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Foram encontradas 30 questões.

2619086 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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De acordo com a Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993, assinale a alternativa que corresponde à competência profissional do assistente social.

 

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2619085 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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O debate acerca da interdisciplinaridade ocorre tanto no ambiente acadêmico quanto nos cenários de exercício profissional. A leitura interdisciplinar da realidade exige a necessidade de exercitar a visão da totalidade sobre a realidade.

Com base no texto Serviço Social e Interdisciplinaridade na Atenção Básica à Saúde, analise as afirmativas a seguir.

I. No contexto dos serviços de saúde, persiste a distância entre o discurso e a prática interdisciplinar na atuação dos profissionais, caracterizada pela insuficiência de fundamentação teórico-conceitual e prática sobre interdisciplinaridade.

II. Para o Serviço Social, por ser uma profissão cuja formação é vinculada às diversas áreas de conhecimento, a postura interdisciplinar é exigida à medida que a reflexão sobre a interação entre os diferentes saberes favorece a abrangência de sua prática profissional e em equipe.

III. A Estratégia Saúde da Família é considerada como alternativa para a reorganização dos serviços de Atenção Especial do SUS, assumindo a atenção centrada no indivíduo, no território físico e social que a envolve e em ações preventivas.

IV. Atuar em equipe na Atenção Básica exige profissionais críticos e reflexivos, com formação que atenda à diversidade da realidade que envolve os usuários, para desenvolver visão integral do processo saúde-doença.

Estão corretas as afirmativas

 

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2619084 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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Com base no disposto no Estatuto da Criança e Adolescente, Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990, acerca do direito à vida e saúde da criança e adolescente, é incorreto afirmar:

 

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2619083 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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São princípios e / ou diretrizes estabelecidos pela Lei Federal nº 8.080 de 19 de setembro de 1990, exceto:

 

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2618951 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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Leia o cartum de Laerte:

Enunciado 2618951-1

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CVApPqps_Ll/. Acesso em: 24 abr. 2022.

O cartum apresentado faz uma crítica social ao se referir à(ao)

 

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2618946 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 12 a 14.

Como surgiram a ideia e os nomes dos pontos cardeais?

Por Bruno Valano

Enunciado 2618946-1

Os nomes em português e outras línguas europeias remetem, em última instância, ao protoindo-europeu (PIE), língua pré-histórica falada há mais de 3 mil anos que deu origem ao latim, grego, sânscrito e às línguas germânicas. “Leste” deriva da palavra em PIE para “alvorada”, pois a direção em que o Sol nasce é um dado astronômico óbvio para qualquer civilização – e essa foi a origem da ideia. “Oeste”, claro, se refere à direção oposta – e, portanto, ao período do dia oposto. O termo tem a mesma raiz da palavra “vespertino” (a conexão fica óbvia em inglês: west). Em PIE, *wes- era “noite” ou “poente”. “Norte” provavelmente vem do PIE *ner-, que significava “esquerda”, porque é a direção que fica à nossa esquerda quando olhamos o Sol nascente. Por sua vez, “Sul” deriva da mesma raiz da palavra “Sol” – porque, no Hemisfério Norte, o Sol do meio-dia se posiciona no céu mais caído para o Sul que para o Norte (ideia reforçada pelo fato de que outra palavra para Sul é “meridional”, que tem origem latina e também se refere ao meio-dia). Em línguas distantes das indo-europeias, lógicas parecidas se aplicaram à nomeação dos pontos cardeais: usar o sol para se localizar foi um método inventado de maneira independente por muitos povos.

Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-surgiram-a-ideia-e-os-nomes-dos-pontoscardeais/. Acesso em: 24 abr. 2022.

Releia este trecho.

“Os nomes em português e outras línguas europeias remetem, em última instância, ao protoindo-europeu (PIE), língua pré-histórica falada há mais de 3 mil anos que deu origem ao latim, grego, sânscrito e às línguas germânicas.”

O trecho destacado na passagem apresentada

 

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2618943 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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Fazendo referência ao tapa dado por Will Smith em Chris Rock, Adão Iturrusgarai, cartunista e ilustrador, publicou a seguinte tirinha na Folha de S.Paulo:

Enunciado 2618943-1

Adão Iturrusgarai. A vida como ela é. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/cartunsdiarios/#30/3/2022. Acesso em: 20 abr. 2022.

O diálogo entre as personagens e a linguagem visual indica que a reflexão proposta pela tirinha se relaciona à

 

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2618942 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o artigo de Gisele Cavalcanti, publicado em novembro de 2021, para responder às questões de 7 a 10.

TEXTO II

Enunciado 2618942-1

“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter Suruí na abertura da COP-26

Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no palco principal da Conferência do Clima nesta segunda-feira (01).

1 de novembro de 2021

Giselli Cavalcanti

Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas.

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-maistempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).

A COP é um evento organizado pelo comitê das Nações Unidas sobre Mudança do Clima que acontece anualmente, mas foi adiado em 2020 por causa da pandemia. Os líderes mundiais comparecem, mas muitas das discussões acontecem entre ministros e outras autoridades de alto nível que trabalham com questões climáticas.

Considerando as informações apresentadas sobre a COP, constata-se que o objetivo central do texto de Giselli Cavalcanti é

 

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2618941 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o artigo de Gisele Cavalcanti, publicado em novembro de 2021, para responder às questões de 7 a 10.

TEXTO II

Enunciado 2618941-1

“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter Suruí na abertura da COP-26

Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no palco principal da Conferência do Clima nesta segunda-feira (01).

1 de novembro de 2021

Giselli Cavalcanti

Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas.

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-maistempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).

Giselle Cavalcanti, em algumas passagens de seu texto, apresenta juízo de valor em relação aos fatos apresentados. As marcas de opinião, geralmente, são marcadas pelo uso de adjetivos e advérbios.

Observam-se marcas de opinião da autora do artigo no seguinte trecho:

 

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2618940 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Pará Minas-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o artigo de Gisele Cavalcanti, publicado em novembro de 2021, para responder às questões de 7 a 10.

TEXTO II

Enunciado 2618940-1

“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter Suruí na abertura da COP-26

Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no palco principal da Conferência do Clima nesta segunda-feira (01).

1 de novembro de 2021

Giselli Cavalcanti

Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas.

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-maistempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).

Os pronomes relativos atuam como importantes ferramentas de coesão textual. Observe o uso do pronome destacado na passagem apresentada a seguir.

“A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão.”

Na passagem acima, o pronome “que” se refere ao(à)

 

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