Foram encontradas 40 questões.
Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo.
Unificador da Nação
- A verdadeira preferência nacional. Seu caldo figura entre os primeiros alimentos
- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
Disponível em: https://almanaquebrasil.com.br/2018/10/02/unificador-da-nacao/
Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Assinale a alternativa que apresenta uma informação FALSA sobre o texto.
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Unificador da Nação
- A verdadeira preferência nacional. Seu caldo figura entre os primeiros alimentos
- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Assinale a alternativa que apresenta um verbo flexionado.
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- MorfologiaSubstantivosFlexões do SubstantivoSubstantivo: Flexão de GêneroSubstantivo masculino ou feminino
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Unificador da Nação
- A verdadeira preferência nacional. Seu caldo figura entre os primeiros alimentos
- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
Disponível em: https://almanaquebrasil.com.br/2018/10/02/unificador-da-nacao/
Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um substantivo masculino.
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Unificador da Nação
- A verdadeira preferência nacional. Seu caldo figura entre os primeiros alimentos
- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Considerando a expressão da frase a seguir, “Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.” É possível afirmar que a frase faz referência a uma pessoa:
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Unificador da Nação
- A verdadeira preferência nacional. Seu caldo figura entre os primeiros alimentos
- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Considerando o trecho a seguir, “Cada lugar tem seu predileto.” Assinale a alternativa em que palavra em destaque pode ser substituída.
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- A verdadeira preferência nacional. Seu caldo figura entre os primeiros alimentos
- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Qual sinal de pontuação pode substituir o símbolo da linha 05?
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- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Com base exclusivamente no que o texto aponta, é correto afirmar que:
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- salgados do bebê. Somos o maior produtor e maior consumidor mundial. Podemos dizer que o
- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Considerando as letras sublinhadas, qual das palavras abaixo, retiradas do texto, mantém a mesma regra de ortografia da palavra também?
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- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Dentre as palavras abaixo, qual apresenta um dígrafo?
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- brasileiro é dependente físico do feijão. Tem gente que não passa um dia sem ele. Antes de
- Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam essa leguminosa, prima da
- lentilha, ervilha, soja ◊ Também na velha Europa a cultivavam. Greco-romanos usavam feijões
- inclusive para votar: branco significava não, preto significava sim.
- No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma “mistura”,
- é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como
- quando se diz de alguém: não vale o feijão que come. Equivale para nós ao arroz dos orientais.
- Na Tailândia, “pegar um arroz” é almoçar. Aqui, dizemos “vou pegar um feijão”. E tem as
- variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à
- mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho.
- Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E vai na salada, seja o grão cozido, ou o broto. Até
- doce se faz! Das centenas de variedades, os feijões mais comuns no Brasil são: preto, branco,
- mulatinho, rosado, vermelho, jalo – grão grande, vermelho rajado de branco. Cada lugar tem seu
- predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda, de outra espécie, Vigna unguiculata.
- Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em _lorianópolis, o vermelho.
- Em _orto _legre e no Rio de Janeiro, o preto. Não à toa, o feijão é um “fator de unificação da
- nação brasileira”.
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Texto: Bento Andreato, 02/10/2018.
Qual a sílaba tônica da palavra “leguminosa”?
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