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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO
Leia o texto a seguir.
É chegada a hora da Procissão do Fogaréu, tradição da Semana Santa que faz parte do universo de influências de vários artistas [...]. Artistas mais uma vez tentarão manter os olhos muito bem abertos para não perderem nada da festa.
FERREIRA, Clemon. Cortejo de aquarelas. Jornal O Popular; Goiânia, p. 18. 28 mar. 2018.
A Procissão do Fogaréu acontece na Cidade de Goiás, antiga capital do estado, denominada anteriormente como
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O respeito e a boa utilização dos recursos públicos auferidos com a arrecadação de impostos é uma obrigação moral dos agentes políticos e dos servidores públicos. O princípio constitucional que norteia uma melhor aplicação das receitas públicas é o princípio da:
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO
Diante de indício de subtração de patrimônio da repartição pública onde trabalha, um servidor efetivo supostamente envolvido:
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A idade do pai é três vezes a idade da filha. Se a filha tem hoje 12 anos, o pai tem
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A economia sustentável propõe o desenvolvimento sem agredir a natureza, pois ela é a única fonte de recursos para a sobrevivência humana. A humanidade só evitará uma catástrofe se mudar o comportamento atual. A economia sustentável oferece a base científica para indicar como isso será possível. Não existem impossibilidades técnicas ou científicas para “retificar” o planeta. O que há são barreiras políticas e interesses econômicos aparentemente intransponíveis, embora nitidamente suicidas a médio prazo.
Para mudar essa situação, é preciso nos conscientizarmos do que a ciência nos ensina. Temos de conhecer os processos naturais que sustentam a vida. Entender a história e ver como, através das várias civilizações, as tecnologias – sejam equivocadas, sejam corretas – foram aplicadas e quais suas consequências. Assim compreenderemos como aconteceram os conflitos políticos e sociais e seus reflexos na humanidade: progresso, riqueza, atraso, fome, paz e guerra.
Harmonizando esses conhecimentos, teremos uma base firme para participar da luta pelo direito à vida; trata-se disso – direito à vida –, pois a sobrevivência da Terra está ameaçada pelo esgotamento de seus recursos naturais.
CHIAVENATO, Júlio José. Ecologia em debate. São Paulo: Moderna, 1997. In: FRASCOLLA, A. et al. Lendo e interferindo. São Paulo: Moderna, 1999. p. 164. (Adaptado).
A ideia central defendida pelo autor do texto é a de que
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Um capital de R$ 185,00, aplicado a juros simples durante 8 meses à taxa de 3% ao mês, rende de juros
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A economia sustentável propõe o desenvolvimento sem agredir a natureza, pois ela é a única fonte de recursos para a sobrevivência humana. A humanidade só evitará uma catástrofe se mudar o comportamento atual. A economia sustentável oferece a base científica para indicar como isso será possível. Não existem impossibilidades técnicas ou científicas para “retificar” o planeta. O que há são barreiras políticas e interesses econômicos aparentemente intransponíveis, embora nitidamente suicidas a médio prazo.
Para mudar essa situação, é preciso nos conscientizarmos do que a ciência nos ensina. Temos de conhecer os processos naturais que sustentam a vida. Entender a história e ver como, através das várias civilizações, as tecnologias – sejam equivocadas, sejam corretas – foram aplicadas e quais suas consequências. Assim compreenderemos como aconteceram os conflitos políticos e sociais e seus reflexos na humanidade: progresso, riqueza, atraso, fome, paz e guerra.
Harmonizando esses conhecimentos, teremos uma base firme para participar da luta pelo direito à vida; trata-se disso – direito à vida –, pois a sobrevivência da Terra está ameaçada pelo esgotamento de seus recursos naturais.
CHIAVENATO, Júlio José. Ecologia em debate. São Paulo: Moderna, 1997. In: FRASCOLLA, A. et al. Lendo e interferindo. São Paulo: Moderna, 1999. p. 164. (Adaptado).
No primeiro parágrafo, as aspas foram usadas para
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O cântico da Terra
Eu sou a terra, eu sou a vida.
Do meu barro primeiro veio o homem.
De mim veio a mulher e veio o amor.
Veio a árvore, veio a fonte.
Vem o fruto e vem a flor.
Eu sou a fonte original de toda vida.
Sou o chão que se prende à tua casa.
Sou a telha da coberta de teu lar.
A mina constante de teu poço.
Sou a espiga generosa de teu gado
e certeza tranquila ao teu esforço.
Sou a razão de tua vida.
De mim vieste pela mão do Criador,
e a mim tu voltarás no fim da lida.
Só em mim acharás descanso e Paz.
Eu sou a grande Mãe Universal.
Tua filha, tua noiva e desposada.
A mulher e o ventre que fecundas.
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.
A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.
Teu arado, tua foice, teu machado.
O berço pequenino de teu filho.
O algodão de tua veste
e o pão de tua casa.
E um dia bem distante
a mim tu voltarás.
E no canteiro materno de meu seio
tranquilo dormirás.
Plantemos a roça.
Lavremos a gleba.
Cuidemos do ninho,
do gado e da tulha.
Fartura teremos
e donos de sítio
felizes seremos.
CORA CORALINA. O cântico da Terra. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-cora-coralina/#Poema_O_cantico_da_Terra_Cora_Coralina. Acesso em: 27 ago. 2019.
A alternativa em que todas as palavras são masculinas, no texto, é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEG
Orgão: Pref. Paraúna-GO
Leia o texto a seguir.
Com o desenvolvimento da indústria espacial [...], em 20 de julho de 1969, conseguiram que dois de seus astronautas pisassem em solo lunar.
TASINAFO, C. R.; FREITAS NETO, J. A. História geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, 2006. p. 753.
Em 2019 completam cinquenta anos da chegado do ser humano à Lua. Esse projeto, desenvolvido no auge da Guerra Fria, foi realizado por qual país?
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A economia sustentável propõe o desenvolvimento sem agredir a natureza, pois ela é a única fonte de recursos para a sobrevivência humana. A humanidade só evitará uma catástrofe se mudar o comportamento atual. A economia sustentável oferece a base científica para indicar como isso será possível. Não existem impossibilidades técnicas ou científicas para “retificar” o planeta. O que há são barreiras políticas e interesses econômicos aparentemente intransponíveis, embora nitidamente suicidas a médio prazo.
Para mudar essa situação, é preciso nos conscientizarmos do que a ciência nos ensina. Temos de conhecer os processos naturais que sustentam a vida. Entender a história e ver como, através das várias civilizações, as tecnologias – sejam equivocadas, sejam corretas – foram aplicadas e quais suas consequências. Assim compreenderemos como aconteceram os conflitos políticos e sociais e seus reflexos na humanidade: progresso, riqueza, atraso, fome, paz e guerra.
Harmonizando esses conhecimentos, teremos uma base firme para participar da luta pelo direito à vida; trata-se disso – direito à vida –, pois a sobrevivência da Terra está ameaçada pelo esgotamento de seus recursos naturais.
CHIAVENATO, Júlio José. Ecologia em debate. São Paulo: Moderna, 1997. In: FRASCOLLA, A. et al. Lendo e interferindo. São Paulo: Moderna, 1999. p. 164. (Adaptado).
Na oração “a ciência nos ensina”, retirada do segundo parágrafo do texto, o termo destacado funciona como:
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