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Foram encontradas 34 questões.

319093 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

Se um pintor precisa de 15 dias para pintar uma sala, então a quantidade de dias que três pintores, nas mesmas condições, gastariam para pintar a mesma sala, é

 

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319092 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

Trinta é quanto por cento de 50?

 

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319091 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

Se a área de um quadrado é 144 m2, então seu perímetro mede

 

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319090 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

Se Antônio e Manoel têm juntos a quantia de R$ 3.600,00 e se Antônio possui o triplo de Manoel, então Antônio possui a quantia de

 

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319089 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

Antônio construiu em sua residência uma caixa d´água com dimensões 1,5 m de largura, 24 dm de comprimento e 1 m altura. A capacidade da caixa d´água construída por Antônio, em litros, é

 

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319088 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

O mínimo múltiplo comum dos números 8, 12 e 15 é

 

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319087 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

Se um número natural é expresso por 40 - (12 + 5). 2, então o antecessor desse número é

 

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319086 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

TEXTO 03


Na pobreza e na riqueza


No trecho que segue, apela-se para um valor como forma de argumentar: “Ele é pobre e sofreu muito na vida; se ele diz que a situação econômica do país é boa, temos de levar em conta seu ponto de vista”.

Nesse caso, temos o que se chama argumentum ad lazarum (argumento em que se apela para a pobreza). O ponto de vista de alguém deve ser considerado, porque ele é pobre. É o argumento em que a veracidade da tese que se defende está fundada na pobreza de quem anuncia. Isso significa que o valor em que se baseia esse argumento é de que os pobres são mais sábios, mais sensatos e mais virtuosos do que os ricos.

O nome desse raciocínio vem da parábola do pobre Lázaro (Lucas 16: 19-31) que narra a história do mendigo, de nome Lázaro, que coberto de chagas, ficava à porta de um homem rico, querendo matar a fome com as migalhas que caíam de sua mesa. Ambos morreram e o pobre foi levado “ao seio de Abraão”, enquanto o rico padecia muitos tormentos na montanha dos mortos. Este pede a Abraão que permita que Lázaro molhe a ponta de um dedo para refrescar-lhe a língua [...].

FIORIN, José Luiz. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Abril. / 2015, p. 20.

O último parágrafo do texto 3, cita:

I - um discurso contido no Evangelho de Lucas.

II - uma razão que justifica o título do texto.

III - uma explicação para o que foi exposto no parágrafo anterior.

Está(ão) CORRETA(s):

 

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319085 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

TEXTO 03


Na pobreza e na riqueza


No trecho que segue, apela-se para um valor como forma de argumentar: “Ele é pobre e sofreu muito na vida; se ele diz que a situação econômica do país é boa, temos de levar em conta seu ponto de vista”.

Nesse caso, temos o que se chama argumentum ad lazarum (argumento em que se apela para a pobreza). O ponto de vista de alguém deve ser considerado, porque ele é pobre. É o argumento em que a veracidade da tese que se defende está fundada na pobreza de quem anuncia. Isso significa que o valor em que se baseia esse argumento é de que os pobres são mais sábios, mais sensatos e mais virtuosos do que os ricos.

O nome desse raciocínio vem da parábola do pobre Lázaro (Lucas 16: 19-31) que narra a história do mendigo, de nome Lázaro, que coberto de chagas, ficava à porta de um homem rico, querendo matar a fome com as migalhas que caíam de sua mesa. Ambos morreram e o pobre foi levado “ao seio de Abraão”, enquanto o rico padecia muitos tormentos na montanha dos mortos. Este pede a Abraão que permita que Lázaro molhe a ponta de um dedo para refrescar-lhe a língua [...].

FIORIN, José Luiz. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Abril. / 2015, p. 20.

No enunciado argumentativo: “Ele é pobre e sofreu muito na vida”, é um exemplo de:

( ) discurso direto sem verbo de dizer presente.

( ) discurso direto, pois o autor cita o ponto de vista de alguém com verbo de dizer presente.

( ) discurso indireto, tendo em vista que vem separado por partícula.

Analise as proposições, coloque V para Verdadeiras e F para Falsas e marque a sequência CORRETA:

 

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319084 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Patos-PB

TEXTO 03


Na pobreza e na riqueza


No trecho que segue, apela-se para um valor como forma de argumentar: “Ele é pobre e sofreu muito na vida; se ele diz que a situação econômica do país é boa, temos de levar em conta seu ponto de vista”.

Nesse caso, temos o que se chama argumentum ad lazarum (argumento em que se apela para a pobreza). O ponto de vista de alguém deve ser considerado, porque ele é pobre. É o argumento em que a veracidade da tese que se defende está fundada na pobreza de quem anuncia. Isso significa que o valor em que se baseia esse argumento é de que os pobres são mais sábios, mais sensatos e mais virtuosos do que os ricos.

O nome desse raciocínio vem da parábola do pobre Lázaro (Lucas 16: 19-31) que narra a história do mendigo, de nome Lázaro, que coberto de chagas, ficava à porta de um homem rico, querendo matar a fome com as migalhas que caíam de sua mesa. Ambos morreram e o pobre foi levado “ao seio de Abraão”, enquanto o rico padecia muitos tormentos na montanha dos mortos. Este pede a Abraão que permita que Lázaro molhe a ponta de um dedo para refrescar-lhe a língua [...].

FIORIN, José Luiz. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Abril. / 2015, p. 20.

O termo Lázaro funciona no texto como referência

 

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