é irreparável.”, a ação verbal expressa um fato:
 

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