Foram encontradas 320 questões.
Um candidato a vestibular acertou 38 questões de 50. Qual foi sua proporção de erros em relação às questões acertadas?
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Sabendo que a saca do milho de 60 kg está R$ 55,00 reais e um produtor tem um silo que comporta 5000 sacas. Quanto em espécie ele tem?
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Dada a sequência 3, 9, 27, 81, ... o próximo elemento será?
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Podemos afirmar sobre uma função do segundo grau que:
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2237289
Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Palmeira-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Palmeira-PR
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Um produto custa R$ 3500,00 reais à vista, se o mesmo produto for parcelado terá um juro de 12% com relação ao valor a vista. Quanto custará este produto a prazo?
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Uma empresa tem 2500 funcionários e com a chegada do final do ano ela quer presentear seus funcionários separando eles por sexo e se é casado ou solteiro. Sabendo que destes funcionários 1500 são do sexo feminino, e de todos os 2500 funcionários 600 são solteiros.
Usando a proporção para cada 3 mulheres tem-se 2 homens. Quantos homens estão solteiro aproximadamente?
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Três sócios tem R$ 100000,00 no banco e pretendem retirar este dinheiro para fazer investimento em uma nova empresa. O primeiro sócio quer usar três quartos do dinheiro, o segundo dois terços deste dinheiro e o terceiro sócio quer utilizar três quintos do dinheiro. Se as três sócios abrirem os seus respectivos negócios simultaneamente. Quanto de dinheiro terão que emprestar do banco para abrir os três negócios aproximadamente?
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Sabendo que uma determinada função tem apenas duas raízes reais e distintas, sua concavidade é voltada para cima e ela tem um ponto de mínimo. Qual o tipo desta função?
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A barbárie, o medo e a comoção em um mundo mais perigoso
Amauri Segalla e Helena Borges
Poucas horas depois dos atentados que mataram 129 pessoas em Paris, uma mulher parou diante da boate Bataclan, um dos palcos das atrocidades, retirou um bloco de anotações da bolsa e leu em voz alta um poema do inglês John Donne: “Quando um homem morre eu sou atingido, porque pertenço à humanidade. Jamais me pergunte por quem os sinos dobram. Eles dobram por ti”. Seria difícil encontrar versos mais apropriados. O massacre perpetrado por terroristas do Estado Islâmico não atingiu apenas o coração da França. Ele lacerou toda a civilização. Por mais que a capital francesa tenha se tornado o alvo preferencial de um crescente número de extremistas, é a humanidade que se quer atingir.
Os terroristas alvejaram quem não está em combate, aniquilaram os que não se envolveram com guerra alguma. Ao atirar a esmo, abatendo qualquer um, o EI acabou ferindo o mundo inteiro. A França não é uma escolha aleatória. Apesar de todas as suas imperfeições, ela encarna, em diversos aspectos, o que há de melhor nas sociedades desenvolvidas. Os franceses valorizam as liberdades civis, prezam a diversidade de religiões, respeitam o confronto de ideias. Com sua cólera sanguinária, o Estado Islâmico pretende destruir os preceitos que, desde o Iluminismo, subjugaram as trevas da era medieval. São essas trevas que os terroristas pretendem agora reavivar.
A sociedade livre enfrentará, daqui por diante, uma longa, difícil e perigosa jornada. Na quinta-feira 19, os deputados franceses aprovaram, a pedido do presidente François Hollande, a ampliação do estado de emergência no país pelo prazo de três meses. A medida ainda precisa passar pelo Senado. Na prática, isso pode implicar em uma série de reduções de liberdades individuais, com o fechamento de pontos turísticos, a imposição de toques de recolher e a restrição à circulação de veículos por determinadas áreas. O estado de emergência não é previsto na Constituição francesa, mas foi criado por uma lei aprovada em 1955, durante a luta dos argelinos pela independência. O ponto mais polêmico é que ela permite a realização de prisões administrativas e buscas sem mandado judicial. Até a quarta-feira, ao menos 130 operações desse tipo haviam sido feitas.
(...)
Adaptado de
http://www.istoe.com.br/reportagens/441123_A+
BARBARIE+O+MEDO+E+A+COMOCAO+EM+UM
+MUNDO+MAIS+PERIGOSO
Indique a alternativa em que a palavra sublinhada classifica-se morfologicamente como conjunção:
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A barbárie, o medo e a comoção em um mundo mais perigoso
Amauri Segalla e Helena Borges
Poucas horas depois dos atentados que mataram 129 pessoas em Paris, uma mulher parou diante da boate Bataclan, um dos palcos das atrocidades, retirou um bloco de anotações da bolsa e leu em voz alta um poema do inglês John Donne: “Quando um homem morre eu sou atingido, porque pertenço à humanidade. Jamais me pergunte por quem os sinos dobram. Eles dobram por ti”. Seria difícil encontrar versos mais apropriados. O massacre perpetrado por terroristas do Estado Islâmico não atingiu apenas o coração da França. Ele lacerou toda a civilização. Por mais que a capital francesa tenha se tornado o alvo preferencial de um crescente número de extremistas, é a humanidade que se quer atingir.
Os terroristas alvejaram quem não está em combate, aniquilaram os que não se envolveram com guerra alguma. Ao atirar a esmo, abatendo qualquer um, o EI acabou ferindo o mundo inteiro. A França não é uma escolha aleatória. Apesar de todas as suas imperfeições, ela encarna, em diversos aspectos, o que há de melhor nas sociedades desenvolvidas. Os franceses valorizam as liberdades civis, prezam a diversidade de religiões, respeitam o confronto de ideias. Com sua cólera sanguinária, o Estado Islâmico pretende destruir os preceitos que, desde o Iluminismo, subjugaram as trevas da era medieval. São essas trevas que os terroristas pretendem agora reavivar.
A sociedade livre enfrentará, daqui por diante, uma longa, difícil e perigosa jornada. Na quinta-feira 19, os deputados franceses aprovaram, a pedido do presidente François Hollande, a ampliação do estado de emergência no país pelo prazo de três meses. A medida ainda precisa passar pelo Senado. Na prática, isso pode implicar em uma série de reduções de liberdades individuais, com o fechamento de pontos turísticos, a imposição de toques de recolher e a restrição à circulação de veículos por determinadas áreas. O estado de emergência não é previsto na Constituição francesa, mas foi criado por uma lei aprovada em 1955, durante a luta dos argelinos pela independência. O ponto mais polêmico é que ela permite a realização de prisões administrativas e buscas sem mandado judicial. Até a quarta-feira, ao menos 130 operações desse tipo haviam sido feitas.
(...)
Adaptado de
http://www.istoe.com.br/reportagens/441123_A+
BARBARIE+O+MEDO+E+A+COMOCAO+EM+UM
+MUNDO+MAIS+PERIGOSO
Marque a alternativa em que o sintagma sublinhado NÃO exerce a função sintática de adjunto adverbial:
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